SOAR: o que é e como transforma a segurança cibernética?

Mais do que pensar na prevenção aos ataques mais sofisticados e às ameaças online, é fundamental entender como agir caso as suas proteções iniciais não funcionem. E é exatamente isso que o processo SOAR (Security Orchestration, Automation and Response) tem como objetivo.

Essa abordagem foca em integrar, automatizar e otimizar a resposta a incidentes, tornando as operações de segurança de dados mais eficientes. Em um mercado em que as propriedades digitais — das informações sensíveis aos recursos financeiros — são cada vez mais importantes, essa metodologia pode ser um diferencial.

O que acha de entender como ela funciona e como colocá-la em prática? Continue a leitura e confira!

O que é SOAR e por que é importante?

SOAR é uma sigla para uma metodologia que combina tecnologias e processos que ajudam as equipes de segurança a gerenciar e responder a ameaças cibernéticas de maneira mais eficaz. O termo engloba os três componentes principais: Orquestração, Automação e Resposta.

A orquestração se refere à integração de diferentes ferramentas e sistemas de segurança em um único fluxo de trabalho, enquanto a automação utiliza scripts e algoritmos para executar tarefas repetitivas sem intervenção humana.

Por fim, a resposta envolve a execução de ações específicas para mitigar ou neutralizar ameaças, sempre a partir dos dados e análises coletadas durante as etapas anteriores.

Não à toa, a importância do SOAR na estratégia de segurança das empresas é enorme. Ele não só melhora a eficiência operacional, mas também aumenta a capacidade de resposta a incidentes em tempo real. Empresas que implementam essa metodologia conseguem reduzir o tempo de detecção e mitigação de ameaças.

Quais são os componentes do SOAR?

Para você entender essa metodologia, é necessário, antes, conhecer quais são os três pilares principais do SOAR: Orquestração, Automação e Resposta. 

Cada um tem um papel fundamental na construção de uma estratégia de segurança cibernética mais eficiente.

Orquestração

Esse componente busca a integração de diversas ferramentas e sistemas de segurança em um fluxo de trabalho coeso.

Por exemplo, ao combinar sistemas de detecção de intrusões, firewalls e plataformas de análise de dados, a orquestração permite que todas essas ferramentas trabalhem juntas, proporcionando uma visão unificada dos eventos de segurança. 

Isso facilita a identificação e a correlação de ameaças, permitindo uma resposta mais rápida e coordenada.

Automação

Enquanto isso, a automação é essencial para lidar com o volume crescente de alertas de segurança que as empresas enfrentam diariamente

Ela utiliza scripts e algoritmos para executar tarefas repetitivas, como a triagem de alertas, a coleta de informações e a execução de respostas iniciais.

Imagine que um sistema de detecção de intrusões identificou um comportamento suspeito, tudo bem? Logo em seguida, a automação pode agir e bloquear o IP, iniciar uma investigação e notificar os analistas de segurança. 

É uma forma eficiente de reduzir a carga de trabalho manual e acelerar a resposta a incidentes.

Resposta

Pronto, chegamos ao momento mais importante: a resposta é a etapa para fazer a execução de ações para mitigar ou neutralizar ameaças

Tudo isso a partir dos dados coletados durante a orquestração e automação, permitindo que as equipes de segurança possam tomar decisões informadas sobre como lidar com o incidente.

Que tal um exemplo? Caso uma análise automatizada identifique um malware em um dispositivo, a resposta pode incluir a quarentena do dispositivo, a remoção do malware e a restauração de dados a partir de backups seguros. 

Ou seja, você garante que as ameaças sejam tratadas de forma bem mais rápida.

SOAR, SIEM e XDR: entenda as diferenças

Mas, para compreender melhor o valor do SOAR, é interessante comparar essa abordagem com outras soluções de segurança, como SIEM (Security Information and Event Management) e XDR (Extended Detection and Response).

O que é SIEM?

Para começar, o SIEM foca na coleta e análise de logs e eventos de segurança em tempo real. Ele oferece visibilidade e correlação de eventos, mas não automatiza a resposta a incidentes.

O que é XDR?

Já o XDR estende essa funcionalidade ao integrar múltiplos pontos de dados e ferramentas de segurança, proporcionando uma visão mais ampla das ameaças. Porém, essa abordagem ainda pode exigir intervenções manuais significativas.

No final das contas, o SOAR não só integra e analisa dados, como também automatiza e coordena a resposta a incidentes. Em resumo, ele preenche o vazio entre a detecção e a resposta, tornando o processo mais eficiente e menos dependente de intervenção humana.

Quais são os benefícios do SOAR para as empresas?

Ainda não se convenceu do impacto do uso do SOAR na realidade da sua empresa?

Melhoria na velocidade de resposta a incidentes

Com a automação de tarefas repetitivas e a orquestração de ferramentas de segurança, o tempo de resposta a incidentes é muito menor

Na prática, isso significa que as ameaças são neutralizadas mais rapidamente, minimizando o impacto potencial.

Redução de custos operacionais

Além disso, a automação de processos reduz a necessidade de intervenção humana, o que pode resultar em economias na sua equipe — que não precisa ficar 24/7 disponível — e, consequentemente, nas finanças. 

Assim, os analistas de segurança da informação podem focar em tarefas mais estratégicas.

Gerenciamento eficiente de alertas

Ao mesmo tempo, o SOAR ajuda a lidar com o grande volume de alertas de segurança que muitas organizações enfrentam

Afinal, a automação permite a triagem e priorização dos alertas, garantindo que os incidentes mais críticos recebam atenção imediata.

Melhoria na colaboração entre equipes

Outro ponto importante que essa metodologia proporciona é a melhoria na etapa de colaboração entre as equipes de uma mesma empresa

Muitos setores nem sempre se comunicam, mas o SOAR acaba com isso, permitindo uma abordagem mais coesa e coordenada para a gestão de incidentes de segurança.

Em um mercado tão competitivo e com ataques cada vez mais refinados, não só as etapas de proteção precisam ser analisadas, e o SOAR é a evolução desse processo, garantindo respostas mais eficientes e protegendo os seus sistemas.

E se você quiser se aprofundar em outra sigla fundamental para o seu negócio, é só baixar o nosso guia completo de SEO para conquistar as primeiras posições nos resultados de busca do Google de forma orgânica.

Tudo que você precisa saber sobre o atributo Href

Por mais que o conteúdo seja sempre considerado o “rei” no ambiente online, o que acontece por trás das cortinas também é fundamental para os resultados aparecerem. 

Seja para melhorar uma estratégia de Marketing de Conteúdo, seja para otimizar a experiência do usuário, o atributo href é um exemplo disso.

Um pequeno elemento que não é exibido em nenhuma página pode impactar os resultados de SEO, navegabilidade e até mesmo estratégias de aquisição de leads

O que acha, então, de se aprofundar em como esse elemento pode ser utilizado no dia a dia da sua equipe?

Continue a leitura para conferir!

O que é o atributo href e para que serve?

O atributo href, abreviação de Hypertext REFerence, é um elemento fundamental para a definição de hiperlinks no desenvolvimento web. 

Ele funciona assim: incorporado ao elemento <a>, o href direciona os usuários para endereços específicos de um site, landing page ou até mesmo páginas externas.

Um exemplo clássico vai ajudar a entender: imagine que você quer que o usuário entre na home do e-commerce, tudo bem? Você pode configurar o atributo assim:

<a href=”URL”>Compre agora</a>

Por mais que pareça algo simples, é muito importante para uma estratégia de link building, por exemplo. Também otimiza a experiência do usuário, permitindo uma navegação mais simples e intuitiva

No final das contas, é uma boa prática de SEO que vai ajudar na melhor indexação nas SERPs.

Quais são os exemplos mais comuns do uso do href?

Ainda não ficou claro como o href pode ser importante? Separamos alguns dos exemplos mais comuns de aplicação desse atributo. Confira!

Link para outro website

<a href=”https://rockcontent.com/”>Visite a Rock Content</a>

Link para um arquivo

<a href=”/arquivos/manual.pdf”>Baixe o Manual</a>

Link para e-mail (mailto)

<a href=”mailto:[email protected]”>Envie um email</a>

Link para telefone (tel)

<a href=”tel:+551199999999″>Ligue para gente!</a>

Link para âncora na mesma página

Elemento com atributo id:

<h2 id=”ancora”>Título Secundário</h2>

Link apontando para essa âncora

<a href=”#ancora”>Ir para o Título Secundário</a>

Quais são os atributos relacionados ao href?

Também é importante entender que existem alguns atributos relacionados ao href.

Target

O target é utilizado para definir onde o link vai ser aberto, permitindo mais controle sobre a experiência do usuário. O valor “_blank”, por exemplo, é útil para os usuários conseguirem explorar o link secundário em uma janela diferente, como nessa aplicação:

<a href=”https://rockcontent.com/” target=”_blank”>Abrir Rock Content em nova aba</a>

O resultado vai ser abrir o site da Rock Content em uma nova aba.

Rel

Já o atributo rel fala da relação entre a página de origem e o destino do link. Um dos valores mais utilizados é “nofollow”, que indica para os motores de busca que o link para ranqueamento deve ser ignorado

Pensando em SEO, ele é fundamental para manter a qualidade dos links do seu site. Você pode usar:

<a href=”https://exemplo.com/” rel=”nofollow”>Link nofollow</a>

Title

Enquanto isso, o atributo title foca em acessibilidade e hierarquia da informação, apresentando um texto prévio para explicar mais detalhes daquele link. Também ajuda na experiência do usuário e aumenta a interatividade dentro das suas páginas:

<a href=”https://rockcontent.com/” title=”Saiba mais sobre a Rock Content”>Rock Content</a>

Como criar um href eficaz?

O que fazer, então, para criar um href que realmente ajude a sua estratégia? Estas dicas podem ajudar!

Texto âncora relevante

Para criar um href eficaz, é fundamental utilizar textos-âncora que sejam claros e descritivos, refletindo o que realmente vai ser entregue naquele link. 

Esse cuidado ajuda a melhorar a usabilidade e o SEO, pois oferecem contexto para o algoritmo entender aquele direcionamento.

Em vez de apenas colocar “Leia mais”, você pode ter um conteúdo mais específico:

<a href=”https://rockcontent.com/marketing-conteudo”>Guia Completo de Marketing de Conteúdo</a>

Evite textos-âncora genéricos

Como falamos acima, textos-âncora genéricos, como “clique aqui” ou “saiba mais”, são menos eficientes para SEO e podem confundir o usuário quanto ao destino do link. 

É mais estratégico usar textos-âncora que descrevam o destino do link, como neste cenário:

Versão genérica:

<a href=”https://rockcontent.com/servicos”>Clique aqui</a>

Versão otimizada:

<a href=”https://rockcontent.com/servicos”>Conheça nossos serviços</a>

Links internos e externos

Você também precisa analisar os links internos pensando em navegação e a distribuição de autoridade SEO entre as páginas do seu site, ajudando a aumentar a relevância de certas páginas. 

Ao mesmo tempo, os links externos ajudam a melhorar a credibilidade do seu conteúdo. Aqui, pense na qualidade dos links externos e faça isso apenas para sites de autoridade no assunto, pesquisas e reportagem de veículos de comunicação de grande relevância. 

Nofollow e Dofollow

A utilização de rel=”nofollow” em um link é recomendada para quando não se deseja passar autoridade para o site linkado, muito comum em publicações patrocinadas ou links de afiliados:

<a href=”https://exemplo.com/” rel=”nofollow”>Link nofollow</a>

Por outro lado, links dofollow são o padrão e não precisam passar por uma atribuição específica. Eles são utilizados para passar autoridade entre as páginas, ajudando a melhorar o ranking do site nos resultados de pesquisa.

FAQs sobre o atributo href

Para que serve o href?

O atributo href é utilizado para direcionar usuários para diferentes URLs. Localizado no elemento <a>, esse atributo conecta uma página à outra, facilitando o acesso a diferentes websites, documentos ou seções específicas de um site.

Qual o significado de href?

Href é a abreviação de Hypertext REFerence, indicando uma referência de hipertexto que conecta partes de um documento ou leva o usuário para novos destinos digitais. Esse atributo atua como uma ponte entre o conteúdo atual e o recurso que se deseja acessar.

O que é href no HTML?

No HTML, href é um atributo que se incorpora em uma tag de âncora (<a>) para especificar o destino de um link. Na prática, esse destino pode ser um novo site, um arquivo específico, ou uma parte em uma página indicada por um ID.

Como criar um href?

Para criar um href, insira o atributo em uma tag <a>, especificando a URL de destino entre aspas, seguindo o sinal de igual. Por exemplo, para criar um link navegável, você pode usar <a href=”https://www.seusite.com”>Acesse mais informações</a>.

Para qualquer negócio que esteja pensando em otimizar a experiência proporcionada em suas páginas, o atributo href precisa ser considerado ao montar a sua estratégia. Além de ajudar a montar links mais eficazes, pode ser um diferencial para criar uma jornada de navegação ainda melhor em seu site.

E se você precisa começar a colocar a mão na massa, nada melhor do que contar com profissionais qualificados e com experiência no uso não só do atributo href, mas de criação de conteúdo técnico, certo? Conheça o WriterAccess e encontre freelancers experientes e especializados!

Boilerplate: entenda seu significado e sua importância

Você já ouviu falar no termo boilerplate? O termo, que vem lá do século XVII, é muito popular hoje em dia principalmente nas áreas de comunicação, jurídica e no desenvolvimento de programas.

Se você quer entender como utilizar o conceito para otimizar a comunicação e a produção de soluções digitais, veja tudo sobre ele a seguir. Acompanhe!

O que é boilerplate code HTML?

É um código padrão que serve como ponto de partida para o desenvolvimento de páginas web. Ele inclui elementos essenciais como a estrutura básica do documento, metadados, links para folhas de estilo CSS e scripts JavaScript, facilitando a criação rápida e consistente de websites.

Mas, para entender melhor o que é um boilerplate, vale iniciar pela origem do termo, que existe bem antes de sequer existirem computadores ou internet.

Um pouco de história…

O termo em inglês data ainda do século XVII, denominando as placas metálicas que eram gravadas com o nome da empresa e afixados a objetos que identificassem quem os produziu.

Mas a forma como utilizamos o termo hoje vem de mais tarde, do fim do século XIX. Era usado para definir as chapas criadas com textos e ilustrações que seriam utilizadas na impressão de múltiplas cópias ou edições de jornais da época — sem precisar refazer a matriz todas as vezes.

Marketing entrando na jogada

Anos depois, o nome boilerplate foi apropriado pelo Marketing para determinar textos padrões sobre empresas que possam ser replicados em diversos canais sem alteração para identificação do negócio e o que oferece.

E o campo jurídico também!

Também existe da mesma forma no contexto jurídico, sendo aplicado como blocos textuais padrões que funcionam para todo tipo de contrato de uma mesma natureza.

Assim, no campo jurídico, boilerplate refere-se a cláusulas padrão ou termos genéricos que são frequentemente usados em contratos, acordos e documentos legais. 

Essas cláusulas são tipicamente utilizadas para economizar tempo e garantir consistência em diversos documentos, abordando aspectos comuns como limitações de responsabilidade, jurisdição, direitos autorais e confidencialidade. Embora sejam padronizadas, é importante revisá-las cuidadosamente para garantir que atendam às necessidades específicas de cada caso.

E foi essa característica de reprodução que levou o conceito até a rotina dos desenvolvedores. Na programação, o boilerplate code HTML é um trecho de código que pode ser repetido em vários pontos sem que seja necessário alterações significativas.

Portanto, é uma forma de otimizar o trabalho de programadores, permitindo que eles repliquem seções que exigem muitas linhas de código sem ter que reescrever tudo novamente.

Quais são os benefícios do código boilerplate?

Para entender por que desenvolvedores utilizam código boilerplate, basta analisar as vantagens que o hábito traz para quem o inclui em seu fluxo de trabalho. Veja os principais.

Redução do tempo de trabalho

Com seções replicáveis de código, o uso de boilerplate reduz bastante o tempo de trabalho, já que programadores não precisam reescrever trechos inteiros, alterando apenas mudanças pontuais necessárias em cada instância.

Redução de falhas

A repetição de trabalho é um dos pontos mais críticos de falha em fluxos produtivos. Quando você tem boilerplates prontos e revisados, evita que haja inconsistência entre trechos replicados e reduz a possibilidade de falhas por erro humano.

Compartilhamento

Seja para acelerar o trabalho de colaboradores ou fazer onboarding dos iniciantes, os boilerplates servem como compartilhamento de conhecimento entre desenvolvedores.

Além de inserir rapidamente seções de código no trabalho, esses trechos pré-produzidos podem ser estudados para entendimento mais rápido sobre as práticas adequadas àquela solução digital.

Polimento do código

A introdução de sites, lojas virtuais e aplicativos no fluxo de atração de clientes hoje é fundamental para o sucesso de empresas. Quanto maior a qualidade da experiência, maior o sucesso comercial.

Quando você reduz o tempo de trabalho e as falhas, pode utilizar o tempo disponível para polir ainda mais o código e a interação do público com seu produto. Até mesmo os boilerplates podem ser trabalhados para um código mais simples e eficiente.

Modulação de soluções digitais

Com o tempo, empresas que utilizam boilerplate code HTML em suas soluções tendem a formar um repositório de funções básicas que podem ser facilmente inseridas, retiradas e reorganizadas.

Assim, você pode ajustar sua interação com o público com a velocidade que o mercado de hoje exige. Desde mudanças de layout até novas funcionalidades que destaquem sua solução da concorrência.

Como estruturar seu site de forma eficiente com boilerplate code HTML

Para tirar o melhor proveito de boilerplates, sua utilização deve ser pensada desde a concepção de um site ou aplicação digital.

Portanto, o primeiro passo para estruturar esse código é definir as funcionalidades e a experiência do usuário (UX) de forma modular, replicável e escalável.

Essa definição não é feita apenas pelos desenvolvedores, mas um alinhamento com o setor de Marketing e relacionamento com o cliente. É o momento de definir elementos de interação que vão fazer parte do branding da empresa e devem ser consistentes em qualquer situação de engajamento.

Alguns exemplos são: formatos de conteúdos, tipos de interação do usuário, identidade visual, posição de elementos como botões e menus etc.

Quanto maior a eficiência de uma UX modular, mais replicável e intercambiável ela é. A partir da consolidação desses elementos, devs podem focar nos boilerplates que mais agilizam processos e garantem a qualidade da experiência em qualquer situação.

Depois disso, é hora de executar. A seguir, você verá mais dicas sobre como fazer isso.

Dicas e melhores práticas para usar boilerplate code HTML de maneira eficaz

Ao estruturar um projeto de desenvolvimento pensando na utilização de boilerplates, gestores podem incluir etapas de execução do plano com mais facilidade e diminuir o tempo entre ideação e entrega no médio e longo prazo.

O ideal é que cada nova implementação se torne uma economia de tempo lá na frente. Veja as práticas indicadas para facilitar ainda mais o processo.

Mapeie as possibilidades de replicação e escalabilidade

Esta primeira etapa se conecta diretamente com o tópico anterior. Após o alinhamento de metas comerciais e a definição das funcionalidades nucleares de um site ou app, é hora de mapear oportunidades de construir esses módulos como boilerplate.

Priorize ações e funções que sejam mais presentes na UX desejada e que se conectam diretamente ao objetivo da marca, ou seja, aquelas interações que estarão presentes no futuro mesmo com mudanças de estratégia e cenários de mercado.

Crie padrões de formatação e comentários

A ideia do boilerplate code HTML é facilitar e agilizar a programação. Para que isso aconteça, é preciso que o próprio formato do código tenha padrões predeterminados.

Assim, quando for preciso adicionar um deles ao desenvolvimento, ele precisará de quase nenhum ou nenhum ajuste por parte dos programadores, mitigando a chance de erros.

Organize os boilerplates para facilitar o acesso e o uso

Ainda dentro da mesma ideia, como garantir que todos os desenvolvedores, internos e parceiros, consigam acessar e utilizar boilerplates com facilidade?

Isso depende muito da forma como você os estrutura. A organização de repositórios de código passa por uma indexação adequada, desde a nomeação dos arquivos até indicações claras de uso.

O uso de plataformas como o GitHub facilita essa estruturação, ou você mesmo pode criar seu sistema interno de referência e acesso.

Crie uma documentação completa para seus boilerplates

Boilerplates costumam ser utilizados por vários perfis de desenvolvedores dentro da empresa: veteranos que já estão acostumados com o fluxo de trabalho, novatos em período de adaptação, colaboradores externos, até mesmo que não tem muito contato com desenvolvimento, mas precisa fazer ajustes pontuais — como o Marketing para sites e aplicativos.

Nesses casos, elaborar uma documentação adequada não só agiliza processos como diminui o peso em programadores que precisam estar o tempo todo orientando o uso dos trechos de código.

Essa documentação deve contar com cenários de uso para cada boilerplate, instruções de implementação, falhas comuns no processo e troubleshooting (processo de diagnosticar e resolver problemas em sistemas ou equipamentos, identificando a causa raiz e implementando soluções). 

Exemplos de uso de código boilerplate

Existem várias abordagens para boilerplates que aumentem a eficiência do desenvolvimento. Alguns exemplos são:

  • funções para elementos que se repetem na experiência do usuário, como botões e formulários;
  • blocos de texto e imagens que serão replicados em vários canais digitais — o uso padrão do termo na comunicação;
  • criação de ferramentas e conteúdos modulares para fácil rearranjo em interfaces digitais;
  • scaffolding, como é chamado o conjunto de boilerplates para que desenvolvedores júnior e novos colaboradores possam se inserir mais rapidamente no fluxo de desenvolvimento.

Estas são apenas algumas das maneiras de incluir o uso de boilerplate em seu código. Toda oportunidade de otimizar o trabalho é uma chance de aumentar o sucesso de empresas na era digital.

Quando o boilerplate deve ser usado?

Se há qualquer oportunidade de construir módulos de texto para serem usados em escala, há uma oportunidade de uso para boilerplate.

Abrindo ainda mais a discussão para todo tipo de negócio, existem 3 usos principais para a técnica. Veja quais são.

Marketing e comunicação

O boilerplate no Marketing surge como uma prática de produção de conteúdos replicáveis em escala, que gerem visibilidade a partir da consistência em mensagem e linguagem entre vários canais.

O termo boilerplate no Marketing é visto mais como definição daqueles textos “Sobre Nós” que encontramos em sites institucionais, lojas, press releases etc. Mas pode ser qualquer conteúdo em que alguns elementos textuais possam ser repetidos.

Jurídico

Um dos usos mais comuns dos boilerplates é em contratos jurídicos. Quando empresas trabalham com serviços, não precisam reescrever cláusulas fundamentais para cada novo contratante.

Isso facilita, inclusive, a adição de cláusulas para serviços com tiers de adesão que apresentam ofertas e procedimentos diferenciados.

Desenvolvimento

Como você viu neste artigo, um dos grandes usos do boilerplate é na programação, com a construção de trechos de código que podem ser repetidos e implementados sem grandes ajustes.

Mas lembre-se: boilerplate não é o mesmo que template ou modelo. Seu objetivo não é criar uma peça monolítica, mas componentes para desenvolvimento mais modular.

Sabendo onde aplicar a técnica e estruturando seu repositório, o boilerplate code HTML vai agilizar o seu trabalho, integrar mais a equipe e permitir canais digitais ainda mais encantadores para o público.

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Realidade aumentada nas redes sociais: como utilizar para crescer seu negócio?

A realidade aumentada nas redes sociais tem sido uma ferramenta promissora para o crescimento de negócios. A tecnologia consiste em integrar um conteúdo virtual dentro de um cenário real a partir de câmeras e outros sensores.

Um exemplo bastante conhecido é o Pokémon Go, jogo que se tornou referência pelo seu sucesso. Ao sobrepor informações digitais à vista do usuário, a realidade aumentada (RA) proporciona uma experiência enriquecida do mundo real e garante melhores resultados.

Para se ter ideia, um estudo publicado pela Meta apontou que anúncios com RA superam as campanhas em formato usual, com um custo 59% menor para gerar reconhecimento.

Este conteúdo visa explorar aplicações práticas da realidade aumentada no mercado, além dos benefícios potenciais para o crescimento dos negócios. Acompanhe!

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Como se deu a evolução da tecnologia de realidade aumentada?

O conceito de realidade aumentada remonta a 1990. Foi o cientista norte-americano Thomas P. Caudell, que trabalhava na área de pesquisa da Airbus, quem primeiro explorou a ideia de “ver através” da realidade virtual.

A ideia foi desenvolvida a partir de uma necessidade: elaborar um manual de montagem de feixes de fios de uma aeronave.

Alguns anos depois, Louis Rosenberg teria criado o primeiro sistema de RA para o treinamento de tiro e pilotagem no Laboratório de Pesquisa da Força Aérea americana.

Como funciona a realidade aumentada?

Alguns componentes básicos são indispensáveis para o funcionamento dessa tecnologia. Como visto, a disponibilidade de câmeras pelo usuário é fundamental.

É por meio dela que os sensores podem fazer a leitura de objetos, determinar a localização e as características do ambiente.

O processamento de dados por meio da computação, desse modo, permite que objetos do ambiente real interajam com objetos do ambiente virtual dentro de um aplicativo.

Inteligência Artificial Generativa também pode auxiliar nesse processo, especialmente no desenvolvimento de tarefas mais complexas. A partir desses elementos, é possível proporcionar a melhor experiência do usuário imersiva.

Como a realidade aumentada está sendo incorporada nas principais redes sociais?

Nas redes sociais, a RA tem proporcionado uma nova experiência entre o cliente e a marca, e se tornado um recurso poderoso para engajar o público.

Um exemplo em destaque é a criação de filtros de RA no Instagram, que podem ser usados por toda a comunidade como uma oportunidade para reforçar o branding e manter os seguidores engajados.

Vídeos e imagens imersivas também têm permitido que clientes testem e interajam com o produto como etapa da jornada de conversão.

Por meio da RA, por exemplo, é possível experimentar roupas, maquiagens e visualizar mobiliários em sua casa antes de fechar o carrinho.

Um caso de sucesso é a reconhecida marca de cosméticos MAC. Essa é apenas uma das empresas que têm aderido ao “provador virtual”, como modo de simular a experiência em um balcão de maquiagem, sem que o usuário precise ser direcionado à loja física.

A ferramenta se popularizou, especialmente durante a pandemia, e permitiu que milhares de pessoas pudessem testar tons e produtos virtualmente para acertar na escolha.

Provador virtual do site MAC cosmetics

Provador virtual do site MAC cosmetics

Fonte: MAC Cosmetics

Quais os benefícios para negócios?

Entenda a seguir os benefícios que o seu negócio pode perceber a partir do uso da RA!

Impacto na visibilidade da marca

Diante de um oceano de ações publicitárias, fica cada vez mais difícil captar a atenção do público. A inovação nas ações de marketing, portanto, tem sido a chave para aumentar a visibilidade.

Nesse sentido, a realidade aumentada pode ser estratégia acertada para os negócios, proporcionando experiências únicas e memoráveis em vários pontos de contato.

Aproximação do cliente

Outro benefício notável é a aproximação entre a sua marca e o cliente final. A RA, afinal, consegue trazer elementos virtuais para a realidade do usuário.

Isso permite criar conexões mais profundas e, ainda, aumentar a percepção de valor sobre o seu produto. Imagine o seguinte cenário: uma dona de casa precisa substituir sua poltrona, mas não sabe qual estilo de mobiliário combina melhor com a sua sala de estar.

Uma empresa X, percebendo essa dor, disponibilizou um recurso de realidade aumentada para que ela pudesse testar diferentes produtos da loja, visualizando o móvel em sua sala por meio da lente.

Nessa hipótese, o teste virtual não só é capaz de gerar desejo no usuário como também conduz a uma decisão mais acertada. Isso, sem dúvidas, aumenta os níveis de satisfação com a marca.

Diferencial de marca

Quando a marca consegue inovar, rompendo de maneira positiva padrões que cercam os modelos de negócio tradicionais, a tendência é a superação da concorrência.

Como no último exemplo explorado, empresas pioneiras na adoção dessas tecnologias conseguem conquistar clientes fiéis, que percebem o produto ou serviço como único no mercado. Nesse sentido, a marca consegue não só atrair a atenção em ações de publicidade, como fidelizar, no longo prazo, o cliente final.

Experiência com o produto

Como visto, a possibilidade de experimentar e interagir com o produto é um dos recursos mais valiosos para as marcas. A tecnologia funciona como auxiliadora do processo de vendas, garantindo uma visualização completa do produto em todas as suas dimensões.

A RA ainda pode resolver de forma intuitiva dúvidas sobre especificações técnicas, problemas de usabilidade e escolha do produto de acordo com as necessidades específicas do usuário.

Por fim, a interação garante a coleta de feedbacks e dados relevantes sobre o cliente, criando oportunidades para abordagens mais certeiras pela empresa.

Agilidade e eficiência

Por fim, vale mencionar que o recurso também torna mais curto o tempo até a tomada de decisão pelo cliente final. Não é raro que, da descoberta à compra, as empresas invistam em ações distintas de publicidade, tendo em vista a curva de aprendizado necessária.

Recursos de realidade aumentada, por outro lado, podem agilizar e tornar mais eficiente esse processo. A interação real com a sua oferta pode ser aplicada para conduzir potenciais clientes, em diferentes estágios de consciência sobre a dor ou o produto, até a compra.

Quais algumas aplicações práticas para empresas?

Agora que você já conhece os benefícios, deve estar se perguntando como fazer realidade aumentada. Confira alguns casos bem-sucedidos de RA e inspire-se!

Mini

Com o desafio de aumentar a consideração nos EUA, a marca automotiva Mini aproveitou os recursos de realidade aumentada para apresentar uma versão realista do seu veículo para potenciais clientes.

Na campanha, foi desenvolvido um filtro que permitia visualizar o veículo em tamanho real onde o usuário quisesse e interagir com o produto.

Avon

A Avon foi outro caso de sucesso. Enquanto patrocinava um reality brasileiro, a marca de cosméticos buscou se diferenciar de outros patrocinadores ao apresentar seus produtos.

Para isso, utilizou um filtro de realidade aumentada que permitia aos usuários jogar com avatares similares aos participantes do programa. Além da diversão proporcionada, os pontos alcançados poderiam ser trocados por uma variedade de produtos da marca.

O resultado foi mais de 40 mil cadastros capturados durante a campanha.

Rak’n’Roll

Por fim, destaca-se a campanha criada por essa fundação oncológica na Polônia, divulgada por meio das redes sociais com a finalidade de arrecadar fundos.

Também por meio de filtros de RA, a organização teve um maior reconhecimento, o que estimulou doações. Para se ter ideia, a campanha alcançou 39,6 vezes mais doadores quando comparada com as campanhas em formato usual.

Alavanque as suas redes sociais com conteúdos de qualidade!

Sem dúvida, a realidade aumentada nas redes sociais constitui um recurso poderoso para marcas de todos os segmentos do mercado. Por meio dela, é possível chamar a atenção do usuário para a sua oferta de maneira única.

Isso aumenta o reconhecimento da marca e garante uma conexão profunda entre as dores do seu cliente e a sua proposta de valor. São inúmeras as possibilidades.

Por outro lado, sabemos que gerir a produção de diversos formatos de conteúdo, adaptados para diferentes públicos e objetivos, nem sempre é uma tarefa simples.

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O Google vai acabar com os cookies, mas não totalmente: Tudo o que você precisa saber

Apesar do cenário de constantes mudanças do marketing digital, o Google surpreendeu a todos ao tomar a decisão de acabar com os cookies de terceiros para alguns usuários do Chrome. Há poucos dias, o Chrome eliminou os cookies de 30 milhões de usuários, ou cerca de 1% de toda sua base. Além disso, os cookies no Chrome serão completamente eliminados até o final deste ano – ou quase!

Cookie GIF by NBC

A verdadeira história dos cookies 

A mudança que o Google fez em relação aos cookies de terceiros é um grande avanço no debate constante sobre a privacidade do usuário e a busca por anúncios personalizados. Essa mudança está obrigando as empresas a repensar suas estratégias publicitárias, encorajando a criatividade em um ambiente em que a privacidade do usuário é prioridade.

Como isso impacta as plataformas SaaS?

A falta de cookies de terceiros cria obstáculos e oportunidades para as empresas do setor de Software como Serviço (SaaS), que estão fortemente concentradas em anúncios direcionados. As empresas de SaaS terão que reconsiderar suas estratégias de anúncio sem esses cookies. O estudo de diferentes estilos de anúncios, o uso de seu próprio conjunto de dados ou o uso de tecnologias inteligentes como a Inteligência Artificial, para fornecer orientação precisa, podem ser exemplos disso.

E o que muda no marketing B2B?

No setor de business-to-business (B2B), dizer adeus aos cookies exige uma reconstrução de estratégia. Profissionais de B2B devem considerar a adoção de táticas como marketing baseado em contas, aprimoramento de estratégias de conteúdo, melhoria de sistemas de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM), exploração de iniciativas colaborativas dentro da comunidade B2B e avaliação do impacto dessa mudança em setores como indústria, finanças e saúde.

Privacy Sandbox: O Novo Jogo do Google

Mas não se preocupe! O Privacy Sandbox do Google é um recurso valioso. Ao garantir um ambiente sólido de privacidade, essa iniciativa visa mudar a forma como monitoramos os dados dos usuários. 

SaaS e B2B podem aproveitar isso, buscando o melhor equilíbrio entre fornecer aos usuários uma experiência personalizada e proteger seus dados.

A colaboração na comunidade Privacy Sandbox pode fortalecer o espírito de equipe, ajudando os times a superar obstáculos, aproveitar oportunidades importantes e navegar pelas leis de privacidade globais.

Simples passos para a adaptação de SaaS e B2B

Verifique como seus dados são armazenados:

Profissionais de marketing B2B e fornecedores de SaaS devem revisar cuidadosamente suas práticas de dados para garantir que elas estejam alinhadas com os novos padrões de privacidade. Colaborar em auditorias dentro de grupos do setor pode trazer alguns insights e promover uniformidade.

Uso Inteligente de Dados Primários: 

As plataformas SaaS podem colocar seus dados primários para trabalhar de forma estratégica, mantendo os anúncios direcionados e respeitando as regras de privacidade.

Isso pode envolver a criação de recompensas atraentes para usuários que compartilham dados e a oferta de serviços relevantes com base nas informações fornecidas por eles diretamente.

Conectando-se à tecnologia de ponta e anúncios contextuais:

Entusiastas de B2B podem se concentrar em anúncios contextuais, mergulhando na essência do conteúdo e entendendo como os usuários interagem com ele. 

Eles também estão se inserindo em novas tecnologias, aproveitando a Inteligência Artificial para refinar seu direcionamento. 

Colaborar com especialistas em tecnologia permite se manter à frente nas tendências tecnológicas e compreender as implicações do ‘Metaverso’ para a publicidade.

Informe o Usuário e Seja Transparente:

Ambas as equipes de SaaS e B2B podem obter êxito ao manter os usuários informados. Fornecer insights essenciais sobre práticas de dados constrói confiança.

Além disso, oferecer aos usuários informações sobre por que os anúncios direcionados são atraentes pode criar uma legião de usuários engajados e antenados.

Mudanças para Profissionais de Marketing:

Os profissionais de marketing estão desbravando esse novo território. A mudança de cookies é como recalcular a rota do GPS, levando esses profissionais a flexibilizar suas habilidades com novos dados, criar campanhas contextuais matadoras, mergulhar em novas tecnologia, promover o trabalho em equipe e ficar por dentro das novidades e tendências da sua indústria.

Dando uma espiada no que está por vir:

Além do burburinho da mudança nos cookies do Google, vamos dar uma visão mais O foco está em coisas como:

  • Dar aos usuários o controle: as regulamentações globais de privacidade, como o GDPR e o CCPA, estão dando aos usuários mais controle sobre seus dados. 
  • A ascensão da tecnologia: a tecnologia legal, como a criptografia e a anonimização, está ajudando as empresas a proteger os dados dos usuários de forma mais eficaz.
  • O surgimento de novas tecnologias: o Metaverso e outras novas tecnologias estão levantando questões sobre privacidade de dados.

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A colaboração com os colegas do setor pode ajudar as empresas a se alinharem com essas tendências e aproveitar as oportunidades que elas oferecem. Por exemplo, as empresas podem colaborar para desenvolver novos padrões de privacidade ou para compartilhar insights sobre como as novas tecnologias estão impactando a privacidade de dados.

Onde a privacidade e as ideias legais se fundem:

Claro, as regras de privacidade podem ser um pouco difíceis de entender, mas também são o toque secreto que faz a inovação na tecnologia ferver. Os rockers do SaaS e B2B podem usar esse tempo de transição para criar ideias novas, não apenas para seguir as regras, mas para estabelecer novos padrões para o tratamento de dados.

O ponto onde privacidade e as boas ideias se encontram é onde a verdadeira mágica acontece – com tecnologia de ponta focada na aprovação do usuário, transparência e dando aos dados aquele tratamento VIP merecido.

A Nova Era Digital Pós-Mudança de Cookies do Google

À medida que as equipes de SaaS e B2B navegam nessa onda de transformações na cena do marketing digital, o mais importante é unir forças e olhar para frente.

Promover a privacidade, esclarecer usuários sobre vantagens e desvantagens, gerenciar dados primários com expertise e explorar novas tecnologias não são apenas respostas a desafios, mas estratégias inteligentes para criar um ambiente digital ético, amigável e repleto de inovação.

Nesta era de revolução digital, onde a privacidade é a chave do sucesso, as empresas que se sobressaem nesses princípios não estão apenas cumprindo requisitos de conformidade – elas lideram na promoção de experiências positivas. 

O caminho adiante exige manter o ritmo, engajar-se nas discussões e cumprir a promessa de um ambiente online onde os usuários se sintam seguros, valorizados e no controle de sua jornada digital.

Últimas palavras

Em resumo, o declínio dos cookies não marca o fim da personalização; é um palco aberto para as empresas redefinirem seu engajamento com o público. 

Ao navegar pelos padrões de privacidade em constante evolução, as equipes de SaaS e B2B não apenas acompanham a jornada – elas estão abrindo caminho para o futuro do marketing digital.

A jornada ainda está em andamento, mas a parada final promete uma cena que gira em torno de promover a inovação e a privacidade do usuário.

Considere este artigo seu acesso aos bastidores, dando aos profissionais de marketing as informações e estratégias para navegar em águas agitadas. À medida que a arena digital continua girando, estar por dentro, saber aproveitar as mudanças e construir conexões, fatalmente levará ao sucesso.

Encarar o futuro do marketing digital exige mais do que apenas percepções – requer maestria. Pronto para reinventar sua estratégia de conteúdo pós a revolução nos cookies do Google? 

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O que é o Mistral AI e como utilizar essa Inteligência Artificial para criar conteúdo?

Em menos de 2 anos, as Inteligências Artificiais baseadas em grandes modelos de linguagem (LLM) evoluíram de curiosidades tecnológicas para ferramentas úteis comercialmente.

Uma prova dessa velocidade é o sucesso do Mistral AI que, em menos de um ano, destacou-se no mercado com uma abordagem única e inovadora, podendo bater de frente com o ChatGPT com facilidade.

Se você quer entender mais sobre a tecnologia e como ela pode ser útil na produção de conteúdo do seu negócio, confira todas as informações sobre Mistral AI neste artigo. Continue lendo!

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O que é a Mistral AI?

A Mistral AI é uma Inteligência Artificial de modelo generativo de linguagem, similar ao funcionamento do ChatGPT, mas com o diferencial de ter seu código aberto.

Baseado na arquitetura GPT-4, é capaz de utilizar grandes fontes de dados para interpretar, processar e responder a prompts do usuário.

A empresa foi fundada em 2023 com especialistas na tecnologia, incluindo pesquisadores da Meta e DeepMind. Mostrou um potencial tão grande que já no início de suas atividades aportou mais de US$100 milhões em investimentos.

Modelos e ofertas de produtos

Por ser uma plataforma de código aberto, a Mistral AI oferece liberdade para que desenvolvedores e empresas se beneficiem de seu poder da maneira mais conveniente.

A Mistral AI pode ser usada como uma ferramenta diretamente na plataforma da empresa, tanto com sua API endpoint quanto incorporada em sites ou aplicações.

Caso a empresa queira utilizar a estrutura Mistral para criar uma IA generativa do zero, pode baixar seus dois modelos atuais sob licença Apache 2.0. Veja quais são.

Mistral 7B

É o modelo básico Mistral, focado na eficiência e facilidade de implementação. Possui suporte apenas para inglês e 8k de context window.

Mistral 8X7B

Modelo nomeado pela empresa como Mixture-of-Experts, é a versão mais completa da IA. Com 32k de context window, tem suporte a múltiplos idiomas apresenta maior poder de customização do que o 7B.

Quais as diferenças da Mistral AI e OpenAI?

A Inteligência Artificial Mistral utiliza a mesma arquitetura do ChatGPT desenvolvido pela OpenAI, mas a principal diferença entre as duas soluções está na abordagem do uso da tecnologia.

A Mistral AI ganhou tanto destaque logo de cara por oferecer uma plataforma de código aberto a quem quiser utilizar o modelo de linguagem com sua própria base de dados.

Dessa forma, empresas podem construir, utilizar e até monetizar suas próprias IAs generativas de acordo com suas necessidades e objetivos de mercado.

O resultado disso é controle e transparência. Por ser uma ferramenta aberta, profissionais de TI conseguem compreender o processo de análise de dados complexos da coleta, passando pelo recebimento do input até a entrega do resultado.

O reflexo disso é o uso mais adequado em estratégias de Marketing, sendo possível fazer ajustes finos para que a interação humano-máquina esteja sempre em evolução. É sobre isso que falaremos a seguir.

Como o código aberto de IA supera em desempenho?

A proposta de um modelo de linguagem open source é um divisor de águas na evolução da Inteligência Artificial aplicada ao mercado.

Assim como muitas outras tecnologias, a abertura do código ao público potencializa e acelera seu desenvolvimento.

Podemos fazer uma análise disso em dois escopos, começando com uma empresa para então passarmos à tecnologia no geral.

Por ter essa abordagem livre, o Mistral AI permite que qualquer TI tenha o poder de LLM em suas mãos. O acesso ao código permite estudar, implementar e aplicar Inteligência Artificial de uma maneira que faça sentido e otimize os resultados de cada negócio.

Ela pode se tornar uma ferramenta interna de análise e gestão de dados, como também um canal de comunicação com o público e Marketing por meio de chatbot personalizado e planejamento de conteúdo.

Quer aprender mais sobre o poder de Chatbots no Marketing? Confira aqui!

E se centenas, milhares de empresas estão fazendo isso ao redor do mundo, o resultado se torna um desenvolvimento mais rápido da própria tecnologia.

Abertura gera compartilhamento, e compartilhamento gera conhecimento. A Mistral, por ser aberta, resulta na geração de documentação abrangente e completa, além do aprimoramento do próprio código em tempo menor se comparado a uma versão proprietária como OpenAI.

Se isso vai significar uma tecnologia mais democrática e transparente no futuro, só o tempo dirá. Mas o que não falta é exemplo de plataformas abertas que transformaram o mundo nas últimas décadas.

Como testar o novo modelo da Mistral AI, o Mixtral-8x7B?

Se você quer conhecer mais sobre a Mistral AI, pode acessar o site da empresa. Mas não é a única forma de testar o modelo 8X7B.

Atualmente existem modelos de linguagem generativos que já utilizam a estrutura da Mistral como base para interação com humanos.

Alguns exemplos são:

Todas as 3 utilizam a API do modelo 8X7B, consideradas o que é chamado de Mistral-Medium. Cada uma delas foca em um uso diferente da tecnologia, desde a análise de dados empresariais à geração de conteúdo.

É possível produzir conteúdo com Mistral AI?

Assim como outras Inteligências Artificiais generativas, a Mistral AI surge como potencial ferramenta de suporte a empresas que buscam produzir conteúdo para campanhas de Marketing Digital.

Embora não seja recomendada a produção final de conteúdo por IA — devido questões de confiabilidade de informações e esvaziamento de conexão produto-público — é possível sim utilizar a Mistral para agilizar estratégias.

Veja alguns exemplos de uso de modelos de linguagem na elaboração de conteúdo:

  • brainstorming de temas;
  • elaboração de pautas;
  • processamento de informações a partir de fontes confiáveis;
  • estruturação de calendário de publicação;
  • compilação e segmentação de referências, etc.

Com a aplicação objetiva da Inteligência Artificial na base do planejamento, seu Marketing de Conteúdo pode ser potencializado tanto em relevância quanto em volume.

Para quem sabe trabalhar com tecnologia como apoio estratégico e produtivo, soluções como a Mistral AI são uma oportunidade de mercado. Utilize o que aprendeu neste artigo para começar a pensar nas possibilidades comerciais que ela pode trazer.

E que tal usar Inteligência Artificial para colocar seu negócio em contato com os melhores talentos na produção de conteúdo no mercado? Conheça a plataforma WriterAccess e teste gratuitamente por 14 dias!

Tecnologias assistivas: a tecnologia a favor da acessibilidade e inclusão

Todos os cidadãos têm algo a contribuir na sociedade, por isso a exclusão de indivíduos traz perdas para a coletividade. Algumas pessoas com determinado tipo de dificuldade física ou intelectual podem necessitar de um suporte para sua autonomia, desenvolvimento e inclusão.

Esse suporte é chamado de tecnologia assistiva, e várias pessoas podem precisar dela durante toda a vida ou apenas por um período. Portanto, toda a sociedade deve estar atenta e conhecer as formas de acessibilidade.

Saiba que essa tecnologia não se limita a dispositivos, pois vai muito além. Conheça mais neste texto.

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O que são tecnologias assistivas?

O termo foi criado em 1998 nos Estados Unidos, e no Brasil foi oficializado em 2016 pelo CAT, Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria dos Direitos Humanos. Esse comitê criou a Lei da Inclusão e tornou obrigatório o uso de tecnologias de apoio no ambiente escolar e nas empresas.

As tecnologias assistivas visam a inclusão de pessoas com necessidades especiais no contexto da educação, do transporte e do trabalho. Elas não se resumem ao uso de dispositivos eletrônicos. Fazem parte de uma área de conhecimento multidisciplinar, que inclui estratégias, metodologias, recursos, produtos, práticas e serviços.

Quais os tipos de tecnologias assistivas?

Um estudo de nível mundial dividiu as tecnologias assistivas em doze categorias, segundo sua natureza e funcionalidade.

Essa segmentação tem o objetivo de facilitar o entendimento sobre a acessibilidade e o desenvolvimento de novas tecnologias. Vamos conhecer cada uma delas.

Tecnologias de auxílio para a vida diária e prática

São produtos e serviços que auxiliam as pessoas no cotidiano para tarefas básicas de sobrevivência. Por exemplo, comer, tomar banho, se locomover, se vestir, cuidar da casa, etc.

Comunicação aumentativa e alternativa

Direcionada para pessoas com dificuldade de comunicação. Engloba a limitação ou ausência de fala, de compreensão do contexto de mensagens e também dificuldade de escrita. São os métodos usados para complementar ou substituir as interações. Pode ser apenas gestual ou necessitar de materiais.

Recursos de acessibilidade ao computador

Como o computador ganhou grande destaque no cotidiano, vemos a importância da acessibilidade digital e como é uma categoria de grande dimensão. Utilizam dispositivos específicos para finalidades diferentes de acordo com necessidades particulares.

Podem ser utilizados softwares ou hardwares especiais. Os hardwares são os equipamentos físicos, como teclados ou impressoras especiais. Os softwares são programas para serem instalados no computador.

Sistema de controle de ambiente

É a ativação por voz utilizada por pessoas com mobilidade reduzida para tarefas corriqueiras, como acender luz ou abrir e fechar janelas e portas.

Projetos arquitetônicos para acessibilidade

Englobam arquitetura urbana e construções de edifícios públicos ou privados. Aqui entram rampas para pessoas com mobilidade reduzida, sinais sonoros no semáforo, pisos táteis para cegos, banheiros ou mobiliários adaptados para cadeirantes, etc.

Órteses e próteses

As órteses podem auxiliar no movimento corporal, quando incorporadas a algum órgão com funcionalidade reduzida — por exemplo, as pernas robóticas e stand tables. Já as próteses são utilizadas para substituir órgãos inexistentes.

Adequação postural

São recursos que auxiliam no repouso corporal com objetivo de manter a postura adequada para não causar danos e dores. Pode ser na posição deitada, sentada ou de pé, como encostos anatômicos e posicionadores para estabilidade.

Auxílios de mobilidade

Nesta categoria estão os equipamentos para a mobilidade, como andadores, bengalas simples ou eletrônicas (que emitem sinais sonoros), cadeira de rodas ou scooter.

Auxílio para pessoas cegas ou com deficiência visual

Engloba todo equipamento que auxilia na visão para quem não enxerga completamente. Inclui recursos ópticos, como lentes, lupa, ampliadores de tela, software para leitura de texto ou tela, hardware para impressão em braile. Entra, também, assistência de animais treinados para acompanhamento.

Auxílio para pessoas surdas ou com deficiência auditiva

Todos os dispositivos que auxiliam a audição de quem não ouve completamente. Pode ser aparelho para surdez, sistemas com alerta táctil visual, telefone com teclado tele-tipo (TTY), tradutoras para língua de sinais (Libras), etc.

Adaptações em veículos

Recursos e equipamentos que auxiliam pessoas com mobilidade reduzida a dirigir um veículo, como assentos e cintos adaptados, facilitadores de embarque e desembarque, adaptadores nos pedais, etc.

Esporte e lazer

Auxílio para acessibilidade ao esporte e recreação, como bola com dispositivo sonoro para cegos.

Como usar tecnologias assistivas em empresas?

As empresas precisam se adaptar às leis e oferecer aos seus funcionários e clientes com necessidades especiais a capacidade de circular e realizar seu propósito no ambiente. Vamos ver algumas dicas.

  • Sinalização por luzes: substitui qualquer tipo de notificação sonora, usado como suporte para surdos. Por exemplo, o toque do telefone deve incluir luzes piscantes.
  • Rampas de acesso: sempre onde houver escada é necessário ter alternativa de rampa para pessoas com mobilidade reduzida.
  • Espaços adaptados: todos os ambientes devem ser adaptados, como escadas com corrimões e corredores com espaço para a passagem de cadeira de rodas, visualização luminosa e pisos táteis para pessoas com baixa visão ou cegos, banheiros com espaço para cadeirante e apoios nas paredes.
  • Mobílias ergonomicamente adaptadas: alturas de mesas, cadeiras e armários devem ser adaptadas quando houver cadeirante.
  • Sinalização em Braille: todas as sinalizações de localização devem conter a informação em Braille, como portas de banheiro, número de salas, etc.
  • Intérprete de Libras e tradução em língua de sinais: contratar um tradutor de Libras para eventos sempre que possível. Quando não for viável, ou no dia a dia, utilizar plataformas que transcrevem os conteúdos para Libras.
  • Telefones adaptados: dígitos maiores, chamadas com sinalização por luz, dígitos em Braille ajudam a pessoa com deficiência visual e baixa visão.
  • Computadores adaptados: os hardwares como mouse e teclado devem ser adaptados conforme as necessidades, bem como possuir softwares de leitura para documentos e outros de acordo com a necessidade.

Como usar tecnologia assistiva nas escolas?

As escolas devem oferecer os mesmos itens das empresas, proporcionando inclusão aos funcionários e estudantes. A diferença é que também precisam incorporar esses cuidados na aprendizagem, nas atividades em sala de aula, no material pedagógico e no preparo dos professores para atuar com alunos especiais.

A escola é o local onde as crianças e os jovens com necessidades especiais vão iniciar a socialização e a utilização das tecnologias assistivas, e é onde devem ser preparados para isso. Da mesma forma, estudantes que não necessitam dessas tecnologias devem ter os primeiros contatos com ela, de maneira a naturalizar o seu uso para quem necessita.

Quais são as tecnologias assistivas para web?

Não existe inclusão social sem acessibilidade digital, e novas tecnologias estão sempre surgindo. Vamos ver alguns exemplos e novidades utilizados atualmente.

Ampliadores de imagem

Ampliadores de imagem utilizam ferramentas de zoom in e zoom out para pessoas com baixa visão. Alguns oferecem alto contraste e opções de ponteiro de mouse.

Algumas opções de programas ampliadores de imagem:

  • Lupa do Windows: é o mais conhecido e fácil de acessar, basta ativá-lo no menu iniciar, e é gratuito;
  • MAGic: é considerado o melhor por muitos usuários, porém tem que pagar;
  • ZoomText: é considerado por muitos o mais completo, mas é caro.

Leitores de tela

Além de ler os textos da tela, os leitores leem imagens, mas para isso é necessário que o produtor de conteúdo tenha feito um texto as descrevendo. Os mais conhecidos são:

  • NVDA: é gratuito e não precisa ser instalado no sistema;
  • JAWS: é considerado por muitos usuários o melhor e mais completo, mas é caro;
  • Virtual Vision: é o único totalmente brasileiro e é considerado bom, mas é pago.

Tradutores de Libras para sites e uso de plataformas de tradução

Os conteúdos de comunicação em vídeos devem ter intérpretes de Libras. As plataformas de tradução em Libras também auxiliam nessa questão. Algumas existentes são o ICOM e o Hand Talk.

Navegação via teclado

Serve para quem está sem mouse ou tem dificuldade de utilizar. São teclas oferecidas pelo browser ou produzidas pelo desenvolvedor do site. Tem o intuito de tornar a experiência de navegação pela página mais fácil e confortável. Para isso o conteúdo deve ser estruturado de forma lógica.

Display Braille

É um hardware que exibe a informação de tela em Braille. Tem diversos botões para controlar a navegação e executa comandos de leitor de tela. Pode ser usado em computador de mesa, portátil ou celular. Infelizmente tem um alto custo e por isso é pouco conhecido no Brasil.

Monitor com sistema de cores para daltônicos

O sistema é direcionado para pessoas com diversos tipos de dificuldades em enxergar cores corretamente, facilitando o entendimento de gráficos e informações.

Headmouse e teclado virtual

O headmouse permite que pessoas com dificuldade de manipular o mouse possam acessar informações por movimentos da cabeça, gestos faciais e piscar de olhos. Pode ser instalado em qualquer computador com uma webcam simples. O teclado virtual complementa o headmouse por meio de um aplicativo.

Teclado e mouse pela boca

É um sistema revolucionário intensamente pesquisado por anos. Em 2008 se tornou uma realidade, mediante um projeto russo.

Agora você já entende melhor o que são e quais são as tecnologias assistivas. Sabia que profissionais da comunicação precisam estar atentos às questões de acessibilidade se quiserem produzir conteúdos que atinjam a todos? Algumas tecnologias assistivas necessitam de complementos nos materiais produzidos, sobretudo no ambiente online.

Os freelancers da WA estão preparados para produzir materiais inclusivos com qualidade. Faça um teste gratuito da plataforma!

5 dicas sobre Experiência Do Cliente Para Empresas De Tecnologia

A experiência do cliente para empresas de tecnologia vem sendo altamente debatida recentemente. Vivemos na chamada “Era do Cliente”, na qual o consumidor se torna parte indispensável no desenvolvimento de qualquer marca. Isso porque eles exigem não só um simples atendimento de qualidade, mas uma experiência de consumo diferenciada.

Entretanto, inúmeros negócios encaram essa novidade como um obstáculo, especialmente aqueles que têm mais de um canal de comunicação. A dificuldade está em criar uma estratégia sólida e que alimente bem todas as plataformas.

De todo modo, é fundamental que você entenda o Customer Experience (CX) e as razões de priorizar essa estratégia em sua organização. No post de hoje, falaremos sobre os seguintes assuntos:

Boa leitura!

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O que é a experiência do cliente? 

CX representa toda a jornada do consumidor, desde o primeiro contato com sua empresa até a finalização de uma experiência de compra, passando pelo pós-venda. Essa experiência pode ser positiva ou negativa, resultado das estratégias aplicadas pela marca.

Esse conceito vem ganhando ainda mais destaque no setor de tecnologia, pois entendemos que as ações comuns de marketing já não são capazes de atrair e fidelizar os clientes. 

Para oferecer um bom CX, a organização deve concentrar seus esforços e processos em uma interação de qualidade com o público em diversas etapas:

  • no momento que o cliente entra em contato com o seu negócio;
  • no tempo de atendimento;
  • na proximidade do relacionamento com o consumidor;
  • na oferta de um ambiente de navegação simples, intuitivo e fácil de utilizar;
  • na compreensão de que os preços dos produtos já não são os protagonistas das vendas;
  • no pós-venda ágil e eficiente.

São muitos pontos que merecem atenção, não é? Fica até difícil visualizar como tudo pode ser aplicável no dia a dia do empreendimento. Porém, não há mistério no Customer Experience: o importante é se concentrar no cliente e no que ele deseja solucionar. 

Como melhorar a experiência do cliente?

Aprimorar a experiência do cliente para empresas de tecnologia será o maior diferencial para quem deseja se tornar referência no mercado. Lembre-se de que todo contato entre sua marca e seus clientes resultará em uma reação, que poderá ser boa ou ruim. Obviamente, isso dependerá de aspectos que estão fora do controle do negócio.

Contudo, é sempre relevante investir no máximo de estratégias possíveis para garantir uma experiência singular ao seu público.

Para isso, todos os setores da organização devem trabalhar em conjunto para criar táticas eficientes e segmentadas para a audiência certa. Mas, como aplicar isso, na prática? Nossa dica é se basear em 3 pilares:

  1. esforço: o objetivo aqui é reduzir ao máximo o esforço do cliente durante a interação com sua empresa. Isso pode incluir o atendimento ágil, ou mesmo uma linguagem clara e acessível;
  2. emocional: representa o fortalecimento de um vínculo entre cliente e marca. Ao priorizar seu consumidor, ele se sentirá valorizado e ouvido, o que aumenta as chances de fidelização, além de torná-lo um “advogado” do seu negócio;
  3. sucesso: as ações da sua empresa devem ajudar seu cliente a alcançar seus objetivos durante toda a interação; do início até o final da jornada, incluindo seu nível de satisfação com o resultado. É aqui que você pode medir se a experiência do cliente foi positiva ou negativa.

O que é a Gestão da Experiência do Cliente (CXM)?

A Gestão de Experiência do Cliente é um conjunto de estratégias e ferramentas de marketing, utilizadas para aprimorar a interação do cliente com a empresa e, consequentemente, sua experiência e satisfação com a marca. 

Essa é a definição teórica do conceito, mas, na prática, essa abordagem envolve mais do que apenas o uso de tecnologias de marketing. O objetivo aqui é aproveitar essas soluções para centralizar o cliente no negócio, priorizando a construção de uma experiência totalmente personalizada, em grande escala e em tempo real.

Para isso, o CXM apresenta informações qualitativas, considerando os dados de todo o relacionamento do consumidor com a empresa, colocando suas necessidades em primeiro lugar. Quer um exemplo? Os softwares podem aplicar a Inteligência Artificial (IA) para antecipar os desejos do cliente, agilizando seu atendimento.

Como essa gestão é fundamental para o sucesso de empresas de tecnologia?

Você já entendeu que o CX envolve mais do que boas relações com o consumidor? Então, realizar uma gestão eficiente da experiência do cliente para empresas de tecnologia é fundamental para criar oportunidades atrativas, tanto para o consumidor quanto para o empreendimento. 

Do ponto de vista da marca, há a geração de cenários vantajosos de negócio, fidelização e conversões de longo prazo. Já o público recebe uma experiência rica e única, que contribui para a maior satisfação pessoal e o bom relacionamento com a empresa. Em suma, o CXM auxilia:

  • no entendimento aprofundado dos consumidores;
  • no fortalecimento das estratégias de fidelização e retenção;
  • no ganho de vantagens competitivas no mercado;
  • na mensuração do sucesso das ações implementadas.

Qual a importância do uso da tecnologia para aprimorar a experiência do cliente?

A era digital traz uma influência positiva no relacionamento das empresas com seus clientes. Por isso, é importante atender suas demandas com serviços multicanais de alta qualidade em todas as extremidades.

As gerações mais jovens de consumidores esperam avanços tecnológicos e agilidade no recebimento de suas mercadorias. Isso significa que eles desejam experiências mais autônomas, que os façam se sentir parte integrante de algo maior que eles. Considerar essa tendência é importante ao entregar novos produtos.

A IA, por exemplo, ajuda a criar experiências qualificadas a partir de informações que antes eram ignoradas ou desqualificadas. Ela também ajuda a melhorar a conexão com os consumidores, além de otimizar seus dados com mais precisão.

Outro exemplo são os chatbots, que oferecem um atendimento mais dinâmico, automatizado e personalizado. Eles são inteligentes o suficiente para se integrarem aos mais diversos canais e plataformas de uma empresa. Isso possibilita suprir as demandas do público, melhorando a qualidade na comunicação com o cliente.

Inclusive, algumas empresas até usaram chatbots para substituir completamente seus funcionários humanos em determinados setores.

Separamos alguns artigos que podem te interessar:

Quais são as 5 regras de ouro na experiência do cliente para empresas de tecnologia?

Já deixamos claro por aqui que as empresas que não abraçarem as mudanças a respeito do CX dificilmente sobreviverão em um mercado tão competitivo. Nesse sentido, encontrar meios para aprimorar essa abordagem fará toda a diferença no sucesso do negócio. Veja a seguir algumas dicas para melhorar a experiência do cliente!

1. Concentre-se no feedback

Os seus clientes são a parte mais importante do seu negócio; isso é um fato. Eles fornecem informações valiosas sobre o que melhorar e adicionar aos seus produtos e serviços. Sem ouvir seus comentários, seria quase impossível priorizar novos recursos ou ideias. 

Assim, em vez de criar um processo único para coletar feedbacks, aposte em um processo repetível e escalável — pesquisas via formulários, diretamente no aplicativo da empresa ou via telefone —, que ajudará a garantir que seus clientes se sintam ouvidos. Isso contribuirá para a melhoria da experiência geral e aumentará a satisfação do consumidor com a sua marca. 

Após entender a necessidade de coletar feedback do cliente e o poder dessas informações, é hora de agir. Primeiro, identifique os retornos positivos e nutra os clientes satisfeitos.

Em seguida, monitore os feedbacks negativos e os responda rapidamente. Por fim, busque implementar as sugestões viáveis para o negócio em seu roadmap de produto.

2. Entenda seus desejos

Outra maneira de aprimorar a experiência do cliente para empresas de tecnologia é garantindo que ele escolha a solução certa para usar. Isso é fundamental para criar um processo de integração eficaz. 

Fazer isso requer entender seu objetivo final para usar a solução e definir marcos ao longo do caminho. Ao entender o “porquê” por trás de sua escolha, os clientes estarão confiantes em sua decisão e em boas mãos no futuro.

A incorporação de um processo de integração consistente permite que você adapte o processo para futuros clientes. Cada consumidor tem seus próprios objetivos, mas ao observar os pontos em comum entre eles, essa operação pode ser aprimorada. Nesse aspecto, algumas métricas podem ser úteis:

  • taxa de compra repetida;
  • custo de retenção de clientes;
  • nível de satisfação do consumidor.

3. Aposte em omnicanalidade

Os clientes de hoje querem uma experiência de suporte consistente, independentemente do canal que escolherem. Eles não querem ter que explicar seu problema mais de uma vez e nem gostam de receber muitas perguntas. 

Uma abordagem omnicanal ao suporte ao cliente facilita esses objetivos, fornecendo uma experiência consistente de alta qualidade para toda a base de clientes. Isso contribui para a maior satisfação, lealdade e retenção geral do consumidor. 

Alguns canais de suporte omnichannel que valem a pena ativar são:

  • balcões de atendimento em Pontos de Venda (PVDs);
  • e-mail;
  • chatbots;
  • mídias sociais;
  • SMS e outros.

É importante mencionar que alguns canais serão mais ou menos eficazes, dependendo das características do seu negócio e das necessidades do seu cliente.

4. Avance no onboarding

É crucial garantir que os compradores em potencial se sintam validados com sua decisão. Isso os ajudará a ver a natureza de auto-reforço do desenvolvimento de seus negócios.

Além disso, os clientes que têm uma experiência de onboarding inicial positiva, têm maior probabilidade de permanecer engajados, menos propensos a desistir e mais inclinados a fazer compras adicionais.

Ao criar uma primeira impressão incrível com seus produtos, você pode ajudar seus clientes a se divertirem, ao mesmo tempo em que se sentem valorizados. Isso contribuirá significativamente para melhorar a experiência do cliente para empresas de tecnologia.

5. Ofereça mais serviços

Adicionar novos serviços às suas ofertas atuais aumenta o valor geral de seus produtos para os clientes. Esse maior valor percebido leva a um melhor CX e aumento das vendas. 

Ao firmar parcerias com plataformas de criação, por exemplo, você pode desenvolver sites atraentes, fáceis de usar e intuitivos. Essa união ajuda as empresas de tecnologia a criar rapidamente uma presença digital funcional e melhorar a experiência do cliente.

Quais são as tecnologias que podem ajudar na experiência do cliente?

Conheça abaixo as principais tecnologias que podem ajudar seu negócio a criar uma excelente experiência para seus clientes.

Customer Relationship Management (CRM)

O uso do CRM na experiência do cliente para empresas de tecnologia é algo indispensável atualmente para criar relacionamentos duradouros. Ele possibilita:

  • gerir as interações com prospects;
  • melhorar a percepção das necessidades dos clientes;
  • oferecer um atendimento personalizado;
  • coletar, armazenar e estudar informações da audiência.

Redes Sociais

Outra ferramenta que ajuda na experiência do cliente para empresas de tecnologia são as redes sociais. Elas sempre aparecem em diferentes estratégias para atrair a atenção do público, e isso não é à toa. Afinal, elas contribuem para:

  • aprimorar o atendimento;
  • estreitar a conexão com o público;
  • oferecer um atendimento relevante;
  • entender os desejos do público;
  • responder dúvidas frequentes com agilidade;
  • criar campanhas segmentada;
  • enviar informações sobre os serviços da empresa;
  • acompanhar a reputação online da marca.

WhatsApp Business

O WhatsApp Business facilita a comunicação com seus clientes e possíveis prospects. É um aplicativo de mensagens que permite que as empresas se conectem com seus contatos e até personalizem as mensagens para cada indivíduo. Isso o torna uma excelente ferramenta para atendimento ao cliente. Suas possibilidades incluem:

  • comunicação ágil e em tempo real;
  • atendimento ao cliente automatizado;
  • criação de uma presença digital acessível;
  • definição de respostas automáticas;
  • criação de listas de transmissão;
  • categorização de conversas por etiquetas;
  • melhoria do relacionamento do cliente com sua empresa.

Melhorar a experiência do cliente para empresas de tecnologia é decisivo na hora de se manter relevante no mercado. Ao manter o público no centro das suas estratégias, será mais fácil apresentar soluções mais simples. Basta identificar as necessidades dos consumidores e como a sua empresa pode atendê-las. 

Agora que você já entendeu a importância da experiência do cliente para empresas de tecnologia, experimente o WriterAcces by Rock Content, otimize sua gestão de conteúdo e encante seus clientes!

Como criar um blog grátis em 2023? Aprenda tudo que você precisa saber em nosso passo a passo prático

Se você está procurando por estratégias de Marketing Digital, para gerar visibilidade online, deve ter percebido uma coisa: assim como um site, saber como criar um blog não é mais uma tendência e sim um pré-requisito.

Mas por que?

Uma boa estratégia de blog consiste na criação e compartilhamento de conteúdo de qualidade para sua audiência, gerando um interesse genuíno em você e o que você tem a dizer.  

Uma vez que você gerou esse interesse em sua audiência, as possibilidades são infinitas: seu blog pode ser uma ferramenta auxiliar em diferentes objetivos. Alguns dos principais exemplos são:

  • tornar-se em um influenciador ou autoridade em seu mercado;
  • auxiliar um potencial cliente ao longo de sua jornada de compra;
  • gerar oportunidades de negócio.

Este post vai mostrar, de forma prática, como criar um blog que será compatível com os seus objetivos.

Seguindo o passo a passo abaixo apresentados, você terá um blog no ar e uma estratégia a seguir.

Para aprender como criar um blog, siga este passo a passo:

Vamos lá?

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Passo 1: Defina por que quer criar um blog

Como estamos falando de um veículo que permite diferentes tipos de utilização, é fundamental ter foco: o que você quer alcançar com o seu blog?

A resposta mais rápida é óbvia: visibilidade.

Mas o que você quer fazer com essa visibilidade?

Você não precisa ter apenas um objetivo, mas é importante listá-los de forma clara, uma vez que são eles que determinarão toda a estratégia.

Se você é uma empresa, seu blog pode ser usado para educar o mercado e gerar oportunidades de negócio. Se você vende um curso online em um mercado competitivo, por outro lado, talvez você deva focar em se posicionar como autoridade.  

A diferença pode parecer mínima, mas vai impactar (e muito) em toda a estratégia, principalmente no próximo tópico.

Passo 2: Planeje a produção do conteúdo

Uma vez determinado o fim do seu blog, é hora de pensar nos meios: qual tipo de conteúdo você deverá produzir?

Seu planejamento de conteúdo deverá ser orientado a três principais fatores:

  • Seu objetivo: você quer educar o leitor ou gerar engajamento? Qual ação você quer que o leitor tome após a leitura?
  • Sua persona: quais tipos de dúvida ela tem? Como ela faz consultas no Google? Qual é a linguagem utilizada? Qual formato de conteúdo que ela prefere consumir?
  • Seu posicionamento: você quer gerar buzz ou educar o mercado? Quer ser polêmico ou imparcial?

Existem diversas ferramentas online que você pode utilizar nessa etapa e você pode conferir um passo a passo completo aqui mas, ao final, você quer ter toda a sua estratégia bem documentada.  

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Como criar planejamento de conteúdo no blog

Depois de entender quais resultados você quer alcançar, é preciso criar o planejamento de conteúdo do blog. Essa etapa é super importante para definir a melhor estratégia, influenciando no plano de ações.

E para dar início a esse planejamento, você precisa passar por etapas que te ajudarão a gerar os melhores conteúdos possíveis. Acompanhe!

Estabeleça os objetivos do conteúdo

Além de definir os objetivos do blog, também é necessário estabelecer os objetivos da geração de conteúdo. E, tudo isso, deve se relacionar com o funil de vendas, pois esse é o fator primordial que influencia em todas as etapas posteriores.

Cada conteúdo precisa ter um objetivo claro do que você quer gerar na sua audiência. Alguns exemplos:

  • educar o mercado sobre um conceito e sua relevância;
  • gerar conexão com o leitor e posicionamento de marca;
  • aumentar sua base de leads;
  • gerar conversão numa landing page.

Também, é fundamental ter KPIs bem definidos que te ajudam a mensurar a ação que cada conteúdo está gerando, mostrando como pode ser melhorado.

Tenha sua persona bem definida

Antes de planejar o conteúdo do seu blog, a persona também precisa estar bem definida. Com isso, a produção de conteúdo consegue se conectar com o que ela busca, entregando algo de valor.

Isso influencia no tom de voz da comunicação, nos elementos do conteúdo visual e, principalmente, nos temas que respondem dúvidas e trazem as respostas que a persona procura.

Diante disso, a melhor forma de você construir uma persona é fazendo pesquisas reais com o seu público. Pense em maneiras de coletar esses dados para estruturar um personagem que seja o mais fiel possível ao cliente ideal.

De todo modo, é importante que a persona tenha:

  • dados pessoais, como nome, idade, formação e ocupação (se isso for relevante para a estratégia);
  • hobbies e demais informações que ajudam a criar conexão;
  • objetivos e problemas que sua empresa visa solucionar.

Documente toda a sua estratégia

Durante o planejamento de conteúdo, tudo isso precisa estar documentado. Essa organização é vital para ter clareza e acompanhar todas as ações no blog, mensurando os resultados obtidos.

Além disso, visualmente, fica mais fácil de entender a finalidade de cada conteúdo, a persona, as estratégias utilizadas, os KPIs analisados e as métricas obtidas. O calendário editorial, inclusive, é planejado com base nessa documentação.

Para isso, algumas ferramentas podem ajudar muito. Conheça algumas delas:

  • Trello: permite gerenciar o conteúdo com o método Kanban;
  • Excel: controla as ações realizadas e apresenta um gráfico de resultados;
  • Google Sheets: proporciona resultados semelhantes ao Excel, porém, com o Sheets toda a equipe tem acesso à planilha em tempo real;
  • Google Keep: ajuda a gerenciar tarefas por meio de blocos de anotação, como se fossem post-its coloridos;
  • Mindmeister: cria mapas mentais para esboçar ideias e documentar mapas estratégicos.

Portanto, independentemente se a produção é interna ou terceirizada, não deixe de documentá-la. Depois de criar o planejamento de conteúdo para o blog, o próximo passo é atrair o usuário (e o domínio escolhido faz toda a diferença).

Com isso em mãos, podemos partir para alguns passos mais práticos.

Passo 3: Escolha o nome e o domínio do seu blog

Pausa rápida para esclarecer um detalhe técnico importante. Apesar de serem usados de forma meio indiscriminada, domínio e endereço não são a mesma coisa!

Um domínio é uma string, quer dizer uma sequência de caracteres, que identifica um site específico. No nosso caso, nosso domínio é rockcontent.com/br/blog/.

Já o endereço é toda a sequência que aponta para uma página ou recurso específico. No endereço podem constar diretórios e subdomínios, de forma a identificar o elemento buscado.

Dentro do mesmo domínio temos vários endereços, como:

Quer dizer, se você já tem um domínio, como “suaempresa.com.br”, você pode escolher um endereço para o seu blog ali dentro.

Talvez “blog.suaempresa.com.br” ou “suaempresa.com.br/blog”.

Escolhendo o domínio

Se você ainda não tem o domínio, não se preocupe: é mais fácil do que parece. Principalmente depois de ter definido o objetivo, persona e posicionamento do seu blog.

A ideia aqui é escolher um nome para o seu blog que seja: fácil de lembrar,  de rápida associação e compatível com os temas abordados.

Muitas pessoas perguntam: é preciso ter minha palavra-chave principal do domínio?

Há algum tempo, o nome do domínio exercia uma influência relevante sobre o seu potencial de rankeamento. Talvez você já tenha ouvido regrinhas como “sua keyword principal precisa aparecer no seu endereço”.

Felizmente, esses tempos se foram e o Google já não aplica mais peso nenhum ao domínio em si. Isso não quer dizer, entretanto, que você não precisa tomar cuidado!

Veja algumas dicas para escolher um domínio legal:

  • evite palavras confusas, com consoantes em sequência, pulando vogais, difíceis de pronunciar e escrever;
  • busque uma combinação de palavras que faça sentido, seja fácil de lembrar;
  • mantenha o objetivo do blog sempre em vista;
  • o domínio do blog e o seu título não precisam ser iguais, mas devem ser relacionados.

Lembre-se que nossa meta aqui é conseguir um nome que identifique claramente o seu blog e não confunda o seu leitor.

Assim, se o título do seu blog é “O melhor blog de tango escocês contemporâneo do mundo”, provavelmente “tangoescoces.com.br” seria uma boa opção, por exemplo.

Registrando o domínio

Nome escolhido? Ótimo. Agora é hora de verificar se ele está disponível para compra e registrá-lo em seu nome ou no nome da sua empresa.

Existem vários sites de registro de domínio, que fazem busca e compra em diversos países simultaneamente.

Fique à vontade para escolher aquele que parecer mais conveniente, mas confira sempre a reputação da empresa na internet, as reclamações apresentadas contra ela e suas respostas.

No passo a passo abaixo, usamos o Registro.br. Você deve acessar o site e digitar o nome do domínio que você pensou:

registro de domínio de blog

registro de domínio de blog

Se ele estiver disponível, você vai ver uma mensagem assim:

compra de domínio

Depois de encontrar um domínio disponível, é hora de fazer seu cadastro pessoal. Para isso basta clicar em “Registrar” e inserir dados como nome, e-mail, telefone e endereço.

registro de domínio

Tudo certo? Agora é só escolher, dentre as opções de pagamento, a que mais faz sentido para você e finalizar a compra.

Passo 4: Escolha uma plataforma para criar o blog

Muitas pessoas partem do passo anterior direto para a hospedagem do seu blog. No entanto, antes de fazer isso, é preciso saber qual a estrutura que o fará funcionar. E essa estrutura é conhecida como CMS.

A sigla significa Content Management System que é, trocando em miúdos, Sistema de Gerenciamento de Conteúdo.

É a estrutura que funciona nos bastidores do seu blog. O programa que cria páginas, gera links, torna o conteúdo navegável e permite que você gerencie suas páginas, posts, links e comentários.

Apesar de apresentarmos alguns CMSs abaixo, esse guia será focado no WordPress (último na lista abaixo), que usaremos como exemplo de como criar um blog do zero!

Veja alguns dos sistemas mais populares hoje.

WIX

wix

O WIX entrou relativamente tarde no jogo, em 2006. A empresa Israelense viu, entretanto, sua popularidade disparar no mercado brasileiro nos últimos anos.

A principal razão é que ela tem templates já meio prontos para criar lojas virtuais e portfolios, duas demandas em alta por aqui. Eu não o recomendo, entretanto.

Páginas em WIX até pouco tempo contavam extensivamente com recursos em Flash, já mais antiquados que aquela bermuda vermelha que você adora.

Apesar da atualização na tecnologia, migrando esses recursos para HTML5, as páginas ainda tendem a carregar mais lentamente, o que impacta o rankeamento pelo Google.

O pior, na minha opinião, são os preços. Você vai gastar no mínimo R$19,00/mês para ter um site pessoal sem propaganda deles. Para algo mais profissional, espere gastar pelo menos R$29,00/mês, ou R$39,00 se for um e-commerce.

Esse preço nem inclui templates premium.

Existe uma opção gratuita, mas ela é bancada por propagandas que acabam com qualquer ilusão de profissionalismo, além de carregar elementos adicionais na sua página.

SquareSpace

SquareSpace

O SquareSpace vem ganhando espaço, sobretudo devido a um posicionamento de marketing muito legal de financiar canais educativos no Youtube. Kurzgesagt, Science Girl, Scishow e Nerdwriter são alguns dos exemplos que lembro agora.

É um CMS que tem a mão muito pesada em elementos visuais e design.

Ele torna fácil para lojas, blogs e sites criar interfaces bonitas e sofisticadas. Se você é um fotógrafo ou designer, por exemplo, certamente gostará dele.

Outra vantagem legal é que ele tem ferramentas bem completas para exportar seu conteúdo.

Ou seja, se quiser migrar para outro CMS, você consegue sem maiores problemas. O ponto negativo é o preço. Um site pessoal começa nos $12/mês. São $18 para negócios e $26 para e-commerce.

Com a taxa de câmbio desfavorável, é um ataque considerável à sua carteira.

Blogger

blogger

Blogger é o CMS do Google. Até pouco tempo atrás, era chamado Blogspot.

Sendo assim, ele é muito bem integrado com os aplicativos do Google. Na verdade, se você já tem um Gmail, já tem uma conta no Blogger também — é só começar.

A integração com o Google Ads também é incrivelmente simples.

As vantagens do Blogger são que ele indexa muito rapidamente as páginas, (o que não deve ser surpresa alguma, considerando que ele é prata da casa Google) e também é muito fácil de aprender e operar.

As desvantagens são a capacidade limitada de customização e crescimento. Isso realmente limita as suas possibilidades de se desenvolver.

Os blogs oficiais do Google, GMail e Google Maps funcionam nessa plataforma, mas não conte que você vai conseguir chegar a este nível utilizando esta plataforma.

Pelo menos ele permite que você exporte seus dados e migre para outro lugar quando chegar a hora. É gratuito para quem usa Google Apps.

Joomla e Drupal

Para desespero dos puristas, vou colocar esses dois CMSs na mesma categoria aqui.

Apesar de terem características distintas, tenho um bom motivo para isso. Eles compartilham traços bem marcantes: são poderosos, escaláveis e difíceis de usar.

Ambos são suportados por uma comunidade bem ativa e dão possibilidades muito legais para quem vai gerenciar um grande número de páginas e acessos.

São bastante customizáveis e versáteis.

Seu calcanhar de aquiles é que são sistemas mais complicados, com uma curva de aprendizado que desencoraja quem está começando. Os dois podem ser hospedados em qualquer servidor que você use, sem pagar pelo CMS em si.

Assim, seus custos vão variar em função dos recursos que o host oferece.

Recomendamos estes outros conteúdos sobre produção de conteúdos:

WordPress

wordpress

O WordPress é o CMS mais usado no mundo. Estima-se que ele tem em torno de 60% do market share de CMS!

Alguns defendem que ele não é um CMS puro, mas apenas uma plataforma de blog.mas isso não vem ao caso para nós.

Fato é que seu caráter open-source permitiu que se criasse um ecossistema absolutamente fantástico em torno dele.

São milhões de temas, plugins e extensões que transformam o WordPress em praticamente qualquer tipo de site, de redes sociais

Além da opção hospedada no wordpress.com (que eu não recomendo) é possível hospedar a sua própria instalação de wordpress, no servidor da sua preferência, o que dá completo controle sobre suas informações e páginas.

Dito isso, vamos à hospedagem.

Passo 5: Selecione um fornecedor de hospedagem

De forma bem prática, a hospedagem é o que garante que um site ou blog fique disponível na internet.

Dessa forma, as empresas que trabalham com esse tipo de serviço são responsáveis por manter o seu site online e armazenar todo o seu conteúdo que estiver lá disponibilizado.

Existem diferentes tipos de hospedagem e muitos fornecedores oferecendo-as.

Mas o que você precisa saber para escolher o melhor para o seu caso?

Fatores importantes a se considerar

Como eu disse, não faltam fornecedores no mercado para essa parte mas, pensando na importância de um host para o seu blog, é importante saber como avaliar suas opções.

Além da compatibilidade com o CMS escolhido, considere os fatores abaixo.

Preço

Este ponto é tão óbvio que nem deveria estar aqui, certo? Bom, nem tanto. A lógica não é escolher o mais barato!

O que eu quero é chamar a sua atenção para não priorizar o preço. Antes de fechar sua decisão, dê uma olhada nos pontos abaixo, e só depois traga o custo em consideração.

Suporte

Você está começando. Talvez tenha dúvidas no meio do processo. Pode ser que algo dê errado e você se depare com uma tela de erro enigmática ou comportamento que não consegue explicar no seu site.

Existe alguém para ajudar? Quais são as formas de contato? Há um comprometimento de responder emails em um tempo razoável?

A pior hora para descobrir que sua hospedagem tem um suporte ruim, é quando você precisa dele.

Avaliação dos consumidores

Vá em sites como o Reclame Aqui (não muito útil para hosts estrangeiros), páginas do Facebook, grupos de discussão e até mesmo no Twitter.

Busque uma visão de fora de como o mercado vê aquele host. Se há muitas reclamações sem resposta, por exemplo, não há motivo para pensar que com você será diferente.

Quantidade de domínios, armazenamento e banda disponível

Você está começando um blog pessoal ou é um projeto para representar toda a sua empresa? Existem outros projetos para serem colocados no ar?

Saber das suas reais necessidades em relação à hospedagem te ajuda a fazer uma escolha melhor. Na dúvida, busque comparar planos equivalente em função de banda (bandwith) e armazenamento (storage).

Não confie no nomes dos planos (como business, pro e enterprise).

Painel de controle

Este é um daqueles problemas que só se nota quando é tarde demais. No site do host, tente ver como é o painel de control dos sites.

Em dúvida, o modelo cPanel é uma boa referência de tecnologia fácil de usar.

Se o host usa alguma tecnologia obscura e tem interfaces que você não entende, prepare-se para passar horas dependurado no suporte ou lendo documentação técnica. Imagino que você queira evitar essa situação.

Serviços adicionais

Alguns hosts têm o “one click install” que mencionamos acima, para vários CMSs diferentes. Também têm assistentes para configurar emails personalizados, por exemplo.

Isto facilita demais a vida para quem está começando e não quer passar horas dependurado em scripts e instalações.

Alguns dos fornecedores do mercado

Você pode conferir um comparativo mais completo de diferentes hospedagens aqui mas, para fins práticos, veja abaixo algumas das principais soluções disponíveis hoje.

Como disse, vou priorizar os serviços que suportam o WordPress, por ser a nossa ferramenta de escolha aqui na Rock Content.

Hostgator

A Hostgator é uma renomada empresa internacional no ramo e oferece, além de hospedagem, ferramentas como criação de sites, e-mail e revenda de domínios.

A empresa está no Brasil desde 2007 e tem uma boa reputação no ReclameAqui.

Seus preços, em Junho de 2019, para Hospedagem WordPress são:

hostgator

Além do desconto para pagamento anual, outro benefício é não pagar pelo domínio desde que você o registre pelo mesmo site (válido enquanto estiver com o serviço de hospedagem).

GoDaddy

A GoDaddy oferece benefícios muito similares ao da HostGator, com opções dedicadas à WordPress.

GoDaddy

Note que os dois pacotes são muito semelhantes e com poucas diferenças no que é oferecido. No entanto, sua nota no ReclameAqui é um pouco mais baixa do que a do Hostgator.

Stage

Ao contrário das empresas acima, o Stage oferece soluções especificamente para WordPress.

O seu principal diferencial, além da exclusividade em WordPress, está na possibilidade de começar de graça: até 1.000 visitas, você não paga para hospedar seu site ou blog.

Stage

Além disso, você consegue criar um blog WordPress em menos de 2 minutos.

Passo 6: Faça a instalação do blog

Agora que você já escolheu seu CMS (continuaremos usando o WordPress em nosso passo a passo)e seu serviço de hospedagem, é hora de colocar seu blog para funcionar.

De uma maneira geral, a instalação pode ser feita de duas formas: one-click install e instalação manual. Entenda mais a seguir.

One-click install

Muitos servidores (como os mencionados acima) oferecem essa opção. Se você optou por um deles, basta ir no seu painel de controle do host, clicar em “wordpress” e digitar o seu domínio.

Instalação manual

Se você não tem a função “one click install” no seu servidor, não se desespere. O WordPress vem empacotado de um jeito muito fácil de instalar.

1. Baixe a última versão do WordPress, clicando aqui. Você vai receber um arquivo zip, e precisa descompactá-lo em uma pasta qualquer do seu computador.

2. Crie um banco de dados para o blog. Se seu servidor usa cPanel,  você pode usar o MySQL Database Wizard. Basta clicar em “create a database”, depois em “create database users” e, por fim, em “add user to database”. Lembre-se de anotar os valores que você preencheu lá para consultar depois.

  • Se você não possui cPanel (que host você contratou???) pode usar o phpMyAdmin ou MySQL Client para fazer isso.

3. Faça o upload dos arquivos. Basta subir os arquivos dentro do “zip” do passo um para o diretório onde seu blog vai funcionar. A maneira mais prática é usando um cliente FTP.

4. Instale o WordPress. Com os arquivos e banco de dados acertados, basta ir ao endereço do install.php. Será algo como www.seudominio.com.br/wp-admin/install.php”.

5. Pronto! Quando o setup terminar de rodar, você será recebido por uma tela de “bem-vindo”, onde vai preencher o título do blog, usuário, senha e email. Feito isto, você será direcionado ao dashboard.

O que esperar depois da instalação

Independentemente do método de instalação usado, o que você espera ver ao final do processo é a seguinte tela:

dashboard do wordpress

Neste post você encontra um guia completo de como utilizar WordPress mas, para que você se habitue com a plataforma, vamos passar pelos pontos principais.

Widgets

Esta área central, cinza, é ocupada por estes caixotes chamados “widgets”. Por padrão você já começa com:

  • Bem-vindo (Welcome): mostra atalhos para algumas ações comuns, como: personalizar seu tema, adicionar páginas e ler tutoriais e guias. Recomendo dar uma mexida nele, sobretudo se é sua primeira vez.
  • Agora (At a glance): é um sumário do conteúdo do seu blog. Você pode clicar em qualquer indicador — posts, páginas, comentários — para ir à área correspondente.
  • Atividade (Activity): mostra suas publicações recentes, assim como as que estão agendadas. O mais útil aqui é o feed de comentários, que já te permite moderar as interações do público diretamente do dashboard.
  • Rascunho rápido (Quick Draft): está com uma ideia fresquinha na cabeça? Anote rapidamente neste widget e salve como rascunho para editar e publicar depois.
  • Novidades do WordPress (WordPress News): é simplesmente o feed de notícias do Blog Oficial do WordPress.

Novos widgets podem ser adicionados por plugins, temas ou mesmo pela personalização do seu webhost. Não estranhe se a sua instalação, mesmo novinha em folha, tiver uma ou duas caixas a mais.

Se você não tiver interesse nelas, pode simplesmente clicar em “Opções de tela” (Screen Options) e desativar qualquer um dos widgets, veja só:

widgets wordpress

Administração (menu esquerdo)

É por meio desses botões que você controla todos os detalhes relacionados ao seu blog.

Vamos dar uma visão geral sobre eles. Acompanhe!

Painel (Dashboard)

Vai para a tela inicial, que descrevemos acima. Tem também um atalho para “Atualizações” (Updates). Nesse menu você pode consultar se há versões novas do seu tema, instalação e plugins.

Posts

O post é o bloco de construção fundamental em um blog! É por meio deles que você vai compartilhar seu conteúdo. Além de adicionar um novo post ou consultar os existentes, você pode gerenciar também as categorias e tags do seu blog por aqui.

Mídia (Media)

Todas as suas imagens, fotos, vídeos e áudios são mídias. Por esse menu você pode fazer o upload de arquivos que pretende utilizar nas suas postagens e também conferir a biblioteca com tudo o que você já subiu.

Também é possível acessar essas funções direto da tela de edição de post, então, não se preocupe muito nesse momento.

Páginas (Pages)

Não confunda páginas e posts. Páginas são estáticas, não sendo atualizadas constantemente. Páginas de “sobre” e “contato” são bons exemplos. Você pode escolher o nome e a URL de todas as suas páginas por esse menu.

Comentários (Comments)

Por padrão, todo comentário feito em seus posts vai aparecer aqui. Aprove as interações relevantes, responda às dúvidas dos seus leitores e busque interações legais. Delete o que for tóxico e marque como SPAM aquelas propagandas ridículas que não tem nada a ver. Don’t feed the trolls!

Aparência (Appearance)

Os menus aqui afetam apenas o visual do seu site, mas não afetam o seu conteúdo. Você pode escolher — e também customizar! — o seu tema por aqui, além de definir o que vai mostrar nos seus menus, widgets, cabeçalho e rodapé da página.

Plugins

Plugins são mini-programas, que rodam por cima do seu WordPress, adicionando funcionalidades. Por aqui você pode buscar por plugins legais, gerenciar os que estão instalados, suas configurações e atualizações. Vamos dar alguns exemplos de plugins legais para usar logo no próximo capítulo.

Usuários (Users)

O seu blog pode ter múltiplos usuários, cada um com papéis e permissões diferentes. Cada um terá seu próprio login e senha, e vai ter acesso apenas às funcionalidades relacionadas à sua função! Fantástico, não? Por aqui você pode convidar redatores, editores e até mesmo outros administradores para seu blog.

Ferramentas (Tools)

As funcionalidades aqui são de controle e otimização. Por aqui você pode importar bancos de dados, exportar seu site para migração. Se você não está migrando de outra plataforma, provavelmente não tem muito o que fazer por aqui agora.

Configurações (Settings)

Aqui se faz o ajuste fino de como o seu blog se comporta, tanto para você quanto para o usuário final. Dê uma passada por todos os links desse menu, pois é nele que você vai definir seu fuso horário, formato de data e hora, e também o tipo de links permanentes.

É possível que sua instalação tenha algum botão não listado aqui. É normal que temas e plugins criem áreas com suas próprias configurações e funcionalidades. Na maioria das vezes, não é nada para se preocupar!

Passo 7: Selecione e instale plugins e ferramentas de apoio

É claro que neste momento você já quer adicionar funcionalidades para o seu blog, certo?

Antes de instalar tudo o que você vê pela frente, um lembrete amigável:

Quanto mais funções e códigos seu blog tiver, mais tempo ele demora para carregar. Isso prejudica a experiência do usuário e, em consequência, seu rankeamento.

Não existe uma lista absolutamente correta dos melhores ou piores plugins. Isso depende muito do seu objetivo com o blog, que vai ditar o que você precisa em um plugin.

Mas, para te ajudar, aqui vai uma lista de essenciais gratuitos.

Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta essencial para qualquer pessoa que quer analisar a performance de um site ou blog.

Esse plugin, por sua vez, uma vez integrado com o seu blog, trará para o seu painel de administração métricas importantes sobre a sua performance, como:

Para saber como instalar o Google Analytics no WordPress, confira este conteúdo.

Yoast

Independentemente de qual seja o objetivo do seu blog, você vai querer que ele performe bem, certo?

Este é um dos motivos que explica a popularidade do Yoast, que se tornou um plugin quase obrigatório para WordPress, pois auxilia na otimização de páginas para os mecanismos de busca.

Com ele, você não precisa ser um expert em SEO para ter páginas otimizadas.

Aprenda neste guia como usá-lo: é mais prático do que você imagina!

Rock Convert

O Rock Convert é bastante indicado para quem tem como objetivo com o blog gerar contatos ou oportunidades.

Criado pela equipe da Rock Content, este plugin facilita o gerenciamento de Calls to Action, barras de anúncio e caixas de captura de assinantes.

Com ele, você pode selecionar a posição das caixas de conversão e personalizá-las de acordo com a categoria ou com determinadas páginas do seu blog.

A melhor parte (além de ser gratuito, é claro)?

Ele já integra com ferramentas de automação e gera parâmetros UTM para trackeamento no Google Analytics.

Para saber como usá-lo, leia este conteúdo.

Disqus

O Disqus (lê-se como em “discuss”, de discussão) é uma boa opção de  sistema de comentários. Há quem prefira usar o Facebook, mas o Disqus pode ser uma opção mais interessante pelos seguintes motivos:

  1. não necessariamente um usuário quer revelar seu perfil ao interagir em um comentário. Em alguns nichos, isto é um fator BEM importante;
  2. comments do Disqus podem ter imagens e também são indexáveis, o que pode ajudar no seu SEO;
  3. permite avisar o leitor por email quando você responde a um comentário, o que ajuda a conversa a continuar;
  4. permite logins por redes sociais, mas não obriga a fazer isso.

Você pode ver como fazer o setup neste link.

reCAPTCHA

Esta é uma das maneiras mais fantásticas de proteger seu site contra ataques de força bruta e SPAM.

O reCAPTCHA é uma tecnologia do Google, de uso gratuito, que usa algoritmos sofisticados para saber se a interação vem de um ser humano ou de um robô, e mostra um teste de acordo.

Para os seus usuários regulares, em geral vai ser apenas um botão escrito “eu não sou um robô”.

Você pode implantá-lo na sua tela de login e também proteger seus formulários e até mesmo e-commerce.

Passo 8: Escolha e instale um template

Você pode sempre começar o seu próprio layout do zero, desenhando o wireframe, fazendo todo o processo de design e programando depois.

Mas isso não é necessário, a não ser que você queira algo realmente único.

Minha recomendação é simples: escolha um tema (theme) legal e vá com ele, apenas adicionando seus toques pessoais, como cores, logos e fontes. Existem milhões de templates otimizados para todo tipo de uso, pagos e gratuitos.

Alguns dos melhores lugares para buscar são o ThemeForest, Elegant Themes e a Galeria do WordPress.

O processo de escolha não é muito complicado: seu principal critério aqui é adequação ao uso.

Se você for um fotógrafo, por exemplo, vai querer temas que privilegiem imagens maiores, com poucas postagens por páginas.

Se você pretende atualizar poucas vezes por mês, deve evitar carrosséis que fiquem circulando as novidades.

Se quer um espaço mais autoral, para escrever ensaios e disponibilizar seus contatos, pode optar por um template com uma home page estática.

De novo: adequação ao uso. Faça um shortlist, com os 4 ou 5 que você mais gostou pensando nisso. Daí, para o desempate, considere os seguintes fatores:

  • O template é responsivo (carrega bem em celulares e tablets)? Se não, corte da lista. Já era.
  • Quais são as avaliações dadas por outros usuários? Se avaliações negativas dominarem, corte da lista.
  • Existe suporte à customização ou você vai precisar editar o código “na unha”? Se precisar, corte da lista.

Agora que você deve ter poucas opções, escolha em função do preço, funções adicionais (como suporte à mídias sociais integrado) ou mesmo no uni-duni-tê.

É importante estar satisfeito com o visual do seu blog, claro.

Mas, dado que ele funcione bem e seja adequado ao seu uso, o uso do Tema “A” ou “B” são um fator pouco importante para o seu sucesso quando comparado ao próximo tópico.

Passo 9: Comece a produzir e publicar conteúdo

Você aprendeu, no começo deste post, que conteúdo é o coração do seu blog.

Não há fator que impacte mais na capacidade do seu blog de atrair tráfego que o conteúdo que você publica.

Sem uma estratégia de Marketing de Conteúdo, com textos que capturem a atenção do seu leitor e o mantenham querendo sempre mais, nada vai fazer com que seu blog tenha sucesso.

Vamos dar uma olhada então em como os conteúdos são adicionados ao seu blog:

Publicação de conteúdo

A parte difícil sempre será fazer um conteúdo de qualidade para a sua persona. Mas, com isso resolvido, publicá-lo é relativamente simples.

Ao clicar em “Posts” > “Adicionar post”, você vai ver esta tela:

novo conteúdo

O primeiro campo acima é para colocar o texto do post. Eu sei, escrever um título campeão não é fácil. Tem algumas dicas aqui pra ajudar.

De qualquer maneira, esse é um dos pontos mais importantes do blog post.

Sem um título atraente, as pessoas não clicam no conteúdo, não lêem, você não tem acessos e todo mundo fica triste.

O campo do meio é, obviamente, para o conteúdo principal. As ferramentas de edição ali são muito parecidas com as que você está acostumado em qualquer editor de texto.

Você vai reparar, entretanto, que não há botão para escolher a fonte! Quem decide as suas fontes e tamanhos é o tema, então não se preocupe com isso.

Nesta barra é importante chamar a atenção para um recurso fundamental:

headings ou cabeçalho do texto

headings ou cabeçalho do texto

Este é o seletor de tipo de texto. Em inglês, os cabeçalhos são chamados headers.

Por que se importar com cabeçalhos

Os cabeçalhos são marcadores que dizem ao navegador a hierarquia do texto a ser mostrado.

Neste texto que você está lendo neste minuto, usamos H2 (Cabeçalho 2) nas perguntas principais e nos passos numerados.

Nas subetapas, ou itens de lista, usamos o H3 (Cabeçalho 3), que indica a qual H2 os subitens pertencem.

Bem simples!

O pulo do gato é que os buscadores usam esta marcação para saber como o seu texto está estruturado e usam esta informação (entre outras) para definir o ranking de busca.

Na ausência deles, fica parecendo que seu blog é uma grande parede de texto, difícil de ler e consultar.

Uma estrutura que abra os seus tópicos principais em subtópicos relevantes deixa seu texto escaneável e melhora suas chances de subir na página de busca.

Outras otimizações de post

imagem destacada no wordpress

imagem destacada no wordpress

Sempre escolha uma imagem de destaque para o seu blog post. Elas são usadas pela maior parte dos temas para construir a miniatura que ilustra o post na landing page.

formato imagem

formato imagem

Alguns temas suportam diversos formatos de post, adaptando o layout para dar mais destaque a determinados elementos em cada um deles.

Escolha o formato mais adequado ao seu post e experimente com os diversos formatos para dar variedade ao seu blog.

tags

tags

Tags e categorias ajudam o seu conteúdo a ser encontrado. Escolha uma estrutura simples de categorias, com no máximo 4 ou 5 diferentes, usando subcategorias se for necessário.

Para as tags não há a necessidade de hierarquia. Apenas coloque dois ou três termos mais relevantes do post.

Apesar das tags ajudarem o conteúdo a ser encontrado, não recomendamos o seu uso.

Por uma perspectiva de SEO, as tags podem ser prejudiciais, porque atrapalham a arquitetura de informação do blog.

publicar no WordPress

publicar no WordPress

Uma dica: se você clicar em “editar” após “publicar imediatamente” você pode agendar o post para ir ao ar em um horário determinado.

Terminou de revisar o post? Agende o lançamento para a próxima manhã, que o post vai sair mesmo enquanto você dorme o sono dos justos.

Dica extra: otimizando sua URL permanente

Você vai notar que ao salvar um rascunho para seu blog post, o WordPress vai sugerir automaticamente uma URL para ele, veja só:

url de post

url de post

Você consegue dizer o que deveria ser mudado nessa URL de exemplo?

Vou deixar você pensar….

Opa! Isso mesmo! É uma péssima ideia ter este “10 motivos” nela.

Afinal, se eu quiser dar um tapinha no post mais adiante, remover ou adicionar motivos desta lista, a URL vai mudar, e vou perder qualquer posicionamento orgânico que eu tivesse conseguido.

Nesse caso, melhor trocar a URL para “motivos-clicar-post-fantástico”, por exemplo. Ou então utilizar a palavra-chave principal, que já estará no título do conteúdo.

Pense sempre na sua URL antes de fazer sua publicação.

Ela é fácil de ler? Deixa entender o assunto principal do texto? Se não, faça os ajustes. São cinco minutinhos que fazem uma diferença grande no resultado.

Calendário editorial

É muito comum ver blogs nascendo com muito potencial e “morrendo” por falta de engajamento.

A verdade é que manter um blog dá trabalho — vale a pena, mas dá trabalho.

Dessa forma, é fundamental se organizar adequadamente para fazer uma boa gestão do seu blog, e tudo começa com um calendário editorial.

Ele vai ajudar a:

  • organizar todo o ciclo de conteúdo, desde o planejamento à publicação;
  • priorizar os formatos de acordo com tendências, objetivos de negócio e sazonalidades.

O ideal é que ele seja feito em reunião com todos os envolvidos no projeto em uma data fixa, como no final ou começo do mês.

O que pode ajudar é usar ferramentas, como o Google Agenda, para se lembrar de datas-chave. Algumas pessoas (e equipes) preferem imprimir uma versão física de fácil visualização.

Explore diferentes de aquisição de tráfego

Muita gente se decepciona com os resultados alcançados com o blog, pois tinham uma expectativa de que só publicar conteúdo de qualidade colocariam seu portal na primeira página no Google.

Principalmente para quem está começando, é fundamental investir na promoção do seu blog e do conteúdo postado nele em diferentes canais, complementando o orgânico.

Ao contrário do que muitos acreditam, fazer isso é bem simples. Veja, abaixo, algumas sugestões iniciais.  

Redes sociais

Antes de começarmos, uma dica: não saia criando um perfil em todas as redes sociais! Esse é o erro mais comum cometido por empresas.

Gerenciar um perfil social demanda muito tempo e, por isso, você só deve investir naqueles que estiverem em redes que são realmente usadas por sua persona.

Você encontra mais dicas sobre como promover seu conteúdo aqui, mas a principal é: procure criar chamadas concisas mas irresistíveis para a leitura.

Email

Trabalhar o e-mail como canal de aquisição significa trabalhar relacionamento. Afinal, se você tem o acesso ao endereço de email de alguém, é porque você tem permissão para conversar com a pessoa, certo?

Dessa forma, o segredo do email marketing é a personalização: você precisa enviar a mensagem certa, do jeito certo, para a pessoa certa. Ah, e na hora certa também.

Pensando no formato mais básico de promoção de conteúdo, você pode começar com uma estratégia de newsletter que permita o compartilhamento de novas postagens com quem se interessou por elas.

Depois, você pode evoluir para estratégias mais complexas de email marketing, como segmentação e nutrição de contatos.

Passo 10: Como gerar resultados no blog?

Entender quais são os passos básicos para gerar resultados no blog é uma etapa importante para atrair mais clientes e maximizar os rendimentos da empresa. Com o objetivo de te ajudar nessa tarefa, preparamos algumas boas práticas que você deve usar. Continue a leitura e confira!

Saiba o básico sobre SEO

Entender como funciona a otimização para mecanismos de pesquisa é uma das partes importantes para gerar resultados em seu blog. Quanto melhor for o seu posicionamento em buscadores, como o Google, mais altas são as chances de alcançar bons frutos.

Portanto, é necessário entender o básico sobre SEO. Nesse sentido, é importante formatar seu conteúdo de maneira adequada, ter títulos atrativos, usar meta description, elaborar materiais originais e continuar aprendendo sobre SEO.

Faça pesquisa de palavras-chave

Ter boas palavras-chave é relevante para alcançar a sua persona e, desse modo, otimizar a estratégia de seu blog e conseguir resultados satisfatórios. Nesse sentido, é necessário saber como usá-las de maneira estratégica.

Além disso, pode-se usar uma palavra-chave principal e apostar em variações dela para melhorar o alcance. Também vale a pena utilizar ferramentas que auxiliem a encontrar as palavras-chave que fazem mais sentido para o objetivo da empresa.

Faça análise dos seus competidores

Entender os seus concorrentes é um passo importante em todos os segmentos do negócio, inclusive no Marketing de Conteúdo e na construção de um blog de sucesso. Por meio de uma boa pesquisa, você consegue informações valiosas.

Por exemplo, é possível entender quais são as oportunidades de mercado deixadas pelos competidores, além de compreender as tendências de mercado e as formas de se diferenciar para ter sucesso com suas estratégias.

Tenha uma estratégia de conteúdo

Falando em estratégia, é importante estabelecer uma para o seu blog. Para isso, tenha em mente sua persona e as dores e desejos que ela apresenta. Não adianta fazer textos excelentes, porém, que não resolvam as necessidades dos indivíduos que você deseja atrair.

Além disso, é possível estabelecer um calendário editorial para auxiliar em seus planos e ajudar na nutrição do seu potencial cliente.

Assim, você consegue fazer com que ele avance estágios na jornada de compra e, consequentemente, tem maior sucesso com seu blog.

Crie uma conta nas redes sociais

Usar as redes sociais como aliada na sua estratégia de blog é uma ótima alternativa, sendo apropriado utilizá-las em conjunto com outras ferramentas.

Você pode compartilhar os posts elaborados em seu blog em todas as redes da empresa a fim de chegar a mais pessoas, por exemplo.

Com isso, quem te acompanha nas mídias ou faz uma visita a elas, consegue ter acesso aos conteúdos de valor que você desenvolveu.

Faça guest posts

Fazer parcerias é uma boa maneira de gerar resultados no blog. Nesse sentido, desenvolver guest posts é uma excelente alternativa. Por exemplo, você pode encontrar uma empresa que oferece soluções complementares as suas e desenvolver artigos em parceria.

Assim, você consegue captar leads por meio do blog do outro negócio e vice-versa, estabelecendo uma troca benéfica para ambas as partes. Portanto, vale pensar nessa opção para ter resultados otimizados.

Implemente o Google Analytics

Se você deseja utilizar os dados online gerados em seu blog para melhorar a gestão e ter melhores resultados, é importante fazer a implementação do Google Analytics. Isso é realizado por meio de especificação de códigos e realização da configuração da ferramenta.

Assim, ao finalizar a implementação você consegue ter informações sobre o comportamento dos usuários do blog e utilizar tais dados para melhorar as estratégias e conseguir gerar resultados otimizados.

Avise o Google quando publicar um novo conteúdo

Como há uma imensidão de conteúdos novos diários nos mecanismos de buscas, é necessário fazer a indexação dos seus novos posts, pois, caso contrário, pode demorar um tempo para que ele apareça no mecanismo de busca.

Nesse sentido, é possível utilizar o Google Search Console para facilitar essa tarefa. Por meio dele, além de mandar alertas ao buscador e fazê-lo rastrear a nova publicação, você consegue acompanhar a performance, ter avisos sobre erros e ter um material de aprendizagem disponível.

Faça backlinks

Esse é um dos principais fatores de classificação considerados pelo Google. Assim, caso o seu blog já tenha boas posições no buscador, esse pode ser um meio de se manter bem colocado e otimizar o desempenho da sua página.

Eles são links utilizados de maneira estratégica para que o leitor continue em seu site consumindo as informações que você disponibiliza. Ou seja, por meio deles você consegue aumentar o conhecimento do leitor e gera resultados no blog.

Paciência é o segredo

É importante entender e ter ciência de que o investimento em blogs tem um prazo de maturação maior. Portanto, é necessário ter paciência, pois, com o tempo e conteúdos de qualidade será possível gerar resultados.

Isso acontece pelo fato de que o Google demora um prazo para reconhecer seu blog e começara a colocá-lo como referência no assunto. Portanto, lembre-se de ter paciência nesse período.

Adicione CTA (call to action)

As chamadas para ação são um ponto importante para ter bons resultados com o uso do blog. Por meio delas, você consegue convidar o leitor a adotar diversas práticas que você acha relevante.

Por exemplo, você pode direcioná-lo no final de um artigo para ler um novo post relacionado ou até mesmo para entrar em contato com a empresa, em caso de conteúdos mais aprofundados e relacionados com suas soluções.

Fique de olho nos tempos de carregamento do seu blog

Ter um site com carregamento ágil é necessário para que os usuários não percam a paciência e acabem abandonando seu blog.

Por exemplo, você insistiria em um post de um assunto que você tem interesse, mas que não carrega de modo algum? Provavelmente não. Portanto, tenha atenção a esse detalhe importante.

Faça manutenção do seu site

Garantir a manutenção e o bom funcionamento do seu blog é um fator determinante para alcançar sucesso ou acabar fracassando nas suas estratégias. Desse modo, vale fazer atualizações para manter tudo em bom funcionamento.

Nesse sentido, é necessário atualizar plugins, efetuar backups, mudar os temas e o CMS do blog. Assim, você o mantém funcionando e garante resultados no blog ao longo do tempo.

Como ganhar dinheiro com blog: conheça todas as formas

Ainda tem dúvidas sobre a possibilidade de obter rendimentos com um blog? Veja algumas ideias práticas para isso!

Consultoria

Uma forma de ganhar dinheiro com blog é com a criação de um que permita que você distribua conteúdo de valor, seja útil aos outros usuários e esclareça algumas dúvidas da audiência. Todo esse trabalho contribui para você construir autoridade em determinado assunto.

Por meio dela, a prestação de um serviço de consultoria se torna ainda mais fácil. Afinal de contas, seu público conhece suas habilidades e expertise no assunto. Por isso, uma excelente maneira para ganhar dinheiro com blog é por meio da consultoria quanto aos seus temas de domínio.

Além disso, você também pode orientar como outros profissionais da sua área podem ganhar visibilidade e autoridade por meio da distribuição de conteúdo nos canais digitais. Com a confiança já conquistada, há possibilidade de realizar a esse serviço em diversas áreas de expertise.

Publicidade

Uma maneira mais simples de monetizar seu blog é por meio da publicidade. Ao liberar espaços para banners do Google, você recebe uma remuneração tão alta quanto o número de visitantes no seu endereço virtual.

Essa é uma forma particularmente útil de gerar renda sem ter de se envolver com outros estágios relacionados à prestação de serviços ou à criação de produtos. Isso significa que essa é uma ótima alternativa para quem está com o tempo escasso ou não quer se envolver diretamente com negócios relacionados ao blog.

Certamente, uma atuação ativa, como a criação de produtos, o lançamento de uma mentoria ou a prestação de serviços especializados, tem alto potencial de remuneração. Contudo, para canais com grande autoridade, é possível faturar muito por meio de parcerias com empresas que atuam em sua área.

Programa de afiliados

Imagine, por exemplo, que você tenha um blog de música e que conquiste grande autoridade. Uma forma inteligente de ganhar por meio da publicidade é criar parcerias com músicos ou empresas que comercializam fones de ouvido e outros acessórios.

A ideia apresentada anteriormente é uma aplicação do programa de afiliados. Por meio dessa estratégia, você recomenda para sua audiência alguns produtos escolhidos a dedo, cedendo sua credibilidade para a marca em questão.

Ao fazer isso, as vendas desse produto ou serviço aumentam, e não é necessário que se envolva com as etapas seguintes, apenas com a apresentação e a publicidade. Esse tipo de parceria é especialmente útil, pois permite que você permaneça na produção de conteúdo e de autoridade, enquanto a empresa parceira se concentra no atendimento ao público.

Conteúdo Premium

Outra maneira direta de ganhar dinheiro com o blog é por meio de acesso restrito ao conteúdo Premium do site. Por meio dele, você consegue entregar um material exclusivo para o público pagante, e ainda mantém a rotina de produção de textos e outros materiais no blog.

Esse conteúdo pode ser disponibilizado em um ambiente virtual restrito, por meio de grupos exclusivos nas redes sociais, ou diretamente no email dos envolvidos. Quanto mais técnica for a sua atividade, maior valor agregado você pode oferecer por meio de conteúdos Premium.

Desse modo, além de aproveitar a audiência qualificada para a compra, você também consegue coletar depoimentos, receber feedbacks e pode começar a desenvolver novos produtos e serviços. Um canal bastante comum é iniciar com materiais Premium e, após coletar alguns resultados, seguir para a produção de um infoproduto.

Blog de sucesso: conheça os três casos da Rock Content

Confira a seguir as três principais histórias de sucesso que tivemos com os blogs da Rock Content.

Blog post de R$2 milhões 

Acreditamos que uma estratégia bem feita de Marketing de Conteúdo é capaz de gerar resultados que não têm fim. Fundamentamos essa crença em nosso blog post de R$2 milhões, história que vamos resumir, a seguir.

Tudo começou em 2014, quando encontramos a oportunidade de escrever um artigo focado na palavra-chave “marketing digital”. Tratava-se de uma palavra-chave com alto volume de busca e que fazia sentido para nossa persona. Muitas vezes, seu processo de conversão começava a partir desse termo, que não saiu de moda.

Em 16 meses de publicação, foram R$436 mil gerados em novos negócios. Um ano depois, o valor chegou a R$1.8 milhão. O “segredo” desse blog de sucesso? Uma boa estratégia evergreen.

Conforme apontamos, o termo “marketing digital” não morre com o tempo. Muito pelo contrário, trata-se de um conceito que sempre vai existir. Quanto melhor for o posicionamento para essa palavra, mais pessoas interessadas não apenas no tema, mas no negócio por trás, vão converter e gerar receita.

Blog da Rock Content North America

Sabia que aumentamos o tráfego do nosso blog da América do Norte em mais de 15 vezes, em um período de 11 meses? Pois é! Isso foi possível a partir de uma estratégia muito bem executada entre os times de Conteúdo da Rock e a ScribbleLive, uma empresa com sede nos Estados Unidos, até então, recém-adquirida. 

A ideia era transformar o blog em um verdadeiro gerador de leads nos Estados Unidos e Canadá. Em seu primeiro mês de “vida”, conquistamos um tráfego de pouco mais de 5 mil sessões. Quase um ano depois, em março de 2021, eram 79 mil sessões orgânicas. 

Dessa forma, fomos capazes de aumentar o nosso reconhecimento no mercado internacional, conquistando as primeiras posições no Google, sem investir em mídia paga. As três principais estratégias capazes de fazer um blog crescer e que, em nossa visão, foram importantes para o sucesso desse projeto, foram:

  • compreensão de que localização e tradução são coisas diferentes;
  • investimento em link building e compreensão da força que a estratégia tem no mercado de SEO;
  • criação de parcerias, por meio de guest posts e estratégias de comarketing.

Case de SEO internacional

Era 2015, ano do lançamento do blog Marketing de Contenidos, um grande passo rumo ao mercado hispânico. A ideia era abordar temas como Marketing Digital, produção de conteúdo para a web e publicidade.

Investimos em um calendário de conteúdo com boa frequência de publicações, que foi aumentando, ao ponto de construirmos a autoridade do blog. Cinco anos depois, em 2020, alcançamos o marco de 2 milhões de sessões orgânicas. É isso mesmo: sem gastar nem um centavo em anúncios pagos!

Ao ler o case, você pode se perguntar: beleza, muito bom, mas será que é possível adaptar a estratégia para a minha realidade? A resposta é sim! Mas não pense que esses cinco anos foram dignos de uma receita de bolo. É preciso ter paciência e persistência, até encontrar a melhor fórmula para o seu blog.

Listamos as premissas que nos ajudaram a alcançar os resultados e as resumimos em tópicos:

  • produção de conteúdo relevante para o usuário;
  • ampla frequência de publicação;
  • desenvolvimento de uma jornada do usuário completa, sem “pontas soltas”;
  • bom planejamento de palavras-chave;
  • técnicas de SEO internacional (como a otimização para palavras-chave locais);
  • estratégia robusta de link building;
  • atualização de conteúdos.

Conclusão

Este post tinha como objetivo te preparar para dar os primeiros passos na criação e gestão de um blog.

Sei que parece uma quantidade imensa de coisas para aprender, mas — e preciso que você acredite em mim nessa — fica muito mais fácil com o tempo e prática.

É mais ou menos como ir à academia.

No começo você não sabe o que fazer, e fica até meio dolorido, já que está todo enferrujado e meio torto. Mas na medida que começa a ver resultados, as dores diminuem, seu domínio sobre os exercícios aumenta e você tem um desempenho cada vez melhor.

Talvez você se vicie em blogar, queira atingir audiências de milhões e não descanse enquanto não tiver exercitado no dia.

Talvez você só mantenha aquela rotina por saúde mesmo. Para fazer um bem pra si mesmo e relaxar do dia puxado.

Em qualquer caso, happy blogging!

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Saiba o que é arquitetura centrada em dados e como deixar a sua empresa preparada

No cenário de transformação digital das empresas, os dados deixaram de ser apenas fontes de informação ou ativos empresariais. Hoje eles são o núcleo das estratégias empresariais e, como tal, devem estar no centro das suas decisões.

Por isso, a arquitetura centrada em dados vem se tornando essencial para o desempenho das organizações. Esse conceito coloca os dados como elemento central, enquanto a tecnologia é construída no seu entorno — e não o contrário, como as empresas costumam fazer e acabam tendo que levar os dados de um lado para outro.

Neste artigo, vamos explicar melhor esse conceito que vem sendo aplicado nas organizações para favorecer a inteligência de negócio e o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Acompanhe agora para saber como aplicar na sua empresa!

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O que é arquitetura centrada em dados?

Arquitetura centrada em dados é uma abordagem de negócios que coloca os dados como elemento central da infraestrutura das empresas, enquanto a tecnologia é construída em torno deles.

Dessa forma, entende-se que ferramentas, aplicações, softwares e outras tecnologias de infraestrutura podem ir e vir. Porém, os dados permanecem no mesmo lugar, porque são o principal ativo das empresas.

Na figura abaixo, você pode ver um exemplo de modelo em nuvem centrado em dados. Eles estão integrados no centro, enquanto as políticas e padrões estão na sua volta, mesmo com o uso de diferentes tipos de aplicações (SaaS, IaaS, On-premises, Edge).

No contexto da transformação digital, muito se fala no mercado sobre construir empresas orientadas por dados ou data-driven. De acordo com essa mentalidade, elas deveriam construir ferramentas e habilidades para adquirir e analisar dados, a fim de tomar melhores decisões.

O que se defende agora é que os dados são mais que orientadores das decisões: eles são os ativos principais das organizações. Por isso, as empresas devem passar a ser centradas em dados ou data-centric para alcançar inteligência de negócio e vantagem competitiva.

Tecnologias de inteligência artificial, deep learning, processamento gráfico e big data estão no centro da inovação das empresas e exigem uma base moderna para o seu processamento. Isso se reflete, então, na renovação da arquitetura de data-centers, que devem deixar de ser centradas nos computadores e aplicações para colocar os dados no seu lugar.

Quais são os benefícios de um modelo centrado em dados?

Em um mundo de tecnologias e aplicações em rápida evolução, as empresas se veem na necessidade de migrar os dados de um lado para o outro. Com o crescimento explosivo do big data e das fontes de dados com que as organizações operam, esse cenário pode se tornar caótico.

Nas migrações, dados se perdem, tornam-se vulneráveis, e esses processos geram prejuízos para as empresas. Por isso, o modelo de arquitetura centrada em dados tende a trazer benefícios às empresas, ao colocar os dados como ativos permanentes.

A seguir, vamos entender melhor quais são as vantagens de trabalhar com esse modelo na sua organização:

Integrabilidade dos dados

Em um modelo apenas orientado por dados, eles podem vir de diferentes fontes e em diferentes formatos. Os esforços não estão focados em harmonizar os dados, o que pode gerar inconsistências.

Já na abordagem centrada em dados, eles são catalogados e padronizados. Há uma arquitetura predefinida, em que as aplicações são desenvolvidas em torno dos dados, e não o contrário. Por isso, eles podem ser integrados para tornar as análises mais confiáveis e consistentes.

Proteção de dados mais confiável

Nos processos de migração de dados, eles podem ficar desprotegidos. Isso acontece nos modelos que são centrados em aplicações, já que novas tecnologias surgem, e os dados migram de sistemas antigos para novos.

Por outro lado, uma abordagem centrada em dados permite que as organizações protejam melhor seus dados contra acessos não autorizados, roubos, comprometimento e usos indevidos. Com uma arquitetura organizada, o sistema pode identificar dados confidenciais e aplicar a proteção com base em políticas apropriadas.

Resiliência cibernética

Resiliência cibernética se refere à capacidade de recuperação das empresas ao enfrentar incidentes cibernéticos.

Quando as organizações operam com a arquitetura centrada em dados, elas fortalecem essa resiliência. Esse modelo capacita as empresas a se preparar melhor, responder e se recuperar de incidentes, já que os dados são o foco do negócio e estão melhor protegidos e integrados em sistemas eficientes.

Quais são os princípios da arquitetura centrada em dados?

Centenas de líderes de empresas e profissionais de tecnologia assinaram um manifesto chamado de Data Centric Manifesto.

Lá estão dispostos os princípios da arquitetura centrada em dados, que surgiram diante do estado confuso da arquitetura da informação nas grandes instituições atuais. Segundo os signatários do manifesto, essa confusão vem da mentalidade que dá prioridade às aplicações em vez dos dados.

Estes são os princípios do Manifesto Centrado em Dados:

  • os dados são um ativo fundamental de qualquer organização;
  • os dados são auto descritivos e não dependem de um aplicativo para interpretação e significado;
  • os dados são expressos em formatos abertos e não proprietários;
  • o acesso e a segurança dos dados são de responsabilidade da camada de dados e não são gerenciados por aplicativos;
  • os aplicativos podem visitar os dados, realizar sua mágica e expressar os resultados de seu processo de volta na camada de dados para que todos possam compartilhar.

Quais são os pilares da arquitetura centrada em dados?

A seguir, vamos entender melhor como funciona a arquitetura centrada em dados a partir dos pilares que sustentam esse modelo. Confira:

Segurança

A segurança de dados é um assunto em alta, à medida que eles estão cada vez mais disponíveis e o mundo se torna cada vez mais digital. Durante a pandemia de Covid-19, os ataques cibernéticos a empresas triplicaram, diante do aumento da vulnerabilidade dos sistemas, como informa o G1.

Diante desse cenário, fica claro por que a segurança é um dos pilares da arquitetura centrada em dados. Como explicamos, esse modelo deve garantir maior proteção aos dados das empresas contra acessos indevidos.

Unificação

A arquitetura centrada em dados procura unificá-los para liberar todo o seu potencial. Em vez de criar silos de dados e múltiplas infraestruturas, que dificultam o seu acesso e análises, a intenção é obter uma arquitetura de dados contínua, que permita domar o enorme volume de dados.

Em uma analogia à arquitetura de imóveis, esse modelo permite criar uma casa bem integrada internamente, em vez de construções aleatórias e cômodos desconectados.

Agilidade

Outro pilar que sustenta a arquitetura centrada em dados é a agilidade. Tecnologias de IA exigem acesso em tempo real aos dados, a fim de propiciar uma resposta ágil aos usuários.

Nesse sentido, a infraestrutura unificada e a capacidade aprimorada de processamento devem permitir o acesso instantâneo aos dados pelas aplicações. Isso garante agilidade às organizações, para responder adequadamente à velocidade da era digital.

Acessibilidade

A arquitetura centrada em dados deve ser democrática. Qualquer pessoa, independentemente da sua especialização ou conhecimento técnico, deve poder acessar os dados para tomar decisões e melhorar processos.

Portanto, esse modelo deve priorizar também a acessibilidade dos usuários, considerando os diferentes níveis de permissão de acesso.

Como implementar a arquitetura centrada em dados?

A implementação seria muito mais fácil se a organização já começasse centrada em dados desde o início das suas operações. Porém, a realidade é que as empresas já estão lidando com diversas aplicações e ferramentas, já passaram por fusões e aquisições, e lidam com um cenário confuso em relação aos dados.

Por isso, a implementação da arquitetura centrada em dados exige um processo mais complexo para ser efetivada. Vamos ver agora o que a sua empresa deve fazer:

Comece no topo

A transformação tecnológica não começa por softwares e ferramentas. Deve iniciar no topo da empresa, ou seja, nos altos níveis de decisão. Gestores do negócio e do departamento de TI devem querer levar a organização à centralização nos dados.

Para isso, devem oferecer um ambiente propício, promover uma cultura voltada para dados e planejar os passos para a implementação.

Construa um departamento de TI evangelizador

O departamento de TI é o protagonista da transformação da empresa para o data-centric. Por isso, a equipe deve definir e promover políticas, procedimentos, padrões, metodologias e metas para implementar a arquitetura centrada em dados.

São essas definições que vão orientar as mudanças na empresa, a aquisição de ferramentas e os treinamentos dos colaboradores.

Mapeie e organize os dados

A organização deve mapear o cenário dos dados, suas fontes, formatos, volume e domínios de assuntos. Dessa forma, é possível organizá-los, definir níveis de hierarquia e planejar a infraestrutura de acordo com as necessidades e demandas da organização.

Além disso, é possível também definir a transição para o novo modelo de arquitetura de acordo com a ordem de importância dos dados para a empresa.

Controle as atividades

O departamento de TI deve também acompanhar a implementação da arquitetura centrada em dados em todas as suas etapas. É seu papel monitorar o desenvolvimento de aplicações, a unificação dos dados, o aprendizado da equipe e as transformações da empresa.

Assim, é possível medir se a implementação está no caminho certo, se está atingindo as metas definidas no planejamento e se existem oportunidades de otimização do processo.

Quais desafios podem surgir?

A implementação da arquitetura centrada em dados é uma tarefa complexa. Não se trata apenas de uma mudança de infraestrutura, mas também de mentalidade de negócio.

Se os dados se tornam o elemento central da infraestrutura tecnológica das empresas, as equipes precisam também colocá-los no centro das suas tarefas e decisões. Isso exige uma mudança de cultura que muitas vezes sofre resistência.

Além disso, se a empresa é centrada em dados, todas as pessoas devem poder acessar e analisar os dados facilmente, considerando os devidos níveis de permissão. Para isso, é importante que elas desenvolvam o conhecimento técnico e as habilidades para extrair valor dos dados, o que demanda das empresas esforços de preparação e treinamento.

A implementação da arquitetura centrada em dados também passa por alguns desafios técnicos. A unificação de um grande volume de dados, de diferentes fontes e formatos, aumenta a complexidade da operação. É preciso acessar dados até então fragmentados em silos para consolidá-los em formatos padronizados e analisáveis.

Desenvolver uma infraestrutura sólida, em que os usuários possam confiar para acessar e analisar dados de qualidade, também é um processo complexo e extenso. Requer o uso de ferramentas confiáveis e profissionais qualificados, que são responsáveis por conduzir esse processo de forma eficiente nas organizações.

A arquitetura centrada em dados representa um avanço no universo do business intelligence. A inteligência do negócio depende dessa mudança de mentalidade e infraestrutura, que coloca os dados no centro das organizações, como seu principal ativo.

Dessa forma, é possível explorar o uso de tecnologias de inteligência artificial e machine learning, que permitem agregar vantagens competitivas aos negócios.

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