IA na criação de conteúdo: dicas, truques e ferramentas para usar

Humanos e máquinas podem se ajudar de várias formas para produzir um conteúdo excelente. Mas como fazer isso da melhor maneira possível?

Aqui estão algumas questões que você deve considerar: 

  • Qual é o equilíbrio mais saudável e eficaz entre a criação de conteúdo por IA e por humanos?
  • Quais são os pontos importantes para aproveitar os recursos disponíveis ao máximo?
  • Como evitar que minha marca enfrente problemas ao gerar conteúdo com a ajuda de IA?

Este artigo vai abordar essas questões e trazer algumas ferramentas para melhorar sua criação de conteúdo com IA. Nosso objetivo é garantir que você mantenha sua visão criativa, usando o conhecimento necessário para aproveitar ao máximo esses recursos inovadores!

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Antes de começarmos

É importante lembrar que a IA não é apenas um único campo de estudo. De uma forma resumida, ela começou nos anos 60 e, desde então, surgiram várias áreas derivadas com abordagens mais específicas.

Entre elas estão as relacionadas à privacidade (questionando os limites do uso de dados), segurança (como esses limites impactam nossa segurança) e filosofia (ponderando as considerações éticas e implicações da IA).

Áreas derivadas da IA

Uma dessas áreas é a IA Generativa, que tem sido objeto de estudo por vários anos. Então, é natural se perguntar: se não é exatamente novo, qual foi a mudança essencial que colocou a IA em evidência? A resposta, sem dúvida, é o ChatGPT.

Tornar a IA acessível e fácil de usar revolucionou a forma como interagimos com a tecnologia, democratizando seu uso entre uma ampla audiência. Essa acessibilidade foi decisiva para seu crescimento explosivo, alcançando um milhão de usuários em apenas quatro dias (!!!!!). Sua simplicidade e rapidez na geração de conteúdo estabeleceram um novo padrão para ferramentas digitais.

Embora pareça “fácil” estimular uma IA para gerar conteúdo, surge a questão crucial: o resultado atenderá aos padrões de sua audiência?

Essa conveniência traz consigo uma responsabilidade significativa, o que nos leva a enfrentar uma preocupação no que diz respeito à IA generativa: o fenômeno da alucinação.

Não deixe a IA alucinar!

A alucinação da IA acontece quando esse sistema produz informações incorretas ou imaginárias, conforme explicado por Russell e Norvig no livro Artificial Intelligence: A Modern Approach. Pode parecer complexo, mas vamos ver alguns exemplos para entender melhor:

É claro que nem toda IA está cheia de informações falsas; no entanto, é essencial considerar os riscos associados ao uso delas, principalmente para as marcas que representamos. 

Podemos enfrentar alguns riscos quando a IA alucina, e mesmo que os pesquisadores estejam dedicando muito esforço a isso, os profissionais de marketing ainda precisam garantir que tudo seja verdade, principalmente os fatos.

Incorporar a experiência humana no processo de criação de conteúdo é essencial para garantir precisão e autenticidade. A intervenção humana tem um papel vital, não só para ter atenção com as alucinações da IA, mas também no enriquecimento do conteúdo com perspectivas e experiências de vida reais que a IA sozinha não pode oferecer.

A interferência humana ajuda a estabelecer uma conexão mais profunda entre o leitor e o conteúdo, garantindo que ele gere identificação a um nível mais pessoal. 

Além disso, revisores humanos são fundamentais para adaptar o conteúdo às necessidades do público e alinhá-lo com os objetivos estratégicos, aproveitando a intuição e compreensão deles para orientar a estratégia de conteúdo da melhor forma.

No entanto, algumas ferramentas serão decisivas em algumas dessas tarefas para aprimorar a criação de conteúdo, e é exatamente isso que mostraremos a seguir!

Ferramentas para impulsionar seu conteúdo!

O conteúdo escrito em si é apenas a ponta do iceberg. Antes mesmo de começar a escrever, é preciso dedicar um tempo a algumas etapas preparatórias essenciais. Entre elas está a fase de concepção de ideias, que determina o que escrever e para quem. 

Além disso, quando envolvemos a assistência de IA, é necessário identificar o talento humano necessário para tratar o conteúdo. A seguir, vamos descobrir várias soluções que auxiliam nessa jornada.

AI Persona Builder

Saiba mais

O primeiro passo na elaboração da sua estratégia de conteúdo é entender a fundo o seu público-alvo. Este conhecimento é essencial, pois define as diversas estratégias que você utilizará para se conectar com ele, sendo um aspecto essencial no planejamento da jornada do seu conteúdo para engajar os usuários.

No entanto, chegar a essa compreensão não é uma tarefa simples e envolve uma série de etapas. 

Felizmente, a Rock Content oferece uma ferramenta projetada para simplificar esse processo essencial. Ao adicionar os detalhes sobre o seu domínio e empresa, você pode usar esta ferramenta para obter informações valiosas sobre o seu público-alvo, facilitando uma estratégia de conteúdo mais direcionada e eficaz.

Fluxo do AI Persona Builder

Seja você uma agência ou não, utilizar o AI Persona Builder permite que você armazene vários perfis de personas. Essa funcionalidade é essencial para a criação de conteúdo, tanto aquela apoiada por IA quanto não. 

Além disso, garantir o alinhamento com suas diretrizes de conteúdo não apenas aprimora o impacto dos resultados gerados por IA, mas também oferece os insights necessários sobre seu público-alvo ao talento humano, garantindo a vantagem competitiva que seu conteúdo merece.

Leia também: Criação de persona com IA: descubra o poder do AI Persona Builder

AI Content Wizard

Saiba mais

Agora que você já definiu sua persona, o próximo passo é decidir qual conteúdo produzir. Imagine ter a habilidade de identificar e descobrir as lacunas nas estratégias dos seus concorrentes a seu favor. Essa é precisamente a função do AI Content Wizard.

Ao inserir o seu domínio e identificar seus concorrentes, o AI Content Wizard faz uma análise detalhada para identificar palavras-chave que representam as melhores oportunidades de classificação. Essa estratégia busca direcionar o tráfego para o seu domínio organicamente.

Fluxo do AI Content Wizard

Após realizar este diagnóstico, o Assistente de Conteúdo de IA conseguirá oferecer a você alguns temas para escrever com resumos de conteúdo, para que você possa produzir um material que entregue resultados.

Além disso, caso você busque recomendações de conteúdo por meio de metodologias alternativas, não se preocupe: oferecemos um portfólio abrangente de soluções. Você pode acessá-las convenientemente através do nosso menu, garantindo que você tenha uma alta variedade de opções para atender às suas necessidades específicas.

AI Content Idea Generator

Saiba mais (versão gratuita)

O AI Content Idea Generator oferece três métodos de geração de ideias de conteúdo: 

  • Gerar apenas com o domínio: usa apenas o URL do site do usuário para criar rapidamente ideias relevantes.
  • Adicionar detalhes da empresa para gerar ideias: esse método requer mais informações, como o site da empresa, palavras-chave, público-alvo e descrição do produto/serviço para ideias mais personalizadas. 
  • Adicionar pedidos recentes para gerar ideias: sugere novo conteúdo com base nos pedidos anteriores do usuário, ideal para ir além dos temas anteriores.

Smart Match Me Up

Reconhecendo o papel crucial da expertise humana no sucesso da criação de conteúdo, essa ferramenta foi projetada para otimizar o processo de aquisição de talentos para atender às necessidades únicas da sua marca. Utilizando um sofisticado framework de diagnóstico, avaliamos potenciais candidatos com base em cinco dimensões psicológicas fundamentais: Abertura, Conscienciosidade, Extroversão, Agradabilidade e Neuroticismo. 

Essa análise abrangente nos permite criar uma lista de talentos cujos perfis estão otimamente alinhados com as necessidades do seu projeto.

A partir daí, você terá a oportunidade de examinar o pool de talentos selecionados, obtendo insights sobre suas habilidades e experiência individuais. Isso facilita um processo de tomada de decisão bem informado, permitindo que você escolha os candidatos ideais para seus projetos com confiança.

AI Copilot

O AI Copilot é a nova ferramenta da Rock Content para criar conteúdo usando inteligência artificial. O AI Copilot ajuda você a criar tudo, desde artigos de blog até posts em redes sociais, e-mails, anúncios e muito mais. 

Ao criar artigos de blog, você recebe recomendações de humanização e tem a opção de solicitar a edição do seu conteúdo por um profissional especializado para garantir que a versão final seja revisada com um toque humano. 

Nossos habilidosos redatores humanos fazem correções relacionadas à identidade da marca, fact-checking e qualquer outra ação necessária para que seu conteúdo atinja seu potencial máximo. Além disso, garantem que o material seja mais seguro em relação aos riscos de SEO e reputação de marca associados à publicação de conteúdo gerado por IA sem supervisão humana.

Bônus: WriterAccess Humanizer

Saiba mais

Não exatamente uma ferramenta de IA, mas altamente relacionada. Reconhecendo a demanda por uma combinação de esforço humano + IA e a importância dos editores humanos para atendê-la da melhor forma, a Rock Content criou o WriterAccess Humanizer.

Com essa ferramenta, você pode contratar editores profissionais que analisam o conteúdo gerado por IA, verificam a precisão dos dados, a relevância das informações, a importância das citações e ajustam o material para estar em harmonia com a voz e estratégia da marca.

Esse processo garante que o conteúdo gerado por IA não apenas engaje o público-alvo, mas também esteja alinhado com as boas práticas de SEO.

Reflexões finais

  • Navegando pelo cenário estabelecido da IA: A IA está longe de ser um campo nascente, trazendo consigo discussões profundas sobre privacidade, ética e outras considerações cruciais para um uso responsável. Estar ciente desses aspectos é essencial conforme integramos a IA em nossos processos.
  • Protegendo-se contra os riscos de alucinação: O fenômeno das alucinações da IA (a geração de informações falsas ou irrelevantes) traz grandes riscos para a integridade da marca. É essencial não confundir a facilidade da IA na geração de conteúdo com relevância ou precisão garantidas.
  • Aprimorando a ideação com a IA: A IA se destaca na fase de idealização, oferecendo uma oportunidade única para colaboração entre humano e IA. Esta interseção é onde a criatividade é despertada e a inovação floresce, resultando em criação de conteúdo realmente impactante.
  • Garantindo a relevância do conteúdo por meio do olhar humano: O envolvimento de humanos no processo de criação de conteúdo é fundamental para garantir relevância e identificação com o público-alvo. O WriterAccess oferece ferramentas sofisticadas projetadas para conectar você aos melhores talentos, garantindo que seu conteúdo não apenas alcance, mas também engaje e convença sua audiência.

Esperamos que este post tenha ajudado você a entender como potencializar a criação de seu conteúdo com algumas ferramentas de IA fornecidas pela Rock Content. Aproveite e experimente a WriterAccess para oferecer ao seu público o melhor que ele merece.

8 filmes sobre Inteligência Artificial: do clássico ao contemporâneo

Filmes sobre Inteligência Artificial aguçam nossa imaginação. Ficamos abismados com o que a tecnologia pode fazer ou até que ponto ela pode nos levar. Mas o que antes era apenas ficção científica, nos últimos anos se tornou realidade no nosso dia a dia.

Quem trabalha com marketing sabe que Inteligência artificial esteve em todos os eventos da área e relatórios de tendências nos últimos anos. Segundo o The State of Marketing 2024 (estudo conduzido por HubSpot, Litmus, Rock Content e Search Engine Journal), 85% dos profissionais de marketing acreditam que a IA generativa vai impactar sua criação de conteúdo em 2024.

Já percorremos um longo caminho nas tecnologias relacionadas à inteligência das máquinas, que impactam no comportamento do consumidor e no desenvolvimento de produtos. Mas os filmes de IA nos levam a acreditar que ainda há muito a explorar.

Neste artigo, vamos conhecer alguns filmes sobre inteligência artificial que já mexeram com o nosso imaginário e que podem trazer algumas reflexões sobre o poder da tecnologia nas nossas vidas — e, é claro, no marketing. Confira as nossas indicações!

Filmes clássicos sobre Inteligência Artificial

Nos filmes clássicos de sobre IA, a tecnologia era colocada como algo muito futurístico, distante da realidade — sequer sabíamos como ela poderia agir na sociedade. 

Muitas representações trazem uma visão sinistra do avanço da tecnologia, muitas vezes colocada como antagonista, uma ameaça à humanidade.

Vamos ver agora algumas produções mais antigas que trazem o tema da Inteligência Artificial:

2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)

Considerado uma das obras-primas de Stanley Kubrick, 2001: Uma Odisseia no Espaço ficou marcado na história do cinema por sua trilha sonora, pelos seus efeitos inovadores e por abordar questões existenciais complexas da humanidade.

No filme, uma missão espacial tripulada por humanos para Júpiter é acompanhada pelo computador HAL 9000, que passa a apresentar comportamentos estranhos na relação com os humanos. 

A produção inaugura uma visão, depois bastante explorada no cinema, da tecnologia sendo ameaçadora e controladora.

Onde assistir: ClaroTV+, Prime Video, YouTube

Trailer:

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Blade Runner (1982)

Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Harrison Ford, Blade Runner é mais um clássico da ficção científica. Aborda um futuro distópico, em que um ex-policial é contratado para investigar uma rebelião de androides humanoides e capturá-los.

Os androides, chamados de replicantes, são criados para servir aos humanos e se assemelham a eles. 

No entanto, os modelos com tecnologia mais avançada se rebelam e se tornam uma ameaça à soberania humana. Aqui, mais uma vez a IA é intimidadora, mas dessa vez como um espelho da complexidade humana.

Onde assistir: Max, ClaroTV+, YouTube

Trailer:

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Matrix – Trilogia (1999-2003)

Em 1999, o filme Matrix inaugurou uma trilogia marcada por cenas de ação, efeitos visuais inovadores e profundas teorias. 

Neste longa, um grupo de rebeldes luta para libertar a humanidade, que vive em uma realidade controlada pela Inteligência Artificial.

Na virada do milênio, Matrix despertou discussões sobre o potencial da tecnologia em criar realidades simuladas — como hoje falamos em metaverso, realidade virtual e realidade aumentada, por exemplo. 

No entanto, o filme traz uma relação controversa com a tecnologia, que é capaz de controlar os humanos e até levar a uma guerra.

Onde assistir: Prime Video, Max, YouTube

Trailer:

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A.I.: Inteligência Artificial (2001)

Dirigido por Steven Spielberg, A.I.: Inteligência Artificial traz no nome o assunto deste artigo. O filme retrata um menino robótico, criado com tecnologias altamente avançadas, que busca se tornar uma pessoa “real” para recuperar o amor da sua mãe humana.

No enredo, humanos e robôs convivem diariamente. No entanto, essa convivência levanta questões éticas e morais da criação de seres robóticos conscientes. 

Embora sua autonomia possa gerar inúmeros benefícios sociais, inclusive emocionais, também pode criar relações repletas de dilemas, que fazem refletir sobre a própria condição humana.

Onde assistir: Prime Video, YouTube

Trailer:

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Filmes contemporâneos sobre Inteligência Artificial

As narrativas contemporâneas de filmes sobre Inteligência Artificial abordam toda a sua complexidade, nas mais diversas perspectivas. Entretanto, o que era uma curiosidade distante ou um futuro distópico nos filmes clássicos, agora se aproxima da realidade e do cotidiano.

A tecnologia já entra no dia a dia e traz uma série de reflexões e implicações. A seguir, vamos falar de mais quatro filmes sobre Inteligência Artificial, agora em tempos mais recentes:

Ex_Machina (2014)

O filme Ex_Machina traz a história de um jovem programador que foi convidado a realizar o Teste de Turing em Ava, um robô com inteligência artificial. No entanto, conforme interage com a IA, ele é envolvido por comportamentos imprevisíveis, manipulações e tensões.

No filme, a Inteligência Artificial em forma humana adquire consciência e demonstra emoções, criando relações complexas com os humanos. O enredo leva a nos questionar os limites entre os benefícios e os abusos da tecnologia, que trazem implicações éticas.

Onde assistir: Prime Video, Netflix, YouTube

Trailer:

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Her (2013)

Em Her, a tecnologia é tema de um drama romântico. Um escritor solitário, interpretado por Joaquin Phoenix, apaixona-se por Samantha, uma assistente virtual baseada em Inteligência Artificial que conversa sobre os mais diversos assuntos.

Mais próxima da realidade atual, a tecnologia se mostra como companhia para seres humanos em um contexto de solidão e afastamento entre as pessoas. A abordagem sensível afasta a IA dos cenários de ficção científica e fala sobre amor e intimidade.

Onde assistir: Prime Video, YouTube

Trailer:

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WALL·E (2008)

WALL·E é um filme de animação da PIXAR. A história é sobre um robô que fica responsável por compactar o lixo que restou na Terra após a humanidade poluir completamente o planeta. No entanto, WALL·E é surpreendido pela chegada de EVA, um robô moderno por quem se apaixona.

De maneira sensível e divertida, o enredo faz uma crítica à humanidade e sua capacidade de estragar o próprio habitat, a ponto de ter que deixar o planeta para viver em uma nave espacial. 

Mas também traz uma mensagem de esperança quando WALL·E enfrenta e vence AUTO, a IA antagonista, e consegue iniciar a restauração da vida na Terra.

Onde assistir: Disney+

Trailer:

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M3GAN (2023)

M3GAN é uma boneca, desenvolvida com IA por uma engenheira, que desejava oferecer conforto e companhia à Cady, que se tornara órfã. Só que a boneca começa a ganhar vida própria — e o que parecia uma relação de amizade ganha ares de terror.

M3GAN e Cady criam vínculos emocionais. Mas a boneca é apenas um robô. Por isso, o filme problematiza a proximidade da tecnologia na vida humana, a ponto de criar relações íntimas de amizade, e a capacidade das máquinas de tomar decisões próprias a partir de comandos realizados por humanos.

Onde assistir: Globoplay, Prime Video, YouTube

Trailer:

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Inteligência Artificial no cinema: o que os filmes dizem sobre a tecnologia

Dos filmes clássicos aos contemporâneos que abordam a Inteligência Artificial, a tecnologia tem sempre uma relação complexa com os humanos.

Por vezes é ameaçadora, controladora, em cenários apocalípticos — algo que dá até medo. Em outros casos, a IA nos faz refletir sobre a condição humana, o que nos diferencia das máquinas, mas o quanto estamos cada vez mais semelhantes.

No mundo atual, assim como alguns filmes sobre Inteligência Artificial anteviram, a linha entre real e virtual é cada vez mais tênue. Isso fica evidente, por exemplo, nas relações que criamos com chatbots e assistentes virtuais, todo dia mais próximos do comportamento humano, muito usados no atendimento ao cliente, personalização e produtos como Alexa e Siri.

Em muitos filmes, o caráter ameaçador das máquinas vem justamente da sua capacidade de pensar e agir como humanos. Elas podem tomar decisões autônomas — que, no limite, podem ser desastrosas para a humanidade.

Longe da ficção, esse contexto se apresenta nos sistemas de automação, inclusive no marketing, em que os algoritmos podem decidir segmentações de público, exposição de produtos em vitrines, disparos de e-mail e até produzir conteúdos, como a Rock Content tem usado a IA.

Os filmes levantam também questões sobre a ética na interação com a tecnologia. Não se pode esquecer que robôs são programados e controlados por humanos e, assim, refletem seus comportamentos. Talvez por isso saiam do controle na ficção e se tornam perigosos.

No mundo real, a ética na interação com a Inteligência Artificial está relacionada aos comandos criados para os sistemas e à privacidade dos dados utilizados. No marketing, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) definiu que as empresas devem ser responsáveis pela proteção dos dados pessoais dos usuários.

Além disso, o cinema nos faz pensar sobre o potencial da IA no mercado de trabalho. Capazes de agir de forma autônoma, os robôs são capazes de executar inúmeras tarefas, inclusive criativas.

Dessa forma, provocam os profissionais de marketing a desenvolverem novas habilidades — se você se comportar como uma máquina, talvez logo seja substituído por ela. Mas, se você souber usá-la a seu favor, pode explorar inúmeras ferramentas de IA no seu dia a dia.

É claro que os filmes exploram a IA em um patamar que não vivemos ainda hoje e que só a ficção permite. Seres humanos robóticos ainda estão distantes, mas os algoritmos já tomam decisões sozinhos e já estão impregnados no nosso cotidiano, tanto que muitas vezes sequer percebemos.

Nas empresas, a IA também já está entranhada, inclusive no marketing de conteúdo, como mostra o State of Marketing 2024 que trouxemos na introdução deste artigo: 85% dos profissionais percebem maior eficiência no seu conteúdo com a ajuda dessa tecnologia.

Então, os filmes sobre Inteligência Artificial ajudam a refletir sobre esse cenário atual, mas que vem se desenhando há muitos anos e que ainda vai mudar muito. Entender a IA pelo cinema pode ajudar você a perceber a tecnologia na sua realidade e te preparar melhor para um mercado permeado pelas máquinas inteligentes — hoje e no futuro.

Agora, para se aprofundar um pouco mais nos usos da Inteligência Artificial, aproveite para assistir ao webinar que produzimos sobre IA no Marketing de Conteúdo: riscos e recomendações.

Em 2024, Conteúdo Com Especialistas é a Chave para Crescimento Orgânico [+Dados de Nossos Clientes]

Nos últimos quatro anos, alguns episódios transformaram a maneira como geramos, consumimos e interajimos com conteúdo – de pandemia global à popularização da Inteligência Artificial.

Isso, obviamente, refletiu também nas estratégias de marketing digital e SEO.  

Prova disso são as atualizações recentes do Google que, de certa forma, buscam garantir que o algoritmo vá de encontro com as novas necessidades do usuário e continue entregando a melhor resposta para uma intenção de busca.

A partir de maio de 2022, e de forma ainda mais recorrente ao longo de 2023, com o seu ápse agora, com o Core Update do Google em março, assistimos a blogs e sites com estratégias de SEO consideradas fortes e consolidadas perderem seus resultados de maneira significativa

Vários clientes da Rock Content, inclusive, que seguiam as melhores práticas do mercado, enfrentaram esse desafio.

Não demorou muito para percebermos que as técnicas mais tradicionais de recuperação de tráfego orgânico, como extensão e atualização de conteúdo, por exemplo, passaram a não ser tão eficientes como antes. O buraco era muito mais embaixo!

Para solucionar o problema, precisávamos levantar novas hipóteses e estratégias de SEO que atendessem à essas mudanças.

E assim fizemos e, em um ano de testes, conseguimos resultados como 67% de aumento na posição na SERP e 398% de melhora no CTR.

Sabendo que produzir conteúdo que ranqueia em 2024 tem sido um desafio para muitos profissionais, neste artigo, vamos abrir mais detalhes das estratégias usadas com nossos clientes, e os resultados que já tivemos com isso. Continue lendo!

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Adaptando a Estratégia, Passo Um: Levantar Hipóteses 

Em meio a tantos desafios, alguns pontos chamavam muito a nossa atenção a cada atualização anunciada pelo Google. As palavras expertise, experiência e perspectiva eram sempre reforçadas. 

Sempre esteve claro para todos que o algoritmo ia priorizar conteúdos focados na experiência do usuário, que trouxessem originalidade e que fossem produzidos pensando no usuário, e não nos mecanismos de busca. 

Levando isso em conta, somado ao movimento crescente de buscas online feitas com Inteligência Artificial (utilizando ferramentas como ChatGPT, Gemini e Bing Chat da Microsoft), começamos a levantar hipóteses: por que alguém faria pesquisas fora de uma ferramenta de IA? E como isso se relaciona com o que o Google está priorizando hoje em seus resultados de busca?

Chegamos em algumas respostas:

1. Porque a Inteligência Artificial não toma decisões por você;

2. Porque existem perguntas complexas que a Inteligência Artificial não consegue responder, que demandam aprofundamento e análise;

3. Porque, por mais que as pessoas se interessem e utilizem a tecnologia à seu favor, nós precisamos da humanização dos processos e nos sentimos mais confortáveis e confiantes com uma informação dita por um especialista (como já foi constatado há tempos por Robert Cialdini, autor do livro Armas da Persuasão);

4. Porque as informações da maior parte das ferramentas de AI não são atualizadas em tempo real. E, portanto, não é capaz de ajudar em momentos de buzz e aumento repentino de buscas relacionados a um fato específico.

Além disso, quando olhamos para as tendências de comportamento do consumidor de maneira geral, vemos grande ansiedade por respostas objetivas, demanda por conteúdos dinâmicos e interativos, busca por novidades, medo de fake news e procura por neutralidade.

Você reparou o quanto esses comportamentos e tendências se encaixam perfeitamente, de forma mais prática, no que o algoritmo sugere de maneira subjetiva?

  • Respostas mais específicas, focadas na intenção de busca do usuário;
  • Conteúdo com materiais multimídia;
  • Informações novas, atualizadas e imparciais;
  • Conteúdo autoral.

Então, a partir dessas informações tínhamos um grande desafio: o que deve ser feito de maneira prática ao planejar e produzir conteúdos, considerando todas essas tendências, para que o algoritmo passe a reconhecer o foco na experiência do usuário e alta qualidade das informações?

Passo Dois: Criar de um Plano de Ação e Início dos Testes

Analisando resultados de clientes que mantiveram o crescimento constante e o blog da própria Rock Content, tentamos encontrar um padrão de características nos conteúdos para entender o motivo pelo qual a boa performance se manteve.

Os principais pontos encontrados eram bastante simples e óbvios: 

  • O conteúdo é de altíssima qualidade e com maior embasamento que o da concorrência, com profissionais qualificados em cada respectiva área contribuindo com a produção, trazendo perspectivas humanas que ajudam a tornar o conteúdo único.
  • Existe um esforço constante em trabalhar temáticas e abordagens que ainda não foram exploradas, com foco em análises e insights sobre o assunto que está sendo explorado. Ou seja, menos conteúdo do tipo “o que é e como funciona” e mais análises, experiências e tendências.

Em resumo: os principais conteúdos que trazem resultado são conteúdos que não eram tão fáceis de replicar, e claramente traziam expertise humano, aprofundamento e pensamento crítico por trás. Um dos cases mais legais que deixou isso muito claro foi o blog iFood parceiros, nosso cliente. 

Artigo do iFood Parceiros onde, além do conteúdo escrito, trouxemos a contribuição do embaixador do iFood em texto e vídeo

Ao mesmo tempo que constatar isso trouxe mais clareza para a direção que deveríamos seguir, trouxe também um grande desafio: como fazer esse nível de qualidade em uma produçãode conteúdo recorrente e escalável?

A maior parte das empresas não conseguem disponibilizar seus funcionários para entrevistas, e contar com um redator técnico/especialista encarece a produção.

Com isso, precisávamos encontrar uma forma escalável e acessível, sem que o conteúdo perdesse os elementos de expertise, experiência e perspectiva humana de uma maneira explícita.

Passo Três: Criar um MPV

Após várias conversas e provocações (internas e com alguns dos nossos principais clientes), tivemos o seguinte insight: 

E se fosse possível unir o conhecimento de produção de conteúdo da nossa base de talentos freelancers em nosso marketplace, com o know-how e experiência de profissionais que atuam nas áreas relacionadas ao core-business dos nossos clientes?

A ideia era contar com profissionais formados em diferentes áreas, que poderiam contribuir de diferentes formas. O nome + qualificação + registro na profissão + perfil (Linkedin ou Lattes, por exemplo) seria referenciado ao longo dos conteúdos como forma de transmissão de expertise e autoridade – o que é explicitamente apontado como um critério de ranqueamento nas documentações disponibilizadas pelo Google.

Estava nascendo o que mais tarde chamaríamos de conteúdo orientado por especialistas.

Esses profissionais passaram a contribuir em diferentes conteúdos relacionados à sua formação e experiência, seja profissional ou como consumidor, por meio de entrevistas curtas por escrito, sempre focadas em trazer suas perspectivas sobre a questão central do conteúdo, complementando todas as outras referências que o redator teria acesso.

As aspas desses profissionais foram incluídas nos textos de maneira natural, sendo complementadas por dados de mercado e informações de entidades consideradas como autoridade naquele nicho, que passaram a ser obrigatórias e trabalhadas por meio de citação direta. 

E é muito importante destacar que esses profissionais não precisam ter relevância no ambiente digital, pois a proposta é justamente trazer perspectivas de pessoas comuns, humanizando o conteúdo da marca.

Artigo do iFood Parceiros com orientação de especista em Administração de Empresas

Os Primeiros Resultados Obtidos

Após realização dos testes, podemos afirmar que o conteúdo orientado por especialistas desempenhou um papel fundamental na geração de tráfego orgânico e se estabeleceu como uma estratégia de SEO valiosa para o futuro.

Aqui temos três exemplos de clientes que adotaram ou não a estratégia de conteúdo guiado por especialistas (seus nomes não serão citados por questões de privacidade).

Ao longo de 2022, o blog representado pela linha azul sofreu uma queda muito agressiva nos resultados. A partir de janeiro de 2023, começamos a estudar as possibilidades de ganho de autoridade e transmissão de expertise, adicionando mais referências externas na maior parte do conteúdo novo produzido. 

Em agosto de 2023, foi feito o teste de inserção de aspas inéditas com um grupo específico de conteúdos (projeto piloto do conteúdo orientado por especistas). Três meses depois, analisamos os resultados e observamos a melhoria de performance indicada na tabela abaixo.

Enquanto isso, o blog representado pela linha amarela adotou a estratégia de inserção de aspas inéditas e referências externas desde o início de suas produções, o que fez com que os resultados fossem impulsionados desde o início, mesmo em meio a um cenário de grande queda de resultados e dificuldade de expansão do mercado como um todo.

Por fim, o blog indicado pela linha vermelha não alterou sua estratégia e seguiu com um direcionamento muito similar ao anterior, adotado pelo blog da linha azul.

Essa estratégia de SEO e conteúdo orientado por especialistas foi estruturada e validada por nossas equipes nos últimos meses e tem sido comprovada a cada nova atualização do Google.

Além de crescimento em tráfego orgânico, ao atualizar o conteúdo existente com elementos de informações especializadas, obtemos melhorias significativas nas classificações e na CTR:

Além disso, incorporar conteúdo orientado por especialistas desde o início de uma estratégia de conteúdo pode acelerar o crescimento a longo prazo das sessões de tráfego orgânico.

A Materialização das Nossas Previsões e os Próximos Passos

Nós gostamos de fazer jus ao título de referência em Marketing de Conteúdo, então seguimos testando inúmeras estratégias, táticas e hipótese, e documentando o que tem dado resultado para SEO hoje e amanhã.

Também estamos criando um novo checklist de SEO On-Page para garantir boa performance. Os recursos que devem ser priorizados durante a produção de conteúdo incluem:

  • Inclusão de trechos com citações de especialistas, dando o devido crédito e inserindo hiperlinks para suas redes profissionais;
  • Identificação dos autores e suas qualificações/experiência;
  • Inclusão de elementos multimídia (vídeos, infográficos, materiais incorporados etc.) com o objetivo de trazer informações complementares e reforçar a intenção de busca no conteúdo;
  • Uso frequente de dados e informações de pesquisas e instituições/órgãos relacionados ao tema;
  • Utilizar conteúdos interativos embedados em seu conteúdo principal, como mini quizzes e calculadoras, para trazer uma experiência personalizada e ajudar sua persona a tomar decisões individuais.

E, como dissemos, a lista de hipóteses a serem validadas só cresce. Ainda há uma porção de perguntas que estamos ansiosos para encontrar a resposta:

  • A relevância do profissional no ambiente online influencia na performance?
  • A perspetiva do usuário comum e a de um especialista geram resultados diferentes? 
  • É necessário utilizar essa técnica em todos os conteúdos?
  • Reutilizar materiais de palestras, webinars e similares teriam o mesmo impacto do que uma citação 100% original?

Essas são algumas das várias perguntas que estamos nos fazendo para antecipar tendências e criar um método de produção escalável e com garantia de retorno em performance. O SEO continua sendo uma estratégia de longo prazo e sua necessidade de testes constantes é cada vez mais essencial.

E, ao contrário do que muitos pensavam, a popularização das ferramentas de AI parece estar tornando a internet um ambiente mais humanizado. Aqueles que criarem conteúdo de maneira personalizada e buscando diferenciação competitiva.

O papel vital do Marketing de Conteúdo para indústrias

O Marketing de Conteúdo para indústrias está se tornando cada vez mais relevante no mercado. Afinal, é uma excelente oportunidade de desenvolver o brand awareness, ou consciência da marca, fazendo com que a empresa ganhe visibilidade e se posicione de maneira estratégica no mercado.

Com a produção de conteúdos relevantes nos mais variados formatos, a estratégia de Marketing de Conteúdo consiste em desenvolver artigos para blogs, postagens para redes sociais, infográficos, vídeos, webinars, áudios e o que mais for necessário para atrair e educar leads, o que vai além de converter e enganar os clientes.

Neste artigo, mostramos os benefícios do conteúdo para o setor industrial. Descubra os principais aspectos que a indústria ganha ao contar com essa estratégia e veja como iniciar o desenvolvimento de conteúdos relevantes para esse setor.

Quais os benefícios do Marketing de Conteúdo para indústrias?

O mercado industrial está habituado com o velho modelo de vendas B2B, atendendo geralmente empresas menores que serão as responsáveis pela transformação de seus produtos ou pela venda para os clientes finais.

Acontece que, com a internet, o consumidor ficou cada vez mais consciente do processo de compra. Ele também está mais exigente, não apenas no sentido da qualidade daquilo que adquire, como também a respeito dos processos de produção, responsabilidade social e ambiental das marcas.

Por isso, a abordagem das indústrias ficou cada vez mais complexa, muitas vezes se ampliando para o grande público. Marcas que são top of mind de seus segmentos muitas vezes já estão acostumadas com este trabalho de conversar ao mesmo tempo com outras empresas e o público final. Isso só reforça a necessidade do Marketing de Conteúdo no setor industrial.

Seja para trabalhar com os diferentes públicos envolvidos no processo de avaliação e tomada de decisão de uma compra B2B, seja para criar novos caminhos para se relacionar com o público final, a produção de conteúdo para indústrias se transformou em uma ferramenta eficiente e com alto potencial de escalabilidade da estratégia.

A seguir, destacamos os principais motivos de implementar o Marketing de Conteúdo para indústrias.

Construção de autoridade e credibilidade

O posicionamento adequado da marca no mercado é fundamental para que ela se destaque e gere visibilidade para novos clientes potenciais. Os principais requisitos que contribuem para isso são a autoridade e a credibilidade.

Afinal, é dessa forma que sua empresa pode se destacar com as qualidades que você deseja em um determinado nicho. Material de qualidade, rapidez na produção, montagens bem-feitas ou quais forem os atributos, a melhor forma de comprovar essas características para os clientes é por meio da autoridade.

O Marketing de Conteúdo prevê a geração de depoimentos, críticas e até mesmo notícias sobre sua empresa. Dessa forma, não é apenas você falando do seu negócio, são outras pessoas comprovando os pontos destacados. Isso é fundamental para confirmar a autoridade e gerar ainda mais credibilidade.

Engajamento do público-alvo

Uma das formas de aumentar a taxa de vendas é conseguir ter o público-alvo nos círculos de comunicação da sua empresa. Com o Marketing de Conteúdo, sua empresa desenvolverá a persona, um personagem semifictício que representa seu cliente ideal e apresenta informações detalhadas sobre:

  • dados demográficos como idade, gênero, classe social e localização geográfica;
  • principais sonhos, objetivos e desejos com a solução ideal na sua indústria;
  • objeções de compra;
  • quais são os principais influenciadores e tomadores de decisão no processo;
  • etapas e comportamentos de compra.

Assim, é possível criar um relacionamento mais alinhado aos princípios e valores do cliente ideal, se conectando com maior facilidade. 

Desenvolvendo a estratégia certa de Marketing de Conteúdo, você agrega valor para seu público, cria um relacionamento próximo e mantém o engajamento da audiência.

Geração de leads qualificados

Um dos principais ativos para quem trabalha com marketing para indústrias é a geração dos leads qualificados. Afinal, eles têm o perfil ideal, aumentando assim as chances de se converterem em novos clientes.

Como a estratégia de Marketing de Conteúdo para o setor industrial é desenvolvida a partir da ideia de que existem diferentes personas no mercado B2B (influenciadores e tomadores de decisão), é possível criar materiais que atraiam e convertam em novos leads pessoas com os respectivos perfis.

Podcasts, infográficos, white papers, ebooks e vídeos interativos são alguns dos exemplos de materiais que podem ser desenvolvidos para agregar valor e gerar autoridade. Obviamente, essa estratégia visa transformar um visitante em um lead qualificado usando páginas de captura atrativas.

Promoção da marca e produtos

Já destacamos aqui neste artigo, mas este é um ponto fundamental: o comportamento do consumidor mudou bastante, e isso não foi diferente no setor empresarial. A preocupação com o impacto ambiental, a responsabilidade social e a transparência passou a fazer parte das organizações que seguem à frente, implementando o conceito de ESG.

Além disso, as pessoas não esperam (e muitas vezes não aceitam mais) uma comunicação invasiva e agressiva. Isso significa que as últimas décadas transformaram completamente a maioria dos modelos de jornada de vendas.

Com o Marketing de Conteúdo para indústrias, sua marca se posiciona muito mais como consultora e até mesmo amiga do público. Sendo assim, você se aproxima de forma mais verdadeira da persona, aceitando e até mesmo mostrando quando sua solução não é o que o cliente busca.

Marcas bem posicionadas sabem muito bem quem são seus clientes e, usando conteúdos valiosos e atrativos, conseguem promover a empresa, bem como o mix de produtos e serviços oferecidos por ela.

Educação do mercado

Um grande problema no setor industrial é oferecer uma solução perfeita para um público que ainda não tem consciência para fazer o melhor uso dos produtos adquiridos. Com o Marketing de Conteúdo, é possível se aproximar de maneira amigável e, ao mesmo tempo, educativa.

Estratégias como gamificação e fluxo de nutrição de emails para leads com determinados comportamentos são respostas eficientes para a educação do mercado em relação à sua indústria.

Em outras palavras, com os conteúdos para o setor industrial, é possível educar o mercado a respeito dos diferenciais, formas de uso e motivos para escolher sua empresa. Você aumenta o nível de consciência do público, transformando-os em leads prontos para o fechamento de contrato.

Como aplicar a estratégia de Marketing de Conteúdo para indústrias?

Na hora de aplicar a estratégia de conteúdo, é fundamental observar alguns pontos relevantes. Veja a seguir como implementar uma estratégia de conteúdo no setor industrial.

Uso estratégico de canais e formatos de conteúdo

Nunca foi tão fácil falar com um público específico. Ao mesmo tempo, é preciso ter atenção e saber escolher os canais e formatos de conteúdos adequados para seu público. 

Para isso, o primeiro ponto é desenhar as personas do seu negócio, conhecendo todos os detalhes da audiência. Para isso, você pode usar o AI Persona Builder da Rock Content, e construir uma persona completa em minutos. 

Em seguida, de acordo com o perfil do público e os princípios e valores da sua marca, é hora de definir quais canais de comunicação sua empresa usará para trabalhar com o público. Além de canais como email e site da empresa com blog, é importante apostar em perfis nas mídias sociais mais corporativas como LinkedIn.

Defina a frequência de publicações para cada mídia, lembrando que isso varia de acordo com seu objetivo de marketing e com as próprias características de cada rede social.

Também é importante oferecer conteúdos em formatos diversos, dando prioridades aos que sua audiência prefere e àqueles tipos de conteúdo que ganham mais destaques nas mídias usadas pela empresa. Você pode criar:

Personalização e segmentação de conteúdo

A segmentação do seu conteúdo deve ser feita de acordo com o nível em que o lead se encontra no funil de vendas dentro da sua indústria. Assim, você criará maior identificação e acompanhará a jornada do cliente, sempre apresentando valor para sua base de leads.

Sempre que possível, crie conteúdos personalizados. Fale diretamente para seu público e garanta a melhor interação e resposta por parte dele.

Monitoramento e análise de resultados

Além de todo o conjunto de estratégias de conteúdo desenvolvidas, é muito importante entender o que está funcionando e corrigir aquilo que não performa conforme o esperado.

Defina quais serão as métricas para monitorar seu conteúdo, estabeleça a fonte de coleta desses dados e a frequência de apuração. Assim, será mais fácil entender se suas ações fazem sentido e estão apresentando resultados positivos para a empresa.

Alguns indicadores que você pode acompanhar são:

Gostou de conferir como o Marketing de Conteúdo para indústrias pode ser eficiente e trazer o público que você deseja para sua empresa? A produção de conteúdo para o setor industrial deve ser feita de forma especial, lembrando que as negociações B2B geralmente envolvem um processo de vendas complexo, com várias etapas até o fechamento do contrato.

Se você gostou de saber mais sobre o assunto e ver nossas dicas sobre Marketing de Conteúdo para indústrias, então convidamos você para colocar essas ideias em prática.

Conheça a plataforma WriterAccess e conte com os melhores freelancers do mercado de conteúdo para desenvolver todo o processo, desde a estratégia até a elaboração de conteúdos!

Humanizando o conteúdo de IA na Rock Content: passo a passo

E se você pudesse humanizar a criação de conteúdo de IA em escala mantendo a qualidade e seguindo as melhores práticas de SEO?

Como rockers, temos orgulho de usar nossas próprias ferramentas para impulsionar nosso processo de produção de conteúdo. E como alguém que escreve para o blog da Rock Content, vou mostrar como fizemos isso em alguns de nossos materiais. 

Neste artigo, convido você a conferir um passo a passo de como esse trabalho é feito nos bastidores. Vou mostrar como humanizamos o conteúdo de IA em escala usando algumas de nossas ferramentas favoritas: o plugin Persona Creator para ChatGPT, o AI Copilot para produção de conteúdo e o WriterAccess Humanizer para o toque final. 

Aviso importante: O passo a passo descrito neste artigo foi feito para um artigo no blog da Rock Content US – por isso as imagens estão em inglês. No entanto, todos os plugins citados aqui possuem suas versões em Português e funcionam para Brasil, ok?

Então, pegue um cafezinho e vamos ver como combinamos a eficiência da IA com um toque de interação humana em nosso dia a dia de criação de conteúdo.

Ao compartilhar nosso processo, esperamos oferecer algumas ideias sobre como adicionar um toque humano ao seu conteúdo gerado por IA, garantindo que não apenas alcance, mas também se conecte com seu público de maneiras significativas.

Faça o download deste post inserindo seu e-mail abaixo

A importância de humanizar o conteúdo de IA

Aposto que você não gosta de conversar com um robô, não é mesmo? Conforme o conteúdo gerado por IA se torna mais comum, é normal que sua mensagem se perca em um mar de automação. Por isso, humanizar o conteúdo de IA é tão essencial. Trata-se de adicionar um toque de personalidade, emoção e autoridade que transforma um conteúdo genérico em algo que realmente se conecta com seu público. E mais: algo com valor e qualidade. 

Imagine só: a IA pode produzir milhares de posts de blog enquanto você curte seu café da manhã. Mas sem aquele toque humano (experiências pessoais, ponto de vista e dados reais), esses posts podem ficar sem o calor e a profundidade que mantêm os leitores engajados. 

Ao combinar o conteúdo de IA com a criatividade e expertise humana, podemos criar peças que não são apenas informativas, mas também envolventes, cativantes e até mesmo agradáveis de ler.

As vantagens dessa abordagem são óbvias. O conteúdo que se conecta em um nível humano tem mais chances de chamar a atenção, iniciar conversas e construir conexões. É o que transforma um visitante casual em um seguidor fiel ou em um leitor regular.

Além disso, com a recente atualização do Google em março de 2024, o foco na qualidade do conteúdo está mais intenso do que nunca. A atualização destaca a necessidade de conteúdo que não apenas informa, mas também envolve e seja amigável. Veja a seguir o post do John Mueller, do Google, discutindo a atualização em seu LinkedIn; o Google quer oferecer conteúdo melhor e mais útil:

(Tradução da imagem)

Por mais que sempre estejamos trabalhando para melhorar a qualidade dos resultados de pesquisa do Google, acabamos de anunciar algumas mudanças um pouco maiores: a atualização de março de 2024 e as novas políticas de spam.

Quando fazemos atualizações mais significativas nos sistemas de busca do Google, costumamos chamá-las de “atualizações principais”. Há muita coisa envolvida nessa atualização específica (embora não sejam 10 milhões de mudanças, por isso usamos o termo “principal” em vez de “milhões”). Provavelmente levará um mês para ser completamente visível. Se você estiver procurando pelos resultados de busca de algo, espero que descubra que estão melhores e mais úteis (e, eu sei, se estiver trabalhando em seu próprio site, será difícil distinguir o que significa “melhor” sem considerar como a visibilidade do seu site na busca é afetada :-)).

Temos alguns detalhes em nosso post no blog em https://lnkd.in/ehXZpBJ7 — dê uma olhada se tiver curiosidade. As novas políticas também estão destacadas lá. Uma delas não entrará em vigor até maio, então se o seu site for afetado por isso, terá um pouco de tempo para melhorar as coisas.

De qualquer forma, estou animado para um lançamento tranquilo (a equipe aqui é incrível!) e curioso para ouvir o feedback de vocês.

Para se aprofundar mais na atualização e seu impacto na criação de conteúdo, não se esqueça de conferir nosso artigo detalhado sobre o Core Update de Março de 2024 do Google.

No final das contas, humanizar o conteúdo de IA não se trata apenas de tornar seu conteúdo mais acessível, e sim de criar uma experiência que deixe uma impressão marcante em seu público e siga as melhores práticas de SEO mais recentes.

Passo 1: Definindo sua persona com o Persona Creator no ChatGPT

Antes de começarmos a criar conteúdo, é essencial saber com quem estamos falando. É aí que entra o Persona Creator — esse é o segredo para realmente entender quem é seu público. Esse plugin para o ChatGPT ajuda você a construir uma persona detalhada para sua marca, orientando todos os seus esforços de conteúdo.

Dica: Para quem não usa a versão paga do ChatGPT, você pode experimentar o AI Persona Builder do WriterAccess, como bem explicado neste artigo do nosso rocker Germano Ferreira.  

A persona serve como um reflexo das características, desejos e comportamentos do seu público-alvo. É o que molda não apenas o que ele diz, mas como diz, garantindo que seu conteúdo se conecte com quem você deseja alcançar. 

Basicamente, você está criando um retrato do seu cliente ideal, para que quando ele veja seu conteúdo, enxergue um pouco de si mesmo.

Aqui está uma visão rápida de como usar o poder do Persona Creator:

Vá até o plugin Persona Creator dentro da interface do ChatGPT para começar.

Ele vai pedir o link do seu site:

Depois, ele destaca as características da nossa persona:

E vai além, nos dando uma imagem da nossa persona:

Mas tem mais! Depois de criar o avatar da persona, ele pergunta se queremos um briefing de conteúdo:

Este briefing de conteúdo faz toda a diferença, trazendo um esboço estruturado que garante que nosso conteúdo esteja alinhado com as necessidades e interesses do nosso público, seja criado por IA ou por redatores humanos. É a combinação da persona detalhada e do briefing de conteúdo estratégico que prepara o terreno para um conteúdo que gera identificação em um nível mais profundo com nosso público.

Essa dupla (persona + briefing de conteúdo) age como um guia dinâmico que não só influencia o tom, estilo e essência da nossa comunicação, mas também serve como um roteiro claro para a criação de conteúdo.

Seja trabalhando em um post de blog informativo, em uma copy de marketing ou em um conteúdo para redes sociais, nossa persona, juntamente com o briefing, serve como um ponto de referência constante. 

Isso garante que o conteúdo seja projetado para falar diretamente com o seu público. É essa abordagem personalizada que eleva nosso conteúdo de simplesmente ser visto para realmente ser sentido e lembrado.

Passo 2: criando conteúdo com o AI Copilot

Depois de definir com quem você está falando e ter seu briefing de conteúdo pronto, está na hora de iniciar a conversa com o AI Copilot, a ferramenta de criação de conteúdo de IA da Rock Content. 

Essa ferramenta foi projetada para transformar as percepções profundas de sua persona e do briefing em conteúdo envolvente e relevante. Mas o AI Copilot não se resume apenas a produzir texto; ele também cria mensagens que geram identificação com a voz da sua marca e abordam diretamente as necessidades e interesses do seu público.

Ao aproveitar o briefing de conteúdo gerado pelo Persona Creator, o AI Copilot garante que o conteúdo produzido esteja alinhado com as diretrizes específicas e os tópicos mais relevantes para seu público-alvo. 

Essa sintonia entre o Persona Creator e o AI Copilot assegura uma transição perfeita do desenvolvimento da persona para a criação de conteúdo, com um resultado que realmente fala com seu público.

Confira como você pode obter o máximo do AI Copilot:

Acesse o AI Copilot, clique em “New Article” (ou “Novo Artigo”, na versão em português) e escolha as palavras-chave alinhadas com sua estratégia e objetivos:

Em seguida, clique no botão “Create Brief” (ou, na versão em português, “Criar briefing”) e insira o briefing que você obteve do Persona Creator:

Depois disso, o AI Copilot oferecerá sugestões para o título do seu post. Se você não estiver satisfeito por qualquer motivo, pode editar por conta própria ou solicitar mais sugestões clicando em “Refresh”.

Quando estiver satisfeito com o título, está na hora de definir os intertítulos:

E o mesmo se aplica aqui: se você não gostar das sugestões, pode editar ou pedir mais! Quando estiver satisfeito com o título e os subtítulos, basta clicar em “Gerar Artigo” e ver a mágica acontecer:

Depois de ter o rascunho inicial, o AI Copilot também sugere como você pode humanizar seu conteúdo no botão “Find Human Editor” (em português, “Encontrar editor humano”).

O que realmente impressiona sobre o AI Copilot é a qualidade do conteúdo. É aqui que a linguagem e a identidade da marca se unem, tudo graças à combinação de inteligência artificial e sua contribuição criativa.

Ao começar a usar o AI Copilot em sua estratégia de conteúdo, você verá que ele não proporciona apenas uma economia de tempo. Ele também é um poderoso aliado que torna seu conteúdo melhor, garantindo que seja consistente, relevante e tenha aquele toque pessoal que faz sua marca se destacar.

Passo 3: humanizando seu conteúdo de AI com o WriterAccess Humanizer

Depois de obter o seu rascunho inicial do AI Copilot, chega a hora de injetar um pouco de vida real nele com o WriterAccess Humanizer. Esse serviço servirá como um divisor de águas na sua criação de conteúdo, unindo a velocidade da IA com aquele toque humano essencial. 

Estamos falando de mais do que apenas aprimorar a gramática; trata-se de infundir o conteúdo com experiências, emoções e insights humanos reais, elementos que apenas a IA sozinha não consegue capturar completamente.

Como o WriterAccess Humanizer adiciona esse toque pessoal:

Toque humano: o WriterAccess Humanizer traz um editor humano real para o processo. Esse profissional analisa o rascunho gerado pela IA, corrigindo erros e adicionando aquela camada de empatia e conexão que realmente fala com seu público.

Alinhamento de SEO: não se trata apenas de soar bem, também é importante ser encontrado. O editor humano garante que seu conteúdo siga as práticas de SEO mais importantes. Isso significa otimização de palavras-chave, estruturação do conteúdo para o sucesso do SEO e garantir que a narrativa flua suavemente enquanto cumpre todos os requisitos dos mecanismos de busca.

Garantia de qualidade: o WriterAccess Humanizer submete seu conteúdo a uma verificação séria de qualidade. Tudo isso garante que cada frase e cada palavra tenham um propósito e causem impacto no leitor.

A importância desse toque humano não pode ser menosprezada. Em um contexto onde o conteúdo está em toda parte, mas geralmente falta profundidade, o WriterAccess Humanizer garante que a voz da sua marca não seja apenas ouvida, mas realmente sentida. É o que transforma uma história simples em sua história, uma que agarra e mantém a atenção do seu público.

Veja humanizar seu conteúdo gerado por IA:

Acesse o WriterAccess e clique em “AI” no menu à esquerda, para abrir os tipos de solicitação. Depois, escolha “Edição humana para conteúdo de IA”:

Agora, você deve especificar exatamente como deseja que seu conteúdo gerado por IA seja editado. Especifique bem quem é seu público, o tom, o estilo e principalmente, a intenção do seu conteúdo.

💡 Relembrando: Esse post foi feito para o nosso blog em inglês e, por isso, a solicitação foi feita em inglês. Porém, você pode seguir o mesmo passo a passo para fazer sua solicitação no WriterAccess Humanizer em português.

Então, defina um título para sua solicitação, ofereça algumas instruções especiais e insira o texto:

Depois de terminar, basta enviar sua solicitação para produção. Em até 2 dias, você receberá seu texto humanizado e otimizado, pronto para ser publicado!

Com o WriterAccess Humanizer, você conta com o melhor dos dois mundos: a eficiência da IA e o profundo entendimento de um editor humano. O resultado é um conteúdo que não apenas engaja, mas também performa e se destaca em um ambiente digital concorrido.

Reunindo todas as peças

Você passou por uma verdadeira jornada de criar conteúdo que não é apenas inteligente, mas também tem um toque humano, usando o Persona Creator, o AI Copilot e o WriterAccess Humanizer. Vamos recapitular como cada peça se encaixa nesse quebra-cabeça.

Começamos com o Persona Creator, que é a base de tudo. Ele nos ajuda a ter uma visão clara de com quem estamos falando, preparando o terreno para um conteúdo que acerta em cheio.

Depois, o AI Copilot entra em cena, transformando aquela base inicial em algo tangível. É a nossa máquina de rascunho de conteúdo, criando artigos e posts em pouco tempo. Mas não se trata apenas de velocidade, mas também de garantir que a mensagem da nossa marca brilhe em cada palavra.

E, por fim, aplicamos o toque final com o WriterAccess Humanizer. Aqui é onde a mágica acontece, adicionando os últimos retoques que fazem o nosso conteúdo parecer que foi escrito por um humano, para humanos.

Não é apenas uma questão de corrigir detalhes, mas também de garantir que o nosso conteúdo se conecte e seja marcante para o nosso público. O Humanizer é um serviço oferecido pelo WriterAccess, onde profissionais reais e qualificados especializados em editar conteúdo gerado por IA estão disponíveis para dar aquele toque humano ao seu conteúdo.

Juntos, essas ferramentas nos dão o melhor dos dois mundos: a eficiência da IA e a profundidade do toque humano. O resultado é um conteúdo que não apenas ocupa espaço, mas também satisfaz uma necessidade, conectando-se com os leitores e deixando sua marca no mundo digital. É assim que adicionamos um toque extra de estilo ao nosso conteúdo.

Finalizando

Então, é isso! Neste artigo, exploramos a fundo como dar uma alma ao seu conteúdo de IA. A lição principal é: para realmente fazer com que a mensagem da sua marca gere identificação no mundo digital, é necessário criar uma conexão pessoal com seu público. 

Ao utilizar essas ferramentas em conjunto, você pode garantir que seu conteúdo não apenas alcance, mas realmente se conecte e mantenha seu público engajado. 

É esse toque pessoal que transforma leitores casuais em seguidores fiéis e transforma seu conteúdo em conversas reais e significativas.

Então, por que não experimentar essas ferramentas em sua estratégia de conteúdo? Descubra como elas podem elevar a narrativa da sua marca.

Lembre-se: seu público é humano e seu conteúdo também deve ser. 

Tudo pronto para dar uma alma ao seu conteúdo de IA? Descubra o WriterAccess e veja o poder dos editores especializados com nosso serviço WriterAccess Humanizer. 

Transforme seu conteúdo para ser mais autêntico, relevante e amigável ao SEO. E o melhor de tudo é que você pode começar sua jornada com um teste gratuito de 14 dias e ver a diferença por si mesmo. Experimente o WriterAccess agora mesmo! 

Como fazer collab no Instagram: guia passo a passo e melhores práticas

Como fazer collab no Instagram tem sido uma dúvida comum entre as marcas, que precisam estar sempre em dia sobre novos formatos e estratégias. Publicações em colaboração entre dois ou mais perfis são uma forma de potencializar seu alcance e engajamento no Instagram.

Parcerias são fundamentais. Em conjunto, as marcas podem chegar mais longe, engajar mais pessoas e ter mais sucesso. No marketing de redes sociais, isso fica evidente nos posts colaborativos. Por isso, vamos ver neste artigo como fazer collab no Instagram.

As collabs, como o nome sugere, são publicações — posts do feed ou reels — em colaboração entre dois ou mais perfis do Instagram. Antes de ir ao ar, a collab exige a criação de parcerias estratégicas com outras marcas, que vão aparecer também como autores de uma mesma publicação.

A seguir, você vai ver os principais passos de como fazer collab no Instagram, as vantagens dessa estratégia e alguns exemplos inspiradores para a sua marca. Siga conosco para saber tudo!

Como fazer collab no Instagram: passo a passo

Criada no início de 2023, a ferramenta de collab no Instagram abriu a possibilidade de marcar outros perfis como criadores de uma publicação e se tornou uma tendência nas redes sociais.

Não se trata de uma marcação na postagem, como já havia antes — em uma collab, todos os perfis colaboradores aparecem como coautores (até 4 perfis podem colaborar).

A seguir, você vai ver o passo a passo para fazer collab no Instagram. Acompanhe!

1. Escolha o parceiro certo

O primeiro passo é escolher um ou mais parceiros para a collab. O ideal é ter uma relação já estabelecida com o colaborador e combinar previamente sobre a publicação, em vez de pegá-lo de surpresa já com o convite da ferramenta.

Na hora de escolher os parceiros, mire em perfis que tenham afinidade com o seu público, que possam trazer novos interessados e que ajudem a cumprir seus objetivos. 

Trabalhe com marcas e influencers com quem você tenha sinergia e que demonstrem alto potencial de alcance e engajamento — mas cuide para não se basear em métricas de vaidade, ok?

2. Crie a publicação ou reel

Chegou a hora de criar o post no Instagram. Para publicações em collab, você só pode usar reels e posts do feed (imagem, vídeo ou carrossel). Não é possível fazer collabs em stories, pelo menos por enquanto.

É importante criar um conteúdo que atenda aos interesses de todos os perfis envolvidos como coautores — caso contrário, eles podem sair da parceria e recusar o convite de colaboração. Vale a pena também alinhar a publicação ao seu calendário de redes sociais.

3. Convide o colaborador

Na etapa final de publicação no Instagram, você pode indicar os perfis que devem aparecer como coautores. Basta tocar em Marcar pessoas > Convidar colaboradores. Então, na tela de busca, você encontra os perfis dos parceiros, desde que eles sejam públicos.

Depois que você publicar, os perfis colaboradores vão receber o seu convite. É preciso que eles aceitem a collab para que o post apareça nos perfis deles. Por isso, é importante também combinar previamente a data/hora do post para que eles aceitem logo que for publicado. Assim, a publicação ganha maior tração já nos primeiros minutos.

4. Publique e compartilhe a collab

Depois de publicar a collab no Instagram, não fique apenas esperando que o post trabalhe sozinho. Faça com que ele alcance mais pessoas! 

Compartilhe a publicação nos stories, divulgue em outros canais de comunicação da marca e incentive que os colaboradores façam o mesmo. Assim a collab pode alcançar mais contas, e você pode ter mais resultados.

Vantagens de fazer collabs no Instagram

Afinal, por que fazer collabs no Instagram? A seguir, entenda quais são as vantagens desse recurso do Instagram.

Ampliar o alcance do perfil

Fazer um post colaborativo no Instagram ajuda o seu perfil a alcançar mais pessoas. Afinal, a publicação, com o seu perfil como coautor, aparece para a audiência de todos os perfis envolvidos. Assim, se você escolher os parceiros certos, vai atrair mais interessados e clientes em potencial.

Gerar mais engajamento

Se as collabs permitem que a sua marca alcance o público dos seus parceiros, é provável que também sejam capazes de aumentar a sua taxa de engajamento. Mais uma vez, se você escolher os parceiros certos, os seguidores deles podem passar a seguir seu perfil e interagir com as suas publicações.

Diversificar os conteúdos

Criar collabs também é uma forma de diversificar os conteúdos do seu perfil. Ao combinar a publicação, você precisa conciliar os interesses de todos os parceiros envolvidos. Dessa forma, é provável que o conteúdo aborde temas diferentes e utilize formatos que você não costuma usar. Então, as collabs podem tornar seu perfil mais interessante para os seguidores.

Fortalecer relacionamentos

As collabs exigem que a sua marca crie parcerias estratégicas. Você deve buscar parceiros, entender as suas necessidades e perfil de público e interagir com eles para alinhar os conteúdos. Dessa forma, você se aproxima de outras marcas e influencers que podem render bons frutos.

Aliás, você sabia que muitas pessoas são mais propensas a comprar de marcas que trabalham com influenciadores? Dados recentes mostram que 55% das pessoas têm essa tendência. 

Fonte: Capterra

Então, são parcerias que valem a pena — desde que bem planejadas. 

Exemplos inspiradores de collabs no Instagram

Quer algumas ideias para criar uma collab criativa e eficiente? Trouxemos aqui três exemplos de collabs bem feitas para servir de inspiração para a sua marca!

1. Collab entre Mari Krüger e Fábio Cruz

Nesta collab, os perfis dos influencers Mari Krüger (@marikrugerb) e Fábio Cruz (@eusoufabao) simulam uma interação entre um livro e um tênis na mala da viagem.

Essa collab, em forma de reel, mostra um conteúdo criado em conjunto, que fala a língua o público dos dois influencers. Dessa forma, o post foi capaz de ampliar a audiência de ambos os colaboradores.

2. Collab entre Jacira Doce e Brutal Fruit Spritzer Brasil

Nesta collab, estamos falando de uma parceria de publicidade entre uma influenciadora (@jaciradoce) e uma marca (@brutalfruitbr). Aqui o post está em formato de carrossel e traz fotos do ensaio que a Jacira Doce fez para a marca.

É interessante observar que o post utiliza uma linguagem visual que se comunica tanto com o público da influencer (que já usa tons mais pastéis e é conhecida pelo público como “camponesa”) quanto com o público da marca da bebida alcoólica.

3. Collab entre Caju, Mascote Castorzinho e Mocidade Independente

Nesta collab, três marcas interagem como colaboradoras de uma publicação em formato de reel. Castorzinho (@castorzinhooficial) é o mascote oficial da Mocidade Independente (@mocidadeoficial), uma das principais escolas de samba do Rio de Janeiro.

No vídeo, o Castorzinho usa o cartão de vale-refeição do seu amigo Juca, mascote da Caju (@cajubeneficios). A marca já utiliza uma linguagem bastante descontraída nas redes sociais e, nesta collab, utiliza um conteúdo leve para se aproximar do público que gosta de carnaval.

FAQ: Perguntas frequentes sobre collabs no Instagram

Veja agora as respostas para perguntas frequentes sobre collabs que podem responder também às suas dúvidas.

Posso fazer uma publicação colaborativa pelo computador?

Não. A função de publicação em collab não funciona no navegador, só está disponível pelo aplicativo do Instagram para dispositivos móveis.

Como fazer collab no Instagram depois de postado?

Depois de publicar o post ou reel, não é possível adicionar colaboradores. Por isso, faça a publicação com bastante atenção para não precisar republicar (e, assim, perder alcance e engajamento).

Precisa ter o Instagram aberto para fazer collab?

Sim, os parceiros precisam ter perfil público para serem adicionados a uma collab, já que a publicação vai aparecer para muitos usuários que não são seus seguidores.

Como aceitar uma collab?

Para aceitar uma collab, acesse as notificações do aplicativo (ícone de coração, no canto superior direito). Lá você vai ver a notificação de convite para colaboração (“fulano convidou você para colaborar em um reel”). Se não encontrar, filtre as notificações para aparecer apenas “Marcações e menções”.

É preciso ativar a função de collab no Instagram?

Não é preciso ativar função alguma para fazer collabs no Instagram, apenas deixar o perfil como público.

Com quantos perfis posso fazer collab no Instagram?

O Instagram permite atualmente que até 4 perfis participem de uma publicação em colaboração.

Dá para deletar a collab no Instagram depois de postado?

Somente a conta que publicou a collab pode excluir a publicação depois de postada. Os colaboradores convidados não podem excluí-la, apenas aceitar ou não aceitar o convite.

Tem como fazer collab no story do Instagram?

Atualmente a função collab só está disponível para posts do feed e reels. Stories ainda não podem ser feitos em colaboração.

Como escolher os melhores parceiros?

Os melhores parceiros para collabs são aqueles que tenham afinidade com a sua marca, que ajudem a cumprir seus objetivos de marketing e possam atrair novos interessados nos seus produtos e serviços.

Collabs são uma oportunidade valiosa do Instagram para criar parcerias de valor. Você pode ampliar o alcance e engajamento do seu perfil e atrair seguidores, que logo podem se transformar em clientes da sua marca. É uma ferramenta simples, mas poderosa, que vale a pena experimentar!

Agora que você já sabe como fazer collab no Instagram, conheça a plataforma WriterAccess para aprimorar suas estratégias de conteúdo. Conte com profissionais especializados para realizar o planejamento de calendário de redes sociais, criar copys persuasivas e artes incríveis para seus posts. Experimente o WriterAccess grátis! 

Creator economy: o que é e como impacta o mundo do marketing!

Por ser uma tendência crescente nos últimos anos, podemos esbarrar na expressão “creator economy” com frequência, mas você sabe realmente o que ela significa?

A creator economy, ou economia dos criadores, é o ecossistema econômico centrado em criadores de conteúdo digitais. São eles que produzem, distribuem e monetizam seu material usando plataformas, sua influência, criatividade e interação com os usuários.

É um fenômeno impulsionado pela consolidação das plataformas digitais como espaços nos quais os criadores de conteúdo podem não apenas se relacionar diretamente com o público, mas também monetizar seu trabalho.

Se você quer estar por dentro dessa tendência em ascensão e entender como ela está mudando o jogo para marcas e criadores de conteúdo, continue lendo. É hora de entender o que é creator economy e descobrir como ela está redefinindo o Marketing!

O funcionamento da creator economy: uma breve explicação

Embora as pessoas ganhem a vida criando conteúdo na internet há quase duas décadas, o que antes era uma indústria nascente está crescendo.

Nesse ecossistema próspero, os criadores de conteúdos são aqueles que produzem vídeos, podcasts, lives, posts em redes sociais, artigos em blogs e outros formatos para entreter, educar ou informar os usuários.

Esses conteúdos são distribuídos pelos próprios criadores no YouTube, Instagram, TikTok, Twitch e em outras plataformas que permitem a relação direta com a audiência.

Mas o que de fato torna a creator economy tão revolucionária é a capacidade de os creators comercializarem seu trabalho de forma autônoma e de maneiras diferentes.

Um dos meios mais populares é a venda de produtos próprios ou conteúdos exclusivos, como cursos, ebooks e acesso antecipado a vídeos.

Muitos creators estão ganhando dinheiro dessa forma. Uma pesquisa com usuários da Hotmart mostrou que os infoprodutores de conteúdo que têm como renda principal a plataforma têm uma média mensal de R$ 11.959,00 como retorno em faturamento.

Entre aqueles produtores que possuem outras fontes de renda, a estimativa do faturamento médio na Hotmart é de R$ 4.194,00.

Mas, além da venda de produtos próprios, outra maneira de monetização na creator economy é a arrecadação de “doações” de fãs.

Importância do Patreon e outras plataformas

Essas contribuições podem ser realizadas em plataformas como o Patreon, na qual os fãs apoiam financeiramente seus criadores de conteúdo favoritos. 

Você já notou como alguns canais no YouTube encerram seus vídeos com uma lista de nomes, muitas vezes extensa, de patrocinadores? Essas são pessoas que apoiam o trabalho do criador de conteúdo, geralmente por meio de planos que variam de poucos a vários dólares mensais. 

Um exemplo é o canal “Tasting History with Max Miller” (@TastingHistory) no YouTube, que frequentemente encerra seus vídeos com uma lista de nomes de apoiadores do Patreon.

Essas são pessoas que contribuem financeiramente para o trabalho de Max, permitindo que ele continue recriando receitas históricas de várias épocas e culturas, compartilhando curiosidades e contextos históricos por trás de cada prato. 

No Patreon, os apoiadores podem escolher diferentes níveis de contribuição, cada um com seus próprios benefícios exclusivos, como acesso antecipado a conteúdo, participação em encontros virtuais e muito mais. 

Também é comum que os creators ganhem dinheiro com a participação em programas de afiliados e com o patrocínio de marcas para promoção de produtos ou serviços nas redes sociais — o chamado “marketing de influência”.

Histórias de sucesso: os casos de Huda Kattan e Casimiro

Fora das plataformas voltadas exclusivamente para a venda de conteúdos, existem os creators que se beneficiam de múltiplos canais de vendas para construírem suas reputações e venderem seus produtos. A Huda Kattan talvez seja o melhor exemplo.

Kattan começou sua jornada na economia do criador como uma blogueira de beleza, compartilhando tutoriais de maquiagem e dicas de beleza em seu blog.

Em 2013, ela transformou seu canal de comunicação de beleza em uma marca de cosméticos bilionária, a Huda Beauty.

Na creator economy Brasil, um dos melhores exemplos do potencial dos criadores é o streamer e influencer Casimiro Miguel.

Com o nome de ‘Casimito’, o streamer ganhou fama quando começou a fazer lives durante a pandemia da Covid-19 em seu canal na Twitch.

Ainda hoje com o formato de lives com 5, 6 e até 7 horas de duração, ele reage a jogos de futebol, reality shows, programas de TV, entre outros conteúdos.

O ‘Casé’, como também é conhecido, se consagrou como um dos maiores streamers do Brasil, com um público de mais de 3,8 milhões de seguidores. Além disso, ele soma milhões de seguidores no Instagram, X (antigo Twitter) e YouTube.

Esses números não poderiam deixar de chamar atenção das marcas. O CazéTV, canal do YouTube para transmissões esportivas, fechou parceria com marcas como Coca-Cola, McDonald’s e Esportes da Sorte para transmitir nada menos que a Copa do Mundo da FIFA de 2022.

Essas conquistas ilustram como a economia dos criadores leva as pessoas a transformarem suas paixões em negócios lucrativos, e as marcas a se beneficiarem desse ecossistema.

Gostando do conteúdo até aqui? Os artigos abaixo podem complementar sua leitura:

A importância dos criadores de conteúdo

Uma estratégia de conteúdo não é apenas algo interessante para as empresas. Sem um ótimo conteúdo e uma presença de alto nível na internet, uma marca praticamente não existe. É aí que os creators podem fazer a diferença.

Eles conectam pessoas com interesses semelhantes, criam espaços seguros para compartilhar ideias e motivam suas audiências. Tudo isso pode ser bem aproveitado pelas marcas. Veja, logo abaixo, como isso tem sido feito na prática.

Humanização do marketing

Os consumidores adoram se conectar com pessoas reais, não apenas com logotipos e slogans. Por isso, os criadores têm o poder de humanizar o marketing de uma marca.

Ao contrário dos anúncios tradicionais, que muitas vezes são ignorados ou até mesmo vistos como intrusivos, o conteúdo dos criadores é percebido como mais confiável.

Colaboração entre criadores e pequenas marcas

Não são apenas os influenciadores famosos e marcas de grande porte com milhões de seguidores que têm a oportunidade de fechar parcerias de sucesso na creator economy.

Na verdade, os criadores que estão começando ou que estão em nichos específicos também fecham parcerias e divulgam produtos ou serviços de médios e pequenos negócios.

Um bom exemplo é a GreenHome, especializada em cosméticos veganos para skincare. A empresa foi criada em 2020 e hoje tem um pouco mais de 50 mil seguidores no Instagram.

A GreenHome tem uma parceria com a creator Juliana Feijó, conhecida por dar dicas de maquiagem e beleza na rede. A conta dela no Instagram tem mais de 15 mil seguidores.

É uma colaboração ganha-ganha. Para a GreenHome, trabalhar com Juliana Feijó permite que a marca alcance uma audiência direcionada, composta por pessoas interessadas em beleza e cuidados com a pele. Com isso, a marca consegue ter um retorno sobre o investimento mais efetivo, sem comprometer seu orçamento de marketing.

Já para Juliana Feijó, a parceria oferece a oportunidade de compartilhar produtos interessantes para sua audiência e fortalecer o relacionamento com os seus seguidores. 

Além disso, colaborar com marcas menores permite que ela mantenha uma conexão autêntica e próxima com sua comunidade, já que seus seguidores valorizam recomendações genuínas e personalizadas. Isso fortalece a confiança e a lealdade do público. 

Os impactos da creator economy no marketing

A crescente demanda das marcas por marketing de influência é um claro indicador de como a creator economy está transformando o cenário do Marketing Digital.

Uma pesquisa da Influencer Marketing Hub mostra que mais de 85% das empresas entrevistadas pretendem dedicar um orçamento ao marketing de influência ainda em 2024.

Marcas de todos os setores têm sido atraídas por uma série de vantagens que o trabalho dos criadores tem a oferecer para a divulgação de seus produtos e serviços.

Abaixo, veja quais são esses impactos da creator economy no Marketing Digital.

Autenticidade

Estamos céticos em relação à publicidade tradicional e buscamos conexões reais com as marcas. Por isso, na creator economy, autenticidade é uma moeda de alto valor.

As pessoas sabem que os criadores de conteúdo têm a liberdade para compartilhar opiniões honestas e transparentes, sem a pressão de vender um produto específico.

Então, quando um criador fala sobre um produto ou serviço que ele realmente gosta e usa, os seguidores confiam em sua opinião porque sabem que é baseada em experiências reais.

Alcance direto

Plataformas como YouTube, Instagram e TikTok dão aos criadores a chance de alcançar milhões de pessoas instantaneamente. Para as marcas, essa é uma oportunidade de atingir públicos segmentados num piscar de olhos.

Influência na decisão de compra

Segundo uma pesquisa da plataforma LTK em parceria com o Retail Analytics Council da Northwestern University, 73% da Geração Z, 68% dos Millennials e 57% da população em geral recorrem aos criadores para tomar decisões de compra.

Isso quer dizer que, sempre que um creator recomenda um produto ou serviço que se encaixa no estilo de vida, interesses ou necessidades de sua audiência, isso pode levar os seguidores a considerarem seriamente essa recomendação na hora de fazer compras.

Dúvidas frequentes sobre creator economy

Se você ainda ficou com algumas dúvidas sobre a economia dos criadores, confira o nosso FAQ com algumas perguntas e respostas sobre o assunto.

O que quer dizer a palavra creator?

O “creator” é um criador, na tradução para o português. É alguém que produz conteúdo autêntico para uma audiência online. Eles podem criar vídeos, fotos, textos, podcasts e muito mais, compartilhando suas paixões, conhecimentos e experiências com seu público.

Quais são alguns exemplos da economia dos criadores?

Alguns exemplos incluem patrocínios de marcas a influencers, doações em lives, vendas de conteúdo na Hotmart e criação de produtos digitais, como ebooks, cursos e materiais exclusivos para assinantes.

Quantos creators existem no Brasil?

É uma estimativa difícil, pois o número não para de crescer. Mas um estudo recente realizado pela Nielsen revela que o Brasil é o país com maior número de influenciadores, com aproximadamente 500 mil deles que têm pelo menos 10.000 seguidores.

Como enxergar o futuro do marketing de influência no Brasil para os próximos anos?

Nos próximos anos, é provável que vejamos um aumento na profissionalização dos influenciadores, com marcas buscando parcerias mais duradouras. Além disso, podemos ver uma maior diversificação nos tipos de influenciadores, com nichos específicos.

Quanto dinheiro existe na economia dos criadores?

De acordo com um levantamento da Goldman Sachs Research divulgado em 2023, o mercado global da economia dos criadores vale cerca de 250 bilhões de dólares e pode chegar a quase meio trilhão de dólares (480 bilhões) até 2027.

Você pode ganhar a vida na economia dos criadores?

Sim, é possível ganhar a vida na creator economy. Muitos criadores conseguem monetizar seu trabalho com parcerias com marcas, programas de afiliados, vendas de produtos próprios, doações de fãs e outras formas de monetização.

O que vem a seguir para a economia dos criadores?

Segundo a TrovaTrips, plataforma de organização de viagens para criadores de conteúdo, podemos esperar: mais influenciadores de nicho, parcerias a longo prazo entre criadores e marcas, e a migração dos fãs para canais exclusivos de interação com os criadores.

Conclusão

Como profissionais de marketing, é fundamental que reconheçamos e aproveitemos o potencial da creator economy em nossas estratégias.

Os criadores de conteúdo são verdadeiros especialistas em engajar e influenciar audiências, e podem agregar um enorme valor às campanhas de marketing.

Se encontrar os talentos certos pode ajudar sua estratégia de conteúdos, você também precisa conhecer a plataforma WriterAccess.

Com uma ampla gama de talentos criativos, incluindo redatores, designers e especialistas em mídias sociais, a WriterAccess oferece às marcas acesso a uma diversidade de habilidades para criar conteúdo autêntico e humanizado.

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5 lições de marketing de marcas no Rock in Rio

Por que analisar a relação entre Rock in Rio e marketing? O marketing de experiência é uma das principais estratégias para surpreender a audiência, fidelizar clientes e criar uma base de fãs. 

Dentro dessa estratégia, os eventos conquistam resultados expressivos com o público, ampliando o alcance da marca de forma eficiente. Dessa forma, as marcas patrocinadoras do Rock in Rio podem aproveitar este grande palco como oportunidade de inovar nas estratégias. 

Com uma expectativa de 700 mil participantes na edição de 2024, o Rock in Rio não impacta apenas o público que vai até a cidade do Rock. O contato do público com o evento vai desde experiências de conteúdo até os shows em si.

Neste artigo, apresentaremos 5 lições de marketing que aconteceram no Rock in Rio 2022. Essa é uma ótima oportunidade para nos inspirarmos em estratégias de sucesso enquanto aguardamos as novidades para a edição de 2024, cujas vendas ao público geral iniciam em maio.

Na edição de 2024, temos o Itaú como patrocinador master do Rock in Rio, além de outras marcas como Heineken, Ipiranga, Doritos, Prudential, Tim, C&A, Volkswagen, Coca-Cola, Natura, Seara e KitKat. 

Continue lendo e inspire-se para usar o Rock in Rio e marketing como lema para turbinar as ações do seu negócio!

Lição 1: Tenha parcerias estratégicas 

Como patrocinador master do Rock in Rio 2022, o Itaú Unibanco teve um espaço exclusivo dentro do evento: a Arena Itaú. Estes espaços temáticos dentro de eventos são excelentes estratégias para ampliar o posicionamento da marca e reforçar a exposição dela com o público.

Foi neste ambiente que o banco fez uma parceria com a rede social TikTok, criando uma ação de marketing experiencial bastante inovadora. 

Eles desenvolveram um conceito chamado “O Palco é Todo Seu”, no qual artistas foram selecionados por uma curadoria realizada pelo TikTok para tocar no Rock in Rio. Ao final, tivemos apresentações de artistas escolhidos pelo público como Baco Exu do Blues, Dead Fish e Pedro Sampaio, que também puderam ser acompanhados ao vivo no perfil do Itaú no TikTok.

Ficou interessado em fazer algo semelhante? Não pense que esse tipo de estratégia está atrelada apenas a empresas gigantes. 

Para montar uma proposta de parceria de sucesso como esta ação de comunicação e marketing Rock in Rio feita pelo Itaú + TikTok, vale a pena considerar alguns pontos em seu planejamento, válidos para qualquer negócio:

  • público — antes de fechar a parceria é importante pensar qual é o público que a empresa ou personalidade vai alcançar e descobrir qual é o nível de proximidade deste perfil com o que você oferece;
  • benefícios — é preciso ficar claro o que cada um vai ganhar com essa parceria, tanto sua empresa e a outra empresa parceira quanto o público que será impactado;
  • escopo — aqui entra um ponto importante da parceria que é a descrição de tudo o que vai fazer, quais são os responsáveis por cada etapa, prazos e expectativas de resultados.

Dessa forma, você consegue potencializar o investimento em marketing, oferecer uma experiência ainda mais surpreendente e para um público ainda maior (se for considerado a soma das audiências das partes envolvidas na estratégia).

Lição 2: Aposte no marketing de experiência

Quem disse que patrocinar um evento significa se restringir à exibição da logomarca? Se o objetivo do Rock in Rio é o compromisso de contribuir para a construção de um futuro melhor para a sociedade, então a música, mesmo que seja o ponto central da programação, não precisa ser o único foco da ação de todos os espaços e empresas presentes.

Foi pensando dessa forma que a Natura decidiu apresentar algo diferente no seu espaço dentro do Rock in Rio 2022. 

A Natura é uma marca renomada por sua linha de produtos cosméticos, destacando-se pelo uso de ingredientes naturais e pela valorização de fragrâncias únicas que remetem à riqueza da biodiversidade brasileira. No Rock in Rio, a empresa ofereceu uma ação de experiência imersiva, construindo o que foi conhecido como Nave Natura. 

A Nave Natura foi concebida não apenas como uma simulação da floresta amazônica, mas como uma celebração profunda e multifacetada da Amazônia Contemporânea — uma Amazônia que transborda. 

Esse ambiente inovador foi meticulosamente planejado para transcender a mera representação física da floresta, mergulhando os visitantes em uma experiência que abraça a pluralidade, a ancestralidade e a contemporaneidade da região.

Em uma imersão na arte, cultura, música e ambiente presentes na floresta, o espaço contou com o uso de muita criatividade e, claro, tecnologias, para promover estímulos visuais. Além disso, a experiência também contou com sons, aromas e outros recursos para expandir a percepção dos participantes. 

Fonte: site Natura 

O espaço foi enriquecido com projeções que variavam do chão ao teto, contando histórias da Amazônia sob a perspectiva de artistas locais e potencializado pela maior aparelhagem já construída por João do Som, transformando a Nave em uma festa pulsante que representou a diversidade da região.

Ao incorporar diferentes aspectos que reforçam a pluralidade cultural e riqueza da região, a marca conseguiu criar uma conexão direta com sua linha de produtos, reforçando sua identidade e valores.

O marketing de experiência tem a grande vantagem de marcar o participante — seja em um evento, seja fora dele. 

E, ao contrário do que possa parecer, não é necessário fazer um investimento grande para este tipo de ação: o mais importante é conhecer muito bem sua persona, quais são seus desejos e seu jeito de ser para adaptar suas ideias ao orçamento disponível. 

Quer ver alguns exemplos?

Se você possui um negócio de entretenimento ou uma loja de jogos, pode criar uma experiência de escape room temática. Um “Escape Room de Mistério de Detetive” onde os participantes são imersos em um cenário de investigação criminal e precisam resolver enigmas e pistas para desvendar o mistério antes que o tempo acabe.  

Se você tem uma loja de artesanato ou um espaço cultural, organize uma oficina de arte sustentável, onde os participantes possam criar suas próprias obras de arte usando materiais recicláveis ou naturais. Esse tipo de experiência imersiva não só promove a conscientização ambiental, mas também valoriza a cultura e a arte local. 

As possibilidades são infinitas!

Lição 3: Tenha sustentabilidade como foco

Nesta era do consumidor ultrarracional e mais consciente, fica cada vez mais importante que as ações de marketing estejam alinhadas a outras pautas como a responsabilidade social e ambiental. Vale destacar que estas ações devem passar da pura publicização e se transformar em propósito e valores da própria empresa.

É a partir deste ponto que é possível mostrar para o público o quanto sua marca está alinhada aos princípios e propósitos dos clientes. Um exemplo de Rock in Rio e marketing que mostrou essa lição foi a microfloresta urbana criada pela Heineken na edição de 2022 do evento.

A empresa, em parceria com a Agência Atenas, criou o Rock District, espaço de 900m2 no Parque Olímpico, com espécies nativas da Mata Atlântica. Esta iniciativa está contida no objetivo maior da Heineken de implantar pequenas florestas urbanas em 19 capitais brasileiras até 2030, visando promover a sustentabilidade e a conexão com a natureza em ambientes urbanos.

Esse ambiente proporcionou uma experiência imersiva, unindo música e sustentabilidade, ao permitir que os visitantes compusessem músicas interagindo com espécies nativas da Mata Atlântica. 

Dentro de um domo iluminado e decorado com plantas, os participantes puderam criar melodias originais a partir dos sons captados das vibrações das plantas, em uma atividade desenvolvida em colaboração com a rapper indígena Brisa Flow e seu grupo musical. 

Os visitantes também puderam explorar os aromas e texturas das plantas, tornando a visita uma jornada sensorial e interativa. 

Além de contribuir para a compensação de carbono, reduzindo a pegada ecológica do evento, este tipo de ação é muito bem recebido pelo público. Abaixo, você confere um vídeo-case da iniciativa.

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Vale destacar que existem ações sustentáveis para empresas dos mais variados custos de investimento. Por exemplo, criar um pequeno projeto de hortas urbanas pode ter um valor baixo e ser bem mais acessível para sua realidade.

O importante é que a ação seja coerente com sua empresa e esteja dentro de um plano e não acabe se transformando em uma prática de greenwashing (uma espécie de falso marketing verde).

Lição 4: Não abra mão do engajamento do público

DJs e encontros musicais inéditos, diversidade e muitas tendências ditadas por influenciadores foram alguns dos pontos fortes que a Coca-Cola ofereceu no seu espaço Coke Studio, mais uma das arenas Rock in Rio e marketing, com 600m2 de interação e música. 

A empresa apresentou na edição de 2022 do Rock in Rio uma programação de músicos presencialmente, sempre inovando com a integração entre estilos diversificados dividindo o palco. Além disso, a Coca-Cola também apostou em uma ação que já foi um sucesso em outras edições do evento: o Rock in Verse. No metaverso, a marca ofereceu uma experiência inédita do jogo Fortnite.

Com essa aposta, a Coca-Cola talvez tenha mostrado qual é um dos pontos mais fortes para conseguir o engajamento do público: alinhar suas ações com a expectativa da audiência. Muitas empresas deixam de desenvolver ações de engajamento com o público por acreditarem que esse tipo de estratégia não tem previsibilidade.

A verdade é que o trabalho para engajar o público, assim como nas outras etapas do marketing, consiste em conhecer muito bem que cliente é esse, como ele pensa, age e no que ele acredita.

Quando o assunto é aumentar o engajamento, é fundamental pensar em alguns pontos como:

  • desenvolvimento da persona — conheça muito bem seu público e desenvolva ações coerentes com o que ele espera ou está vivendo naquele momento;
  • linhas editoriais — entenda quais temas relevantes para sua audiência também fazem sentido para sua empresa e descubra em qual perspectiva você pode trabalhar sobre o assunto;
  • presença — estabeleça quais canais (físicos ou online) são mais relevantes e escolha como engajar o público em cada um deles;
  • originalidade — desenvolva um tom de voz para a marca e aposte em um relacionamento autêntico, assim, as pessoas vão se conectar de forma muito mais fácil e verdadeira.

Lição 5: Maximize a exposição da marca

Estreando no Rock in Rio e marketing, a KitKat superou a exposição da marca durante o evento. O chocolate foi o item campeão de vendas durante o Rock in Rio 2022, entregando mais de 215 mil chocolates para o público. Além disso, a marca apostou na distribuição de brindes.

Com o intuito de se aproximar do público jovem, a marca do chocolate apresentou dois novos sabores em sintonia com o Rock in Rio: o KitKat Sunrise e o KitKat Sex on The Beach. 

Apesar de tudo isso, um dos maiores retornos na exposição da marca talvez tenha sido na geração da mídia espontânea. A marca gerou quase 9 milhões de reais em mídia espontânea no Rock in Rio.

Isso mostra que apostar na comunicação e marketing Rock in Rio ou em qualquer outro evento tem efeitos muito mais eficientes quando a empresa aposta em ações e conteúdos surpreendentes, que atraiam o olhar da imprensa e a curiosidade do público.

E como adaptar para sua realidade? Se você possui uma loja de roupas ou acessórios, pode criar uma experiência de marca que inclua a distribuição de brindes personalizados. Durante um evento local, ter um estande onde os clientes podem personalizar camisetas ou bonés com estampas exclusivas relacionadas ao festival.

Além disso, você pode criar um espaço interativo com música, fotografia e outras atividades que reflitam o espírito do evento, incentivando os clientes a compartilhar suas experiências nas redes sociais, gerando mídia espontânea para sua marca.

Conclusão

Gostou de ver como Rock in Rio e marketing é uma estratégia fundamental para que grandes marcas ganhem visibilidade e aumentem o alcance do público por meio de experiências únicas? 

Uma perspectiva interessante sobre isso é oferecida por pesquisadoras em um estudo sobre o festival:

“(…) o Rock in Rio pode ser considerado como um serviço self-service, pois cada pessoa pode fazer o seu próprio roteiro do festival, criando uma experiência particular (…). Esta abordagem do marketing de experiência fornece um momento agradável ao consumidor de forma direta e sutil, despertando sensações e emoções que ficam na memória e faz com que a marca esteja sempre associada ao momento inesquecível.(…)”

Então, fica claro que eventos como esse oferecem oportunidades valiosas para aumentar a visibilidade, engajar e fortalecer o relacionamento com o público. Além disso, o conteúdo desempenha um papel essencial para intensificar o impacto de todas as ações promocionais.

As lições de marketing extraídas das estratégias de grandes marcas no Rock in Rio podem servir de inspiração para empresas de todos os tamanhos. As abordagens apresentadas devem ser adaptadas aos contextos específicos dos eventos nos quais as marcas da sua audiência estão envolvidas. 

Encorajamos os profissionais de marketing a se inspirarem nessas ideias e a considerarem como elas podem ser aplicadas de maneira criativa e eficaz em suas próprias iniciativas de marketing! 

O primeiro passo começa aqui: experimente a plataforma WriterAccess e descubra como garantir os melhores conteúdos para potencializar o apoio da sua empresa em eventos e parcerias estratégicas!

Google Core Update: vou ser penalizado por usar IA para criar conteúdo?

Se você atua com Marketing de Conteúdo e SEO, é bem provável que tenha ouvido falar do Google Core Update de março de 2024, com foco em remover spam e conteúdo ruim dos mecanismos de busca, e toda a discussão sobre uso de IA para criar conteúdo.  

Essa está sendo considerada uma das mais importantes atualizações do Google dos últimos tempos. Sites com conteúdo considerado de má qualidade foram simplesmente retirados da SERP (Search Engine Results Page, ou Página de Resultados do Mecanismo de Pesquisa).

Coincidentemente ou não, a grande maioria desses sites era alimentado por conteúdos gerados em massa por Inteligência Artificial, com pouquíssima (ou nenhuma) edição humana. 

Mas e aí, o Google está penalizando sites que usam IA na criação de conteúdo? Spoiler alert: a resposta mais simplificada é não. Porém, em SEO, nada é tão simples e óbvio assim. Entenda as nuances! 

Core Update de março e IA: o que você precisa saber

O fato de muitos dos sites penalizados pelo Google conterem diversas páginas geradas por Inteligência Artificial instaurou um certo pânico no mundo do SEO, com afirmações de que, a partir dessa atualização, o Google passaria a penalizar qualquer tipo de uso de IA. 

Vemos muitas discussões e preocupações acompanhadas de perguntas como: “Vou perder tráfego? Minhas páginas vão continuar ranqueando no Google? É o fim da IA na produção de conteúdo?”.

Não posso mais usar IA para criar conteúdo?

Por aqui, não trabalhamos com pânico infundado. Então, respire fundo: o Google não disse nada diretamente sobre penalizar uso de Inteligência Artificial. O que foi dito — e sempre é — está relacionado a conteúdo de má qualidade e não original, feito apenas para mecanismos de busca, e não pessoas. 

Então, de forma resumida, você não vai ser penalizado porque usou IA no seu site; mas pode ser penalizado se fez conteúdo ruim e superficial, pensando só em atingir as primeiras posições da SERP.

A questão principal é analisar, de forma sincera, se o seu conteúdo é útil, aprofundado, confiável e que prioriza pessoas. 

Isso não é algo novo para profissionais de SEO. Em janeiro de 2022, em uma das várias atualizações do Google, um dos fundadores da Rock Content, Vitor Peçanha, já enfatizou:

“O buscador vem aperfeiçoando sua interpretação da consciência humana e se transformando para focar no usuário e no ser humano. Ele também deve se adaptar para sobreviver, caso contrário, os resultados das buscas não serão tão valiosos. O Google está forçando todos nós a nos concentrarmos nas necessidades de pessoas reais. Ignore o Google. Satisfaça os usuários”.

Espera-se que a combinação dessa atualização com os esforços anteriores, que vêm sendo feitos desde do lançamento do Google Helpful Content de 2022, resulte em uma redução de 40% no conteúdo de baixa qualidade e não original nos resultados de pesquisa. 

Atualização após atualização, o Google reforça o objetivo de garantir a qualidade e relevância do conteúdo que está ranqueando.

Se não penaliza IA, como a atualização do Google de março de 2024 funciona?

As core updates do Google, que foram ainda mais frequentes ao longo de 2023 (com modificações feitas em março, agosto, outubro e novembro), têm sempre o objetivo de melhorar a qualidade dos resultados de pesquisa.

Agora, não há mais um indicador ou sistema usado para realizar essa análise, mas um conjunto de sistemas. 

O foco dessa mais recente atualização, divulgada em 5 março de 2024 e que tem o prazo de um mês para ser finalizada, está sendo:

  1. Aprimoramentos na classificação de qualidade: a atualização inclui melhorias nos algoritmos de classificação para destacar informações mais úteis nos resultados de pesquisa e reduzir o conteúdo não original. 
  2. Atualização e aprimoramento das políticas de spam: as políticas de combate ao spam foram revisadas para excluir da pesquisa os conteúdos de mais baixa qualidade, como sites expirados usados como repositórios de spam.

Segundo Elizabeth Tucker, diretora da área de produto da Google:

“Esta atualização envolve aprimorar alguns de nossos sistemas principais de classificação para nos ajudar a entender melhor se as páginas da web são inúteis, têm uma experiência de usuário ruim ou parecem ter sido criadas para mecanismos de busca em vez de pessoas”. 

Temos um artigo completo aprofundando em como o Core Update do Google de março funciona. Recomendamos a leitura, caso você queira saber mais.

Uma batalha contra conteúdos medíocres, não contra a Inteligência Artificial

O Google está penalizando conteúdo de má qualidade escrito em massa para atrair cliques — independentemente de como ele é criado. 

Se você ainda está em dúvida, esse é o comentário de Danny Sullivan e Chris Nelson, em nome da Equipe de qualidade da Pesquisa Google sobre o uso de Inteligência Artificial

“Recompensando conteúdo de alta qualidade, não importa como foi produzido. O objetivo dos sistemas de classificação do Google é recompensar conteúdo original e de alta qualidade que demonstre qualidades do que chamamos de E-E-A-T: experiência, autoridade e confiabilidade. 

Ao avaliar seu conteúdo dessa maneira, independentemente de você usar o conteúdo de IA ou não, será mais fácil se manter de acordo com o que nossos sistemas buscam recompensar.”

A relação entre os sites penalizados após a atualização e o uso da Inteligência Artificial vem do fato de que, muitas vezes, o conteúdo gerado por IA de forma generalizada carece de alguns atributos de qualidade, por vezes sendo raso, superficial e até mesmo desatualizado.

A Originality.ai trouxe alguns dados interessantes relacionando sites que usavam IA em massa e o processo de desindexação (ou seja, quando o Google não mostra mais sua página ou seu site no ar): 2% dos sites analisados sofreram sanções manuais. E metade dos sites que foram totalmente desindexados tinham mais de 90% de conteúdo gerado por IA. 

Fonte: Originality.ia 

Fonte: Originality.ia 

Fonte: Chris Long 

(Tradução da imagem)

Chris Long | VP de Marketing da Go Fish Digital e Palestrante na MozCon: O Google está mirando em sites com grande volume de conteúdo de IA. Há inúmeros relatos de sites sendo COMPLETAMENTE desindexados das buscas:

Em 5 de março, o Google anunciou a Core Update Março 2024, que falava sobre tomar medidas contra sites com “conteúdo em escala”.

No dia seguinte, Mark Williams-Cook foi um dos primeiros a citar um estudo de caso onde um site de IA estava sendo completamente removido.

Parece que os proprietários de sites estão recebendo penalidades do tipo ação manual. No Google Search Console, estão recebendo notificações de “spam puro” que informam sobre a penalidade contra eles (via Bill Hartzer).

Lily Ray twittou um exemplo de 10 sites que foram completamente removidos das buscas da noite para o dia.

Jacky Chou teve todos os sites vinculados à conta do Search Console que ele gerencia removidos. Sites que não estavam na conta não foram afetados.

Julian Goldie tem um canal no YouTube onde frequentemente fala sobre estratégias de conteúdo de IA para SEO. Ele relatou que muitos dos sites que ele gerencia foram afetados.

Estou fazendo algumas análises adicionais sobre esses tipos de sites, mas parece que tinham uma produção agressiva de conteúdo, utilizavam IA nessa produção e ganhavam muitas novas páginas e tráfego orgânico rapidamente.

Resumo da ópera: o problema não é a IA em si, mas conteúdo ruim, de má qualidade, sem fontes, pouco original, com experiência do usuário inadequada. 

Inclusive, nas palavras do Google

“Não há nada novo ou especial que os criadores precisam fazer para essa atualização [de março 2024], desde que eles tenham criado um conteúdo satisfatório feito para as pessoas”.

Agora, talvez você esteja se perguntando: “Ok, entendi. Mas o que é exatamente conteúdo de qualidade aos olhos do Google?”. Eles têm um guia bem completo explicando como criar conteúdo útil, confiável e que prioriza as pessoas. Vamos destrinchar isso logo abaixo!

Google E-E-A-T e a criação de conteúdo confiável

Uma dessas estratégias envolve o foco na E-E-A-T: Experience (experiência), Expertise (expertise), Authoritativeness (autoridade) e Trustworthiness (confiabilidade). A E-E-A-T é uma métrica importante usada pelo Google para avaliar a qualidade do conteúdo. 

Apesar de não ser diretamente um fato de ranqueamento, o Google afirma que “é útil usar uma combinação de fatores que identifique o conteúdo com E-E-A-T adequado”.

E o que cada item dessa sigla significa? 

  • E: Experiência (Experience) – Avalia se o conteúdo foi criado com conhecimento prático ou vivência no assunto abordado.
  • E: Especialização (Expertise) – Verifica se o autor do conteúdo tem conhecimento especializado no tema.
  • A: Autoridade (Authoritativeness) – Considera a reputação do autor e do site em relação ao assunto tratado.
  • T: Confiança (Trustworthiness) – Avalia a confiabilidade do autor, do conteúdo e do site.

O próprio Google afirma que, desta lista, o mais importante é a confiança, com os outros itens complementando esse fator principal.

Analisando na prática…

Imagine que você está com uma dúvida sobre pagamento de horas extras e adicional noturno na sua empresa. Ao buscar sobre o assunto, esbarra com um artigo em um blog mais genérico, com parágrafos muito longos, apenas texto. 

Nenhum indício de que aquele conteúdo foi escrito (ou averiguado) por um profissional de RH ou Departamento Pessoal. As informações estão aparentemente corretas, mas não há nada que você já não tenha lido antes. 

Porém, ao buscar informações em outra fonte, encontrou um artigo escrito por Rodrigo Antunes, que trabalha na área de RH há mais de 10 anos e é chefe de Departamento Pessoal numa empresa de tecnologia da informação. 

Ele fala de leis, traz dados recentes e acrescenta informações ligadas à experiência dele atuando na empresa. No meio do conteúdo, há uma calculadora que ajuda você a ter uma noção de quanto vai pagar em horas extras esse mês. Além de ser fácil de ler no celular, escaneável, com links internos para aprofundar mais informações. 

Qual parece mais atraente? 

Deu para perceber que implementar estratégias de marketing de conteúdo focadas em E-E-A-T pode ajudar seu site a se alinhar com as expectativas do Google Core Update. 

Afinal, em meio de uma leva de conteúdos produzidos apenas por IA com afirmações genéricas, você estará estabelecendo uma relação com pessoas que estão saturadas desse mais do mesmo, trazendo insights realmente relevantes, experiências únicas, novas perspectivas e histórias que conectam. 

Dicas práticas para criar conteúdo que prioriza as pessoas

Já entendemos que, ao criar conteúdo, mais do que se perguntar se você vai ser penalizado por IA, é fundamental basear-se nas diretrizes do Google para a produção de material útil e confiável, com foco no usuário. 

Não sabe por onde começar? A própria gigante das buscas encoraja uma autorreflexão sincera com base nas perguntas a seguir: 

Perguntas que o Google encoraja você a se fazer para avaliar o seu conteúdo atual: é hora da autoavaliação. 

Após esse momento de autorreflexão, mãos à obra. O que priorizar, então? 

Leia também: Como criar conteúdo que ranqueia no Google em 2024

Citar fontes de dados e pesquisas de fontes de autoridade 

Pense em órgãos governamentais, entidades reconhecidas da área, universidades, centros de pesquisa, publicações acadêmicas e autoridades no setor. Ou seja, nada de usar apenas a experiência do primo de segundo grau que leu num grupo de WhatsApp. 

Entreviste especialistas 

Busque especialistas no assunto desejado e faça perguntas para se aprofundar no tema do conteúdo. Incluir evidência de especialização envolvida e o histórico do autor são sinais externos tipicamente associados à expertise e trazem a confiabilidade tão estimada pelo Google. 

Esses especialistas podem ser da sua própria empresa ou referências externas, ou até mesmo uma mistura de ambos. Percebeu que, aqui mesmo neste artigo, trouxemos desde falas relevantes de autoridades do Google até do Peçanha, um dos fundadores da Rock Content?

Importante: certifique-se de que as pessoas escolhidas para contribuir com o seu artigo sejam realmente autoridades com experiência e expertise para contribuir com o tema. Não adianta pegar “qualquer fala” que você achou aleatoriamente na internet, tampouco trazer apenas citações que não foram feitas especificamente para seu conteúdo.

Aqui na Rock Content, por exemplo, nossa equipe seleciona especialistas específicos para cada nicho de mercado de nossos clientes, garantindo relevância e confiabilidade.

Aproveite os especialistas da própria empresa

Está fazendo um conteúdo sobre design? Chame o líder do setor para dar uma dica, comentar sobre o assunto, trazer a experiência de dentro da sua marca para o assunto. Traz confiança, originalidade e, de quebra, trabalha a autoridade do seu negócio.

Faça webinars, entrevistas, lives ou simplesmente peça um comentário sobre o assunto para incluir nos seus conteúdos. Coloque entre aspas, com nome, cargo e perfil no LinkedIn, por exemplo. 

Considere utilizar um mesmo conteúdo de diferentes formas

Não é preciso inventar a roda o tempo todo. Tem um artigo que está performando muito bem, que sempre atrai tráfego? Que tal transformá-lo em um carrossel para redes sociais, adaptando o conteúdo para o formato? 

Outra possibilidade: fez um webinar com algum especialista no YouTube? Que tal aproveitar para elaborar um artigo assinado pelo apresentador? Fazemos isso aqui na Rock Content com o nosso webinar quinzenal Bastidores do Marketing e dá muito certo. 

Por exemplo, mais recentemente, Carolina Simões, uma das especialistas em Estratégia de Conteúdo aqui na Rock Content, fez um webinar em inglês com o tema How to create content that will rank in 2024 (Como criar conteúdo que vai ranquear em 2024). 

Depois, pedimos para ela adaptar a apresentação em formato de blog post e localizá-lo para português, para publicar aqui no blog, adicionando informações extras que não foram para o webinar. Confira a versão final aqui. 

Mesmo conteúdo, diferentes formatos, adaptando-se ao público e chegando a pessoas com preferências distintas. Bingo! 

Invista em conteúdo interativo 

Conteúdo interativo é um tipo de material que permite a interação direta do usuário, como quizzes, calculadoras e hubs de conteúdo. Esses formatos aumentam o engajamento, expandem a base de dados e incentivam a produção de futuros conteúdos. 

No contexto do Google E-E-A-T, o conteúdo interativo melhora a experiência do usuário e demonstra a autoridade e a confiabilidade do site, contribuindo para uma melhor classificação nos resultados de busca. 

Além disso, ao fornecer uma experiência mais envolvente e personalizada, o conteúdo interativo pode aumentar a retenção e a satisfação do usuário.

Leia também: Como a Rock Content utiliza o conteúdo interativo na estratégia de marketing

Conte com edição humana

A figura do editor se torna essencial nesse contexto. Embora a IA possa auxiliar na geração de ideias e na otimização inicial do conteúdo, por meio de prompts bem redigidos e completos, a edição humana é essencial para garantir a qualidade, autenticidade e relevância do material.

O editor especialista vai verificar dados, informações, a pertinência das citações e adequar o conteúdo conforme necessário.

Recentemente, um profissional de SEO, Gustavo Dionisio Garcia, compartilhou em seu LinkedIn os resultados intrigantes de um experimento pessoal que iniciou há cerca de um ano, quando o ChatGPT começou a ganhar destaque. 

Com uma pitada de humor sobre suas habilidades visuais, Garcia apresentou um gráfico comparativo de dados extraídos do Google Search Console, exibindo o desempenho de conteúdos 100% humanos, 100% gerados por IA sem revisão humana, 100% IA com revisão humana e humanos com revisão em IA, que você vê abaixo:

Fonte: post do Gustavo Dionisio no LinkedIn

É essencial salientar que os dados apresentados por Garcia, embora não sejam de um estudo científico formal, são resultado de testes práticos realizados por um especialista na área. Eles demonstram que a colaboração entre IA e humanos pode ser eficaz quando integrada de maneira estratégica e responsável.

A principal mensagem é focar na criação de conteúdo que atenda às necessidades do público-alvo, buscando resultados significativos e dedicando-se ao estudo contínuo. A maneira como a IA será integrada nesse processo, seja como ferramenta de apoio, seja em conjunto com o esforço humano, dependerá exclusivamente da estratégia e escolha de cada um.

Conheça o WriterAcess Humanizer

Atentos à demanda de combinação de esforço humano + IA e a importância do editor humano para atendê-la da melhor forma, a Rock Content criou o WriterAccess Humanizer

Por meio dessa ferramenta, você contrata editores profissionais que analisam o conteúdo gerado por IA, verificam a precisão dos dados, a pertinência das informações, a relevância das citações e ajustam o material para que esteja em harmonia com a voz e a estratégia da marca. 

Este processo assegura que o conteúdo IA não só engaje o público-alvo, mas que também esteja alinhado com as melhores práticas de SEO.

Aposte no User Generated Content (UGC)

Essa abordagem permite aproveitar o conteúdo autêntico e natural produzido pelo público, como avaliações, postagens em mídias sociais e vídeos, para promover a marca de forma orgânica e confiável. 

Exemplo de UGC nas redes sociais: gopro

Além de fortalecer o engajamento e a lealdade do cliente, o UGC pode aumentar a visibilidade da marca e proporcionar insights valiosos sobre as preferências e comportamentos do público-alvo.

Pense em SEO e User Experience sempre em conjunto

Vendo tudo o que mostramos até agora, deu para perceber a importância da experiência do usuário ao produzir o seu conteúdo. Aqui na Rock Content, isso é lei: pensamos sempre em SEO e experiência do usuário em um conjunto

Para começar seu novo momento de autoanálise com relação ao seu conteúdo e sua estratégia de SEO atual, responda mentalmente às seguintes questões: 

  1. O conteúdo está fácil de ler e adaptado para dispositivos móveis?
  2. Ao clicar em um link interno, ele está contextualizado com o momento da leitura? 
  3. O leitor consegue identificar os principais pontos daquele texto ao realizar uma leitura mais dinâmica, ou seja, dando saltos entre os intertítulos e o parágrafo logo abaixo de cada um deles? 
  4. Ao ler a introdução, você ficaria com vontade de continuar lendo? 
  5. Caso tenha banners inseridos, eles contêm ofertas relevantes para a pessoa interessada naquele tema? Eles atrapalham a leitura? 
  6. Os CTAs são adequados? Os links estão funcionando? 
  7. Você teria paciência de ler este conteúdo estruturado da forma que está? 
  8. Você conversa com outros stakeholders da empresa (profissionais de Customer Success, UX, UI etc.) para entender as necessidades dos usuários, suas dúvidas e feedbacks antes de produzir conteúdo?

Se respondeu ‘não’ a muitas dessas perguntas, é importante rever o UX do seu site/blog o quanto antes. 

Ao priorizar as necessidades e expectativas dos usuários, as empresas podem melhorar a satisfação do cliente, aumentar a lealdade à marca e, em última análise, impulsionar o crescimento dos negócios.

Esses elementos são indicativos de um conteúdo bem fundamentado e confiável. Esse olhar e cuidado humano são essenciais para evitar a dependência excessiva da IA e para manter a singularidade e a profundidade do conteúdo. 

Talvez você já tenha notado pessoas comentando coisas como “obrigada, ChatGPT” para comentários em redes sociais e conteúdos engessados que, bem, parecerem ter sido 100% redigidos por IA. 

Acreditamos que nenhuma marca deseja ter esse tipo de associação, certo? 

Conteúdo orientado por especialista: a chance de se destacar

Como falamos anteriormente, a Rock Content valoriza materiais especializados que incluem citações de especialistas e dados confiáveis. E temos visto os resultados disso na prática.

O que é conteúdo orientado por especialista?

Esse tipo de conteúdo é construído por redatores especializados em conteúdo e SEO, mas recebe o embasamento de especialistas no assunto, oferecendo conhecimento e perspectiva em primeira mão sobre um tema específico. 

Notando as mudanças no universo do marketing digital, SEO e conteúdo desde o advento do ChatGPT em 2022, pensamos em estratégias para implementar e entender como pensar conteúdo orgânico nesse cenário dominado, cada vez mais, por IA. 

E ficamos felizes em ver que, mesmo em meio a essas mudanças, nossos clientes que contaram com esse tipo de conteúdo só cresceram em tráfego orgânico — enquanto quem manteve uma estratégia mais tradicional de SEO teve declínio: 

Sabemos que encontrar especialistas no setor pode não ser uma tarefa fácil, que demanda tempo e dedicação. Por isso, contamos com os especialistas da nossa rede de talentos para essa etapa. 

Os dados do exemplo abaixo são de uma postagem do blog iFood Parceiros, um de nossos clientes, criada inteiramente com nosso grupo de talentos em um fluxo de trabalho de produção de conteúdo orientado por especialistas: 

Ao atualizar conteúdos orientados por especialistas, obtemos melhorias significativas não apenas no ranqueamento, como também na taxa de cliques (CTR). 

Estamos falando de um aumento de 67% na posição na SERP e de 398% na taxa de cliques em três meses após as atualizações seguindo esse formato.

O papel da Inteligência Artificial na criação de conteúdo

Já entendemos que a Inteligência Artificial não é uma vilã para o Google. E muito menos para a gente aqui na Rock Content.

Na WriterAccess, nossa plataforma com uma rede de mais de 15.000 freelancers especializados, incluindo redatores, editores, estrategistas de conteúdo e designers, contamos com ferramentas de IA desenvolvidas especificamente para auxiliar na geração de ideias e na produção de conteúdos otimizados. 

Elas contribuem (e muito!) para ganharmos agilidade e eficiência, e potencializam a escalabilidade e a criatividade de nossos conteúdos — o que, em nossa opinião, é a melhor maneira de usar IA na produção de conteúdo. 

Leia também: Como a equipe da Rock Content utiliza a Inteligência Artificial

Imagem: Página inicial da WriterAccess

AI Content Idea Generator 

[Conheça a versão gratuita aqui]

Encontre ideias de conteúdo para seu calendário editorial com nossa lista gerada por IA. Essa ferramenta ajuda a encontrar tópicos atuais e relevantes para seu público-alvo, servindo como uma fonte de inspiração para construir conteúdos que engajam e dialogam com sua audiência.

AI Persona Builder

[Conheça aqui]

O AI Persona Builder é uma ferramenta que utiliza Inteligência Artificial para auxiliar na criação de personas detalhadas e precisas para estratégias de marketing de conteúdo. 

Com base em dados e análises, essa ferramenta gera perfis de público-alvo que refletem as necessidades, interesses e comportamentos dos potenciais clientes, facilitando a criação de conteúdos mais direcionados e eficazes.

Leia também: Testado e aprovado: AI Persona Builder para criar buyer personas eficazes em minutos

Bônus: se você tem a versão paga do Chat-GPT, pode testar também o plugin Persona Creator da Rock Content direto no GPT-4 (aqui está o caminho).

AI Content Wizard

[Conheça aqui]

Utilizando uma análise aprofundada e customizada, o AI Content Wizard identifica oportunidades de conteúdo, analisa as lacunas de palavras-chave e fornece pautas para blogposts otimizados para conquistar as melhores posições no Google. 

Com insights detalhados sobre sua audiência e concorrência, a ferramenta é projetada para entregar uma estratégia de conteúdo alinhada com as necessidades do seu negócio, prontamente aproveitadas pela nossa rede de talentos freelancers para criar conteúdos que se destacam pela qualidade e relevância.

AI Backlink Matcher

[Experimente aqui]

O AI Backlink Matcher é outra inovação da WriterAccess que transforma a maneira como os profissionais de SEO e marketing de conteúdo abordam a construção de backlinks. Esta ferramenta utiliza IA para analisar conteúdo e identificar oportunidades de backlinks altamente relevantes, contribuindo para o aumento da autoridade e visibilidade online.

Fazer match entre seu conteúdo e sites de alto valor para backlinks pode ser uma tarefa árdua e complexa, mas o AI Backlink Matcher simplifica esse processo. Ele fornece recomendações personalizadas que se alinham com o conteúdo e o nicho do seu negócio, facilitando a obtenção de backlinks de qualidade que podem elevar seu posicionamento nos motores de busca.

Leia também: É possível utilizar Inteligência Artificial para Link Building? Conheça o AI Backlink Matcher 

AI Copilot 

[Veja aqui]

AI Copilot é a nova ferramenta da Rock Content para criação de conteúdo com Inteligência Artificial. AI Copilot te ajuda a criar desde artigos para blog (com o bônus que ela já foi criada pensando especificamente na criação de conteúdos e SEO) até posts para mídias sociais, e-mails, anúncios e mais.

Ele redige textos considerando a persona do público-alvo, palavras-chave relevantes para o setor, informações da marca, entre outros fatores essenciais para a criação de conteúdo otimizado e alinhado com os objetivos de marketing. 

Além disso, usando AI Copilot para criar artigos para blog, você recebe recomendações de humanização e tem a opção de solicitar a edição do seu conteúdo por um professional especializado para garantir que a versão final estará revisada com um toque humano.

Imagem: Página inicial da AI Copilot

Embora a AI Copilot seja capaz de produzir conteúdos inteiros, tendo em vista tudo o que apresentamos aqui, é altamente recomendado que esses textos passem por uma edição humana (não à toa, você consegue enviar o conteúdo para nossos editores freelancers direto na plataforma, se quiser).

É importante pensar nos diferenciais de qualidade que mencionamos ao longo deste artigo, como conteúdo orientado por especialistas, dados atualizados e referências confiáveis, garantindo assim a autenticidade e relevância do material. 

Giuseppe Caltabiano, VP de Marketing da Rock Content, reforça essa necessidade de usar a IA com sabedoria para ter os melhores resultados: 

“Nosso foco é priorizar a produção de conteúdo de qualidade, utilizando a Inteligência Artificial como um recurso para aumentar a produtividade e a eficiência, sem substituir o expertise e a originalidade humana“.

Essa estratégia assegura que o conteúdo não apenas atenda aos critérios de E-E-A-T, mas também se destaque por sua autenticidade e valor informativo.

Ao seguir essas diretrizes, os criadores de conteúdo podem garantir que seu trabalho seja centrado no usuário, respeite as diretrizes do Google e mantenha uma qualidade superior que não pode ser replicada pela IA. 

É o que afirma Roger Montti, do Search Engine Journal

“As qualidades importantes do conteúdo são aquelas fornecidas por um humano que uma IA é incapaz de oferecer, como a origem, a evidência de expertise, a origem e o background que um humano traz para o tópico sobre o qual se escreve. Humanos trazem a Experiência, Expertise, Autoridade e Confiabilidade.

Conclusão

Apesar do susto que atualizações mais aprofundadas nos algoritmos do Google possam causar, não deixe de lado o objetivo principal delas: garantir que os resultados da busca sejam sempre os melhores possíveis para o usuário, com conteúdo original, pertinente, confiável, atualizado e útil. Ao focar sempre nesse princípio, as chances de core updates afetarem o seu tráfego diminui consideravelmente. 

E, sejamos otimistas: essas mudanças com relação ao uso de IA para criar conteúdo também trazem oportunidades para melhorar o seu conteúdo e ficar à frente da concorrência

O Google Core Update de março de 2024 não é um bicho de sete cabeças se você estiver preparado e informado. E essa preparação envolve não apenas compreender o update, mas também saber como integrá-lo em sua estratégia de marketing de conteúdo de forma efetiva. 

Aproveite a combinação única de inovação em IA e a mestria de talentos humanos especializados em uma variedade de indústrias. Dê o próximo passo para um conteúdo excepcional: experimente o WriterAccess Humanizer gratuitamente!

WriterAccess Humanizer: onde conteúdos por IA encontram autenticidade

A Inteligência Artificial é uma ferramenta poderosa para um cenário digital onde o conteúdo é rei. O problema é que, nessa corrida de conteúdos gerados em massa por IA, a alma do storytelling pode acabar se perdendo. 

Em pesquisa recente, 84% dos profissionais de marketing afirmam que a IA impactou suas estratégias de SEO. Isso, somado às recentes atualizações do Google sobre qualidade de conteúdo, faz com que a autenticidade se torna mais essencial do que nunca.

É por isso que criamos um serviço projetado especificamente para dar vida ao conteúdo gerado por IA e garantir que ele se conecte tanto com os algoritmos de busca quanto com os corações humanos: WriterAccess Humanizer

Neste post, vamos explorar funciona esse novo recurso da WriterAccess, nossa plataforma de conteúdos, e os problemas que ele ajuda a resolver.

As lacunas do conteúdo gerado por IA

Embora o conteúdo gerado por IA seja cada vez mais comum, sabemos que não é capaz de trazer a mesma profundidade e autenticidade que uma produção humana. Alguns elementos ajudam a identificar essa diferença entre os dois tipos de conteúdo, como você confere a seguir.

Conteúdo superficial

A Inteligência Artificial tende a fornecer visões gerais, baseadas no conhecimento comum. Dessa forma, não oferece análises aprofundadas, ideias originais ou novas perspectivas.

Linguagem artificial

O conteúdo gerado por IA pode conter expressões dramáticas ou até mesmo clichês, lembrando roteiros de “filme B”.

Escrita padronizada

Observamos com certa frequência um padrão repetitivo no tamanho e estilo dos parágrafos, levando a uma leitura monótona.

Redundância

A Inteligência Artificial costuma reiterar as ideias. Com isso, o conteúdo pode parecer redundante para os usuários, afetando a experiência.

A consequência disso tudo é que o conteúdo gerado por IA, por vezes, não consegue se conectar genuinamente com as emoções e experiências humanas. O resultado pode sair com tom frio, impessoal e, bem… robótico. Embora seja especialista em imitar estruturas e palavras-chave, a IA não é capaz de criar com a profundidade, criatividade e aspectos emocionais dos redatores humanos.

Os riscos do conteúdo gerado por IA

Elencamos os problemas relacionados ao conteúdo elaborado por IA do ponto de vista do estilo. Mas também é preciso considerar outro aspecto fundamental para as empresas: os resultados de negócios que chegam por meio de conteúdo que agrada e engaja o público-alvo.

Como as metas do marketing de conteúdo geralmente envolvem o alcance das publicações e atração de público, é necessário contar com um bom SEO ou um investimento consistente em mídia paga — e claro, aqui preferimos o SEO!

Sabemos que o Google e seu algoritmo está sempre evoluindo, mas uma característica permanece: o conteúdo deve ser envolvente e útil para quem lê (ou seja, os humanos). É por isso que, além de otimizar todos os elementos relacionados ao SEO on-page e off-page, devemos prezar pela qualidade e humanização do conteúdo.

O Google anunciou uma grande atualização em 5 de março de 2024, com o objetivo de reduzir o conteúdo não-original e de baixa qualidade em 40%. Como resultado, vários sites perderam tráfego e alguns foram completamente desindexados. Não coincientemente, o estudo da Originality AI apontou que 100% dos sites afetados tiveram alguns posts gerados por Inteligência Artificial.

Com o aumento do uso da IA para criação de conteúdo, a atualização do Google no sentido de priorizar conteúdo útil para leitores humanos era esperada. Mas sua empresa está preparada para correr o risco de perder todo o tráfego orgânico de seu site sem aviso prévio?

Nossa solução: combinar a IA com um toque humano

Você não precisa abandonar de vez a IA na sua estratégia de conteúdo. Nós podemos ajudar. 

O WriterAccess Humanizer representa um novo capítulo em nossos serviços de criação de conteúdo, unindo a eficiência da IA com a criatividade humana.

O objetivo desse novo serviço, oferecido em nossa plataforma de conteúdo, é combinar a criação de conteúdo por IA (que pode ser feita na ferramenta que você preferir) com a edição humana com nossos criadores de conteúdos freelancers, treinados especificamente para isso. 

Queremos te ajudar a aprimorar o conteúdo gerado por IA com a sutileza e as nuances que somente a experiência humana pode fornecer. Com esse serviço, conseguimos atender à necessidade de conteúdo gerado por IA, reduzindo o risco e oferecendo um excelente custo-benefício.

WriterAccess Humanizer: foco na autenticidade

A personalização é fundamental para se destacar em um mundo saturado por conteúdos mediocres. Seja sua empresa uma startup ou multinacional, o Humanizer adapta o conteúdo para transmitir a voz única da marca, garantindo que sua mensagem seja lembrada pelo público.

O Humanizer nasceu do desejo de elevar o conteúdo gerado pela IA a um novo patamar, que vai além das estratégias básicas de palavra-chave e SEO. Então, por que continuar produzindo conteúdo genérico quando você pode criar algo autêntico?

Sem espaço para fake news

Sabemos que a IA pode ter algumas alucinações ou, até mesmo, inventar informações. Por exemplo, o chatbot Bard do Google afirmou certa vez que o Telescópio Espacial James Webb tinha capturado as primeiras imagens do mundo de um planeta fora do nosso sistema solar, o que estava incorreto. A resposta do Bard pareceu convincente e alinhada com o comando inserido, mas foi desmentida após a verificação dos fatos.

Prevenir a criação de conteúdo falso ou desatualizado por tecnologias generativas é uma tarefa difícil. Ainda que, no futuro, a IA possa ser capaz de resolver esse problema, os modelos de linguagem atuais são projetados para criar frases prevendo a probabilidade de ocorrência de determinadas sequências. 

Ou seja, não é levado em consideração se as afirmações geradas são verdadeiras ou não.

Na era da desinformação, a verdade é o seu maior diferencial, e o WriterAccess Humanizer ajuda as empresas que dependem da IA para criar conteúdo. 

Nossos editores humanos verificarão os fatos relatados no seu conteúdo para garantir que ele seja confiável, além de atrativo para seu público! Em outras palavras, proporcionamos à sua marca uma verificação humana rigorosa, garantindo conteúdos verdadeiros.

Uma interface simples e rápida

O Humanizer impressiona pela sua simplicidade. Os clientes carregam seu conteúdo gerado por IA e nossos especialistas humanos cuidam de tudo.

Você pode esperar receber seu primeiro rascunho em menos de 2 dias e solicitar revisões adicionais conforme necessário. Aprimoramos os textos gerados por IA graças aos nossos editores humanos qualificados, que garantem conteúdos aderentes à marca, com fatos precisos e narrativas que engajam.

Esse processo agiliza a criação de conteúdo e melhora a qualidade das publicações. Assim, oferecemos às marcas uma vantagem competitiva e uma ferramenta útil para os profissionais de marketing.

Conclusão

O WriterAccess Humanizer é o elo que faltava entre a eficiência da IA e a conexão humana. À medida que o marketing de conteúdo evolui com o uso da Inteligência Artifical, o Humanizer combina tecnologia com visão humana, garantindo que seu conteúdo não apenas informe, mas também inspire!